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Aula 49 – 3ª Parte, Segunda seção – Os Dez Mandamentos – Cap. 1, Amarás o Senhor, teu Deus, de Todo o Coração, de Toda a Alma e de Todo o Entendimento, Art. 2, O Segundo Mandamento; Art. 3 O Terceiro Mandamento

17/03/2022   .    Catecismo
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O segundo mandamento da lei de Deus fala que é proibido pronunciar o nome de Deus em vão. De fato, na revelação divina o Nome de Deus tem importância singular. Serve para identificar as pessoas, os animais, os lugares, etc. Mas o nome de Deus é um mistério, assim como a sua existência. A Moisés Deus disse que ‘Eu sou aquele que Sou’ e ‘o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó’ (Ex 3,14.15). O certo é que não se pode usar o nome de Deus a não ser para bendizê-lo, louva-lo e glorifica-lo. Este mandamento proíbe qualquer uso do nome de Deus de forma inconveniente como para falsas promessas, blasfêmias, pragas, magia, etc.

Outra proibição do segundo mandamento é o juramento falso. Essa prática consiste no uso do nome de Deus como testemunha de algo mentiroso. Nessa mesma linha está o perjúrio que consiste em fazer uma promessa sob juramento com a intenção de não cumprir ou não realizar o que já foi prometido. O nome de Deus é santo e jamais deve ser utilizado para coisas fúteis ou para falso juramento.

Na mesma linha de raciocínio da importância do nome de Deus está o nome do cristão. O nome do cristão deve ser um nome digno, podendo ser de um santo, de um discípulo de Jesus ou qualquer outro que não fira a honra cristã. A invocação do nome de Deus na Santíssima Trindade, tão frequente no início das orações e atividades dos cristãos, mostra o quanto o nome é algo valioso. ‘O nome de todo homem é sagrado’ e será importante na identificação de cada um até mesmo na vida eterna.

Em relação ao descanso no sábado basta lembrar que Deus criou tudo em 6 dias e descansou no sábado, santificando, assim, esse dia. Além da memória da criação, ele lembra também a libertação do povo de Israel da escravidão. Para esse povo, o sábado era reservado para o louvor de Deus, de sua obra e de suas ações salvíficas. Se Deus descansou no sábado e o santificou, assim deve fazer o homem.

Com a vinda de Cristo temos uma nova criação e, por isso, o ‘dia do Senhor’ também será outro. Cristo ressuscitou no primeiro dia semana o que faz com que o dia de descanso para os cristãos seja o domingo, ou seja, o dia da ressurreição do Senhor. Sendo assim, o domingo é como a plenitude do sábado, pois agora será uma nova fase na história da humanidade. Nesse dia o cristão deve participar da Santa Missa e abster-se de trabalho.

Nesse sentido a participação do fiel na missa aos domingos deve ser a atividade mais importante da semana. Essa prática tão antiga quanto a comunidade cristã mostra o quanto é importante no domingo todos se reunirem em uma comunidade, na matriz da paróquia ou em outra igreja e participar da Santa Missa. Dado essa importância, a Igreja impõe essa participação na forma de mandamento (da Igreja), sendo pecado grave faltar à Santa Missa voluntariamente e sem motivo sério (trabalho, doença, por exemplo). Assim, o domingo deve ser vivido pelo cristão como o dia de bendizer, louvar e agradecer a Deus, bem como de dar atenção à família, ao lazer, à vida social, cultural e à prática da caridade.

Pe. José Antônio Ramos

Paróquia Santa Cruz de Guarda dos Ferreiros/MG

 

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