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Paróquia São Damião de Molokai

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Pároco

Pe. Luiz Antônio da Silva, ss.cc.

Vigário Paroquial

Pe. Hilário França, ss.cc.

Vigário Paroquial

Pe. Antônio Lemos da Costa, ss.cc.

Igreja Matriz

Rua Edmundo Coutinho Aguiar, 108 - Nossa Sra. de Fátima Patrocínio

Telefone

(34) 3831-1140

Whatsapp

(34) 98840-3001

E-mail

paroquiasaodamiao@hotmail.com

A Paróquia São Damião de Molokai foi criada em 15 de agosto de 1994 e instalada a 8 de setembro de 1994 pelo Bispo Dom João Bosco Óliver de Faria. Devido ao crescimento populacional da cidade de Patrocínio, esta paróquia foi desmembrada da Paróquia Nossa Senhora do Patrocínio.

No dia de sua instalação, houve uma grande celebração presidida por Dom João Bosco, com a presença significativa da população e autoridades da cidade e Pe. Marcus Vinicius Maciel ss.cc., assumiu como pároco da nova paróquia.

Até esta data, desde 1927, toda a cidade de Patrocínio, estava sendo evangelizada pelos padres dos Sagrados Corações, que aqui chegaram como missionários, vindos da Holanda.

A Paróquia tem como patrono São Damião de Molokai, que foi um grande missionário da Congregação Sagrados Corações, que em 1873, aos 33 anos de idade, se ofereceu para viver com os leprosos na Ilha de Molokai (Hawai) e morreu leproso com os leprosos aos 49 anos de idade.

Como sugestão de Dom João Bosco, a Paróquia que ficaria com os padres dos Sagrados Corações, pudesse ter como patrono São Damião de Molokai. Por isso a Paróquia leva o nome de São Damião de Molokai.

Párocos: Pe. Marcus Vinicius Maciel, SS.CC.; Pe. Jair Machado Gomes, SS.CC.; Pe. Osvânio Humberto Mariano, SS.CC.; Pe. Marcus Vinicius Maciel, SS.CC.; Pe. Silvano Dias de Ávila, SS.CC.; Pe. Osvânio Humberto Mariano, SS.CC, Pe. Luiz Antônio da Silva, SS.CC.

COMUNIDADES DA PARÓQUIA

  • Comunidade Beato Padre Eustáquio – Rural

    Patrocínio
  • Comunidade São João Batista – Rural

    Patrocínio
  • Comunidade Nossa Senhora da Cabeça – Rural

    Patrocínio
  • Comunidade São Vicente de Paulo – Rural

    Patrocínio
  • Comunidade São Sebastião – Rural

    Patrocínio
  • Comunidade Nossa Senhora Aparecida – Rural

    Patrocínio
  • Comunidade São Vicente de Paulo – Rural

    Patrocínio
  • Comunidade Cristo Rei – Rural

    Patrocínio
  • Comunidade São Sebastião – Rural

    Patrocínio
  • Comunidade Sagrada Família – Urbana

    Patrocínio
  • Comunidade Imaculada Conceição – Urbana

    Patrocínio
  • Comunidade São Judas Tadeu – Urbana

    Patrocínio
  • Comunidade Nossa Senhora de Fátima – Urbana

    Patrocínio
  • Comunidade Beato Padre Eustáquio – Rural

    Patrocínio
  • Comunidade São João Batista – Rural

    Patrocínio
  • Comunidade Nossa Senhora da Cabeça – Rural

    Patrocínio
  • Comunidade São Vicente de Paulo – Rural

    Patrocínio
  • Comunidade São Sebastião – Rural

    Patrocínio
  • Comunidade Nossa Senhora Aparecida – Rural

    Patrocínio
  • Comunidade São Vicente de Paulo – Rural

    Patrocínio
  • Comunidade Cristo Rei – Rural

    Patrocínio
  • Comunidade São Sebastião – Rural

    Patrocínio
  • Comunidade Sagrada Família – Urbana

    Patrocínio
  • Comunidade Imaculada Conceição – Urbana

    Patrocínio
  • Comunidade São Judas Tadeu – Urbana

    Patrocínio
  • Comunidade Nossa Senhora de Fátima – Urbana

    Patrocínio

HISTÓRIA DO PADROEIRO

O sacerdote missionário Josef de Veuster-Wouters , em 11 de outubro de 2009 passou a ser chamado São Damião de Molokai, canonizado pelo Papa Bento XVI em presença do rei e da rainha da Bélgica em meio à imensa alegria dos irmãos e irmãs da Congregação dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria e da Adoração Perpétua ao Santíssimo Sacramento do Altar espalhados pelo mundo.

