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{"resultados":{"pastoral":[{"id":712,"nome":"PASTORAL DOS COROINHAS E ACÓLITOS","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-20.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano:</strong> Padre Marcos Vinícius Magalhães Teixeira\r\n\r\n</p>\r\n<strong>Objetivo</strong>\r\n\r\nDespertar as crianças e os adolescentes para o verdadeiro amor e respeito a Sagrada Eucaristia, levando-os a uma verdadeira espiritualidade em torno das coisas do Pai.\r\n\r\n<strong>Diretrizes</strong>\r\n\r\n– Dar aos coroinhas uma formação contínua, litúrgica e bíblica.\r\n\r\n– Motiva-los na missão assumida, servindo o altar e nos serviços da comunidade.\r\n\r\n– Incentivar a participação da família na caminhada dos coroinhas.\r\n\r\n– Leva-los a um compromisso de vida cristã, conscientizando-os da importância na busca incessante da oração e do amor ao Pai.\r\n\r\n– estimular a inserção das crianças e adolescentes na grande família de Deus.\r\n\r\n<strong>Razão de ser</strong>\r\n\r\n– As crianças e os adolescentes precisam conhecer desde cedo as alegrias do serviço à igreja e a comunidade.\r\n\r\n– A educação na fé de nossas crianças e adolescentes é fundamental para que tenhamos pessoas comprometidas com a igreja assumindo os ministérios leigos, a vida sacerdotal, religiosa e missionária.\r\n\r\n– A descoberta do sentido puro do que Jesus pede no Evangelho, o respeito pelo outro, o espírito missionário, a sinceridade, o trabalho, a entrega.\r\n\r\n<strong>Venha ser um coroinha! Venha fazer parte desse bonito trabalho de serviço ao altar junto com outras crianças.</strong>\r\n\r\n<strong>Fonte:</strong> <a href=\"https://paroquiadatrindade.com/pastorais-e-movimentos/pastoral-dos-coroinhas-e-acolitos/\">https://paroquiadatrindade.com/pastorais-e-movimentos/pastoral-dos-coroinhas-e-acolitos/</a>","data_hora":"2021-02-26 17:40"},{"id":711,"nome":"PASTORAL DO BATISMO","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-18.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano:</strong> Padre Matheus Soares de Moraes</p>\r\nDesde as suas origens, a Igreja cumpre o mandato de Jesus, que ordenou: “Ide e fazei que todas as nações se tornem discípulos, batizando-as no nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28,19). O santo Batismo é o fundamento de toda a vida cristã, a porta da vida no Espírito (<em>vitae spiritualis janua</em>), e a porta que abre o acesso aos demais sacramentos. Pelo Batismo somos libertados do pecado, e regenerados como filhos de Deus.\r\n\r\nTornamo-nos membros de Cristo, somos incorporados à Igreja e feitos participantes de sua missão (CIC 1213). Buscando cumprir este pedido de Jesus, a Igreja criou a Pastoral do Batismo.\r\n\r\nA Pastoral do Batismo (citada em todas as paróquias do mundo após o encerramento do Concílio Vaticano II) é uma ação organizada da Igreja que:\r\n<ol>\r\n \t<li> busca conscientizar os catecúmenos (jovens e adultos) para a importância do Sacramento do Batismo e da vivência da fé cristã;</li>\r\n \t<li> objetiva despertar nos pais e padrinhos a corresponsabilidade para a educação da fé das crianças, através do exemplo de uma vivência cristã que reflita positivamente na Igreja doméstica;</li>\r\n \t<li> objetiva inserir seus agentes na participação das reuniões, das celebrações, assim como dar formação a seus agentes.</li>\r\n</ol>\r\nA função da pastoral é preparar as pessoas que a procuram para pedir o Batismo para os filhos e conscientizar os padrinhos da sua importante missão; organizar toda estrutura da preparação, desde a acolhida até na celebração do Batismo.\r\n\r\nFonte: <a href=\"https://diocesepetropolis.com.br/vidapastoral/pastoral-do-batismo/\">https://diocesepetropolis.com.br/vidapastoral/pastoral-do-batismo/</a>","data_hora":"2021-02-26 17:39"},{"id":709,"nome":"CONSELHO DIOCESANO DE PASTORAL","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-2.