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Live “Mulheres na missão” nesta terça-feira terá partilha sobre “A liderança da mulher no projeto Igrejas-irmãs”

08/06/2021   .    Notícias da Igreja
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O projeto Igrejas-irmãs é uma forma de solidariedade e de comunhão entre Igrejas particulares, quando uma diocese percebe as necessidades de outras e se dispõe a ajudar com o envio de missionários e recursos. Em troca, ganha uma experiência pastoral. E como acontece essa experiência a partir da perspectiva das mulheres? Nesta terça-feira, 8 de junho, a série de lives “Mulheres na missão” abordará o tema “A liderança da mulher no projeto Igrejas-irmãs“. A transmissão, pelas redes sociais da CNBB, começa às 15h.

A assessora da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e a Cooperação Intereclesial da CNBB irmã Sandra Regina Amado recebe como convidadas para a live a ex-assessora da mesma comissão irmã Dirce Gomes da Silva, que é mestra e doutoranda em Teologia Pastoral na PUC-PR. Irmã Dirce atuou como assessora na CNBB por vários anos e visitou diversas iniciativas missionárias no Brasil e no exterior. A outra convidada é Victória Holzbach, jornalista e co-coordenadora do Comire Sul 3. Ela viveu um período de missão ad gentes em Moçambique, em projeto missionário do Regional que compreende o Estado do Rio Grande do Sul.

Igrejas-irmãs

De acordo com irmã Sandra Amado, a ideia nesta quarta live é enfatizar a diferença que a mulher faz na missão também no projeto Igreja Irmãs.

“Muitas vezes quando se falam em projeto Igrejas Irmãs, visualizamos o intercâmbio sendo realizado com o envio de presbíteros para a Igreja Irmã. No entanto, as qualidades da ternura, amor pela missão e resiliência que a mulher traz para os projetos fazem a diferença na missão. Esses elementos próprios contribuem para a atualização, concretização harmoniosa do cotidiano da ação missionária da Igreja nos projetos Igrejas Irmãs. Por isso, a importância da presença da mulher também nesse âmbito de ação missionária. Enfim, a mulher é guardiã da vida e vela pela missão da Igreja em saída como nos pede o Papa Francisco e o magistério Latino americano. Assim, a contribuição da mulher leiga ou consagrada é valiosa e deve ser reconhecida também nos projetos Igreja Irmãs”, destaca.

O Projeto Igrejas Irmãs foi criado em 1972 pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Por meio dessa iniciativa de cooperação intereclesial, dioceses se entreajudam com recursos humanos e financeiros para a realização de projetos de evangelização. Há experiências em várias regiões do Brasil, com destaque para a Amazônia, onde nasceu o projeto, e também no exterior, em países como Guiné-Bissau, Haiti e Moçambique.

Dom Odelir José Magri, bispo de Chapecó (SC) e atual presidente da Comissão para a Ação Missionária, destaque que o projeto Igrejas Irmãs é uma ação de sensibilidade com as dioceses que mais precisam de ajuda: “Essa é uma iniciativa que a Igreja traz no coração, pois ela é por natureza missionária. Na atualidade o projeto Igrejas Irmãs ganha novas dimensões a partir da necessidade de retomar o esforço da solidariedade e comunhão”, relatou.

Série Mulheres na Missão

A série “Mulheres na Missão” é uma realização da Comissão para a Ação Missionária da CNBB e tem a motivação de provocar a reflexão sobre a animação e a coordenação de projetos e atividades missionárias no Brasil a partir do olhar feminino.

Segundo a assessora da comissão, irmã Sandra, a série concretiza a proposta de vivência da missão prevista no Programa Missionário Nacional (PMN), em consonância com as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2019-2023).

Acompanhe:

Fonte: CNBB

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