Josef de Veuster-Wouters nasceu no dia 3 de janeiro de 1840, numa pequena cidade ao norte de Bruxelas, na Bélgica. Aos dezenove anos de idade, entra para a Ordem dos Padres do Sagrado Coração e toma o nome de Damião. Em seguida, é enviado para terminar seus estudos num colégio teológico em Paris.

A vida de Damião começou a mudar quando completou vinte e um anos de idade. Um bispo do Havaí, arquipélago do Pacífico, estava em Paris, onde ministrava algumas palestras e pretendia conseguir missionários para o local. Ele expunha os problemas daquela região e, especialmente, dos doentes de lepra, que eram exilados e abandonados numa ilha chamada Molokai, por determinação do governo.

Damião logo se interessou e se colocou à disposição para ir como missionário à ilha. Alguns fatos antecederam a sua ida. Uma epidemia de febre tifoide atingiu o colégio e seu irmão caiu doente. Damião ainda não era sacerdote, mas estava disposto a insistir que o aceitassem na missão rumo a Molokai. Escreveu uma carta ao superior da Ordem do Sagrado Coração, que, inspirado por Deus, permitiu a sua partida. Assim, em 1863 Damião embarcava para o Havaí, após ser ordenado sacerdote.

Chegando ao arquipélago, Damião logo se colocou a par da situação. A região recebera imigrantes chineses e com eles a lepra. Em 1865, temendo a disseminação da doença, o governo local decidiu isolar os doentes na ilha de Molokai. Nessa ilha existia uma península cujo acesso era impossível, exceto pelo mar. Assim, aquela península, chamada Kalauapa, tornou-se a prisão dos leprosos.

Para lá se dirigiu Damião, junto de três missionários que iriam revezar os cuidados com os leprosos. Os leprosos não tinham como trabalhar, roubavam-se entre si e matavam-se por um punhado de arroz. Damião sabia que ficaria ali para sempre, pois grande era o seu coração.

Naquele local abandonado, o padre começou a trabalhar. O primeiro passo foi recuperar o cemitério e enterrar os mortos. Com frequência ia à capital, comprar faixas, remédios, lençóis e roupas para todos. Nesse meio tempo, escrevia para o jornal local, contando os terrores da ilha de Molokai. Essas notícias se espalharam e abalaram o mundo, todo tipo de ajuda humanitária começou a surgir. Um médico que contraíra a lepra ao cuidar dos doentes ouviu falar de Damião e viajou para a ilha a fim de ajudar.

No tempo que passou na ilha, Damião construiu uma igrejinha de alvenaria, onde passou a celebrar as missas. Também construiu um pequeno hospital, onde, ele e o médico, cuidavam dos doentes mais graves. Dois aquedutos completavam a estrutura sanitária tão necessária à vida daquele povoado. Porém a obra de Damião abrangeu algo mais do que a melhoria física do local, ele trouxe nova esperança e alívio para os doentes. Já era chamado apóstolo dos leprosos.

Numa noite de 1885, Damião colocou o pé esquerdo numa bacia com água muito quente. Percebeu que tinha contraído a lepra, pois não sentiu dor alguma. Havia passado cerca de dez anos desde que ele chegou à ilha e, milagrosamente, não havia contraído a doença até então. Com o passar do tempo, a doença o tomou por inteiro.

O doutor já havia morrido, assim como muitos dos amigos, quando, em 15 de abril de 1889, padre Damião de Veuster morreu. Em 1936, seu corpo foi transladado para a Bélgica, onde recebeu os solenes funerais de Estado. Em 1995, padre Damião de Molokai foi beatificado pelo papa São João Paulo II e sua festa, designada para o dia 10 de maio.

A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Blanda e Nazário.

Fonte: Franciscanos

Cúria Diocesana

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