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Coordenador:</strong> Padre Luiz Antônio da Silva</p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"></p>","data_hora":"2021-02-26 17:39"},{"id":708,"nome":"MÃE RAINHA E PEREGRINA","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-6.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano:</strong> Padre Divino José Gonçalves\r\n\r\n</p>\r\nO Movimento Apostólico de Schoenstatt faz parte da Obra Internacional de Schoenstatt, fundada pelo Pe. José Kentenich em 18 de outubro de 1914, em Schoenstatt, na Alemanha.\r\n\r\nO ato da Fundação é a Aliança de Amor, selada pelo Pe. José Kentenich juntamente com um grupo de seminaristas Palotinos convidando a Mãe de Deus a estabelecer-se numa Capelinha e fazer dela um Santuário de graças, de onde partisse um movimento de renovação religioso e moral para o mundo.\r\n\r\nAs circunstâncias comprovam que Nossa Senhora aceita esse convite e leva a sério a consagração realizada. Em poucos anos a Mãe de Deus atrai muitas pessoas a este lugar de graças realizando prodígios de transformações nas almas.\r\n\r\nA Obra é duramente provada no decorrer das duas guerras mundiais e também por meio das autoridades eclesiásticas. Tais dificuldades aprofundam ainda mais a espiritualidade própria de Schoenstatt e amadurecem o amor e a fidelidade à Igreja de todos os que se empenham por essa Obra.\r\n\r\nA essência desta espiritualidade é a Aliança de Amor que os membros selam com a Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, no Santuário. Essa Aliança é um meio eficaz para a vivência mais consciente da Nova e Eterna Aliança, na qual somos inseridos pelo Batismo. Por meio dela, podemos crescer numa profunda fé na Divina Providência e aproveitar as pequenas coisas do dia-a-dia como caminho de santidade.\r\n\r\nUma Obra de tão grandes dimensões tem seu ponto de unidade na Aliança de Amor<u></u> com a Mãe Três Vezes Admirável de Schoenstatt, na vinculação ao seu Santuário de graças e na fidelidade aos ensinamentos do Fundador, Pe. José Kentenich.\r\n\r\nFonte: <a href=\"https://www.maeperegrina.org.br/movimento-de-schoenstatt/\">https://www.maeperegrina.org.br/movimento-de-schoenstatt/</a>","data_hora":"2021-02-26 17:39"},{"id":706,"nome":"MÃES QUE ORAM PELOS FILHOS","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-35.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano:</strong> Frei Romero José da Silva\r\n\r\n</p>\r\nTudo começou quando a Vanessa Campos Ferreira Menin obteve um exemplar do livro “Todo filho precisa de uma mãe que ora” e solicitou à sua mãe Angela Abdo Campos Ferreira que começassem a rezar em família pelos filhos, em sua própria casa. Em um jantar de amigas, compartilhou seu desejo. A Aline Acúrcio Eisenhlor disse que gostaria de participar e se encarregou de chamar as primeiras mães. Assim surgiu o grupo coordenado por Angela Abdo e Eudília Serafim, com seis mães que não possuíam experiência em nada semelhante, mas eram movidas por uma vontade muito grande de interceder pelos seus filhos. (anexo Ata de Fundação)\r\n\r\nPortanto, em 30 de março de 2011, o Grupo de Mães da Paróquia São Camilo de Léllis, em Mata da Praia, Vitória/ES, surge da necessidade de mães jovens, casadas e com “sucesso” profissional, mas que sentiam que faltava algo em suas vidas. O grupo começou pequeno, mas logo tinha cerca de vinte mães sem formação religiosa, vindas de famílias católicas, que se reuniam uma vez por semana para orar pelos seus filhos.\r\n\r\nA demanda inicial era buscar ajuda e orientação para a educação religiosa dos filhos diante do contexto atual e aprender a orar e interceder por eles. As mães então iniciaram uma caminhada, sem ainda compreender a vocação espiritual de ser mãe.\r\n\r\nO projeto teve resultados imediatos. O número de mães começou a aumentar gradativamente, como também as graças recebidas e compartilhadas. O amadurecimento da fé, a evangelização de forma simples e direta se tornaram fortes na vida dessas mães. Assim, além de aprender a orar e discernir o que pedir a Deus, o grupo também se tornou solidário, espalhando e compartilhando experiências de forma missionária.\r\n\r\nLogo depois, os grupos de mães das paróquias de Maruípe e Nossa Senhora do Perpétuo Socorro se uniram ao grupo fundador e foram implantando a metodologia proposta.\r\n\r\nEm maio de 2014, no Kairós do dia das mães, foi lançado pela Canção Nova o livro –  Mães que oram pelos filhos – Tudo pode ser mudado pela força da oração. Com o alcance deste canal de televisão e do livro nasceram vários grupos no Brasil.\r\n\r\nUma mãe mudou-se para os Estados Unidos e fundou o primeiro grupo no exterior. Algum tempo depois, outra mãe vai para Hong Kong e também funda um grupo.\r\n\r\nEm dezembro de 2014, o Grupo de Mães passou a ser um Movimento reconhecido pela Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo, tendo como orientador espiritual o Padre Anderson Gomes, que solicitou a organização do respectivo manual e regimento.\r\n\r\nA relação de Nossa Senhora de La Salette com o movimento de Mães Que Oram Pelos Filhos nasceu em uma viagem que Angela Abdo, nossa fundadora, fez para o Rio Grande do Sul. Ela estava visitando o Santuário de Nossa Senhora de La Salette quando começou a chorar muito, as lágrimas caiam em seu rosto, quando um padre se aproximou, ela perguntou que santa era aquela, o padre do Santuário respondeu: Ela é mais que uma santa, Ela é Nossa Senhora de La Salette, que tinha aparecido para chorar pelos pecados dos filhos. Angela retornou para sua casa, trazendo de lembrança uma imagem de Nossa Senhora que foi colocada no Grupo de Mães da Mata da Praia. Após o primeiro encontro televisionado o Padre Anderson Gomes começou a discernir quem seria a padroeira e a copadroeira do movimento. Na lembrança, Angela relata o episódio de sua viagem ao Rio Grande do Sul e imediatamente Padre Anderson confirma toda essa ação do Espírito Santo. A padroeira ficou Nossa Senhora de La Salette, a mãe que chora por todos os filhos e a copadroeira Santa Mônica que chora pelo seu filho (anexo a carta dos Saletinos).\r\n\r\nO objetivo da organização foi orientar a implantação dos grupos que surgiam em todo o país e a metodologia do Movimento Mães que Oram pelos Filhos, com a qual se colhem muitos frutos. Reforçando a necessidade de conversar com o pároco local, para que ele aprove a criação do grupo e se torne o respectivo orientador espiritual. Esse documento é o vínculo do grupo com o movimento.\r\n\r\nNo ano seguinte, aconteceu o encontro “O poder da mãe que ora” transmitido para o mundo pela Canção Nova, com isso o movimento ganha corpo e velocidade. Desta data em diante, a ideia é abraçada por muitas mães de norte a sul do Brasil e em alguns países do mundo, com o apoio dos seus Bispos e Párocos.\r\n\r\nEm 2018, têm cadastrados 578 grupos no Brasil, 11 no exterior, 09 nas escolas e 01 em hospital. Existem ainda grupos funcionando, no Brasil 160, no exterior 15 e nas escolas 02, mas ainda estão em processo de cadastramento.\r\n\r\nO Movimento Mães que Oram pelos Filhos tem cumprido sua missão de capacitar um exército materno para promover atividade apostólica e se colocar em batalha espiritual para salvação e restauração das famílias. Com isso, tem atingido seus objetivos de interceder em favor dos filhos e formar mães para serem intercessoras que estarão a serviço, segundo o coração de Deus, para salvar as almas dos seus filhos e os do mundo inteiro.\r\n\r\nA pedagogia de Deus de trazer as mães para rezarem para os seus filhos, teve como primeiro fruto a própria mãe. Nessa busca materna a mãe foi a primeira a ser evangelizada e restaurada. Depois passaram a anunciar a Boa Nova no seu lar e com isso os maridos e filhos voltaram para a igreja. Essas famílias, para viverem de acordo com a doutrina cristã, colocam os filhos na catequese e os pais buscam o batismo, a eucaristia, a crisma, o matrimônio, porque muitos não tiverem acesso a esse conhecimento e alguns viviam sem desfrutar dos bens espirituais da igreja (sacramentos e nulidade matrimonial). Por fim, ao vivenciarem a Igreja, descobrem as bênçãos de participar das ações apostólicas e levar a outras pessoas do seu círculo social e profissional o seu testemunho. Muitas mães passaram a exercer cargos de liderança nas pastorais da paróquia.\r\n\r\nInicialmente o objetivo era voltado para as necessidades próprias das mães. Ao longo do tempo, o movimento avança pelas mídias sociais e alcança pessoas de fora e não somente com obras espirituais, pois surgem necessidades materiais de ajudar a igreja e instituições em obras de caridade. Por isso foi criado a <strong><em>Associação de Mães que Oram pelos Filhos – AMO</em></strong>, pessoa jurídica de direito privado, constituída na forma de sociedade civil de fins não lucrativos, com autonomia administrativa e financeira, regida por um estatuto próprio (anexo Declaração).\r\n\r\nNo mês de maio de 2014, em Jerusalém no Cenáculo, surge a moção para que se olhe para os problemas que muitas mães não verbalizavam no grupo, para isso foram criados grupos de WhatsApp, para pastorear, compartilhar e rezar por necessidades específicas dos filhos. Os serviços AMO surgem com os voltados para as necessidades especiais dos filhos (Especiais, Dependência Química, do Coração, no Céu, Encarcerados, Afetividade, Controle das emoções e dos Filhos que virão).\r\n\r\nFonte: <a href=\"https://www.maesqueorampelosfilhos.com/historia/\">https://www.maesqueorampelosfilhos.com/historia/</a>","data_hora":"2021-02-26 17:39"},{"id":705,"nome":"LEGIÃO DE MARIA","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-5.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano:</strong> Padre Fábio Gonçalves Ferreira Sucupira\r\n\r\n</p>\r\n\r\n<div id=\"comp-ih0kttm7\" class=\"_2bafp\" data-testid=\"richTextElement\">\r\n<p class=\"font_8\">A Legião de Maria é uma associação de leigos católicos, sob a proteção e intercessão de Nossa Senhora e com aprovação da Igreja, que pela oração e pelo trabalho apostólico ativo, destina-se à evangelização e à santificação dos homens, para a glória de Deus. Para tornar essa missão possível, os legionários buscam também a santificação pessoal, afim de se tornarem cada dia mais aptos a levar Cristo ao mundo.</p>\r\n\r\n</div>\r\n<div id=\"comp-ih0k3weo\" class=\"_2bafp\" data-testid=\"richTextElement\">\r\n<p class=\"font_8\">Os legionários realizam trabalhos espirituais e de evangelização, e se reúnem semanalmente para trocar experiências e recarregar as energias com orações em torno do altar de Nossa Senhora. Para o legionário, a reunião é o lugar em que a Mãe Santíssima está à sua espera, e onde amigos verdadeiros e fiéis agrupam-se à sua volta. É um momento de partilha, de oração e de discussão de temas referentes à religião e à fé. Além disso, na reunião é que se fortalecem os laços do grupo, construído com amor fraterno e respeito, para que os membros possam contar uns com os outros na realização de seus trabalhos.</p>\r\n<p class=\"font_8\">Existem várias maneiras de participar da Legião de Maria. Os membros ativos comprometem-se a orar e a fazer visitas, num trabalho ativo de apostolado espiritual, que é orientado através da reunião semanal. As visitas realizadas são domiciliares a idosos, famílias enlutadas, doentes e sempre que houver necessidade de uma palavra amiga e confortadora. Podem ser realizadas também visitas a hospitais, presídios, orfanatos, asilos, etc.</p>\r\n<p class=\"font_8\">As pessoas que não podem frequentar as reuniões, nem realizar o trabalho de apostolado, ainda assim podem ser legionárias: como membros auxiliares, podem contribuir com suas orações para a obra de Nossa Senhora, por intermédio dos legionários ativos! Os auxiliares ajudam os ativos a serem bem sucedidos em seus trabalhos através de orações.</p>\r\n<p class=\"font_8\">A oração diária obrigatória tanto para auxiliares como para ativos é a “<em>Catena</em>” (que significa “corrente”). Mas é recomendado também a reza do terço e da “<em>Tessera</em>” (que significa “senha” – a identificação de todo legionário). Esses termos em latim foram escolhidos e mantidos para todos os países, afim de fortalecer a unidade da Legião em todo o mundo. Além disso, a estrutura da Legião de Maria foi inspirada no exército romano. Trata-se de um exército que parte à conquista do mundo para Cristo, usando a mais importante arma: o terço!</p>\r\n<p class=\"font_8\">Uma outra arma usada pelos legionários do mundo todo é o manual. Nele se encontram informações sobre a Legião (como sua fundação e estrutura) e também reflexões sobre fé, espiritualidade e a devoção a Nossa Senhora. Sua leitura deve ser constante e seus temas discutidos na reunião semanal, para o amadurecimento da fé.</p>\r\nFonte: <a href=\"https://www.legiaodemaria.org.br/o-que-e-a-legiao-de-maria\">https://www.legiaodemaria.org.br/o-que-e-a-legiao-de-maria</a>\r\n\r\n</div>","data_hora":"2021-02-26 17:38"},{"id":703,"nome":"TERÇO DOS HOMENS","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-26.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano: </strong>Pe. Leomar Máximo Caixeta\r\n\r\n</p>\r\nA<b> missão do Terço dos Homens</b> é resgatar, para o seio da Igreja de Cristo, homens de todas as idades, pois a <b>presença masculina na Igreja</b> é imprescindível para a <b>formação da família </b>e da sociedade cristã.\r\n\r\nO Terço dos Homens é um <b>exemplo de fé e devoção</b>. A oração do terço, além de nos conduzir para a oração, leva-nos a <b>meditar sobre os principais mistérios da redenção</b> que Cristo nos oferece.\r\n\r\nCom a meditação do mistério redentor, também<b> lembramos Maria de Nazaré</b>, que assumiu a maternidade divina fazendo a vontade de Deus, dando-nos o Salvador. Este foi o jeito que o Pai escolheu para nos dar seu único Filho.\r\n\r\n<strong>Fonte:</strong> <a href=\"https://www.a12.com/santuario/eventos/terco-dos-homens\">https://www.a12.com/santuario/eventos/terco-dos-homens</a>","data_hora":"2021-02-26 17:38"},{"id":701,"nome":"OFICINAS DE ORAÇÃO E VIDA","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-30.png","descricao":"As Oficinas de Oração e Vida (<em>Talleres de Oración y Vida - TOV</em>) constituem o ápice e o coroamento de toda a atividade apostólica de frei Ignacio Larrañaga. Traduzem sua mensagem evangelizadora e sua espiritualidade.\r\n\r\n<strong>Como tudo começou...</strong>\r\n\r\n<em>\"O que é para o povo tem de nascer do povo.”</em>\r\n\r\nOs TOV tiveram início em Santiago do Chile no ano de 1984.\r\n\r\nAté então, entre as muitas atividades de animação e evangelização que frei Ignacio exercera na América Latina, destacava-se o retiro espiritual de cinco dias denominado Encontro de Experiência de Deus (EED), aplicado por primeira vez no Brasil em 1974.\r\n\r\nUma senhora, após participar de um EED, dirigiu-se a frei Ignacio para testemunhar sua experiência e declarar ter descoberto uma riqueza excepcional e única neste retiro. Lamentava que tal programa de espiritualidade ficasse restrito a um pequeno número de pessoas. enquanto o numeroso e faminto povo de Deus se consumia de ânsias divinas.\r\n\r\nEla sugeriu, então, a elaboração de um programa orgânico que transmitisse esta riqueza viva para todo o povo de Deus. Segundo frei Ignacio testemunhou no livro autobiográfico “A Rosa e o Fogo” (1998, p. 153),\r\n<blockquote>Foi nesse exato momento que um relâmpago atravessou minha mente: não será esta uma nova porta que o Pai está me abrindo? [...] Algo especial e grande se avizinhava, suscitando em mim um estado de ânimo singular, como de transe, como de pré-parto. Disse para mim mesmo: 'O que é para o povo tem de nascer do povo\".</blockquote>\r\nAssim nasceu a Oficina de Oração, um serviço de animação eclesial para fortificar a fé do povo e implantar o Deus vivo no coração da sociedade, aberto a todas as pessoas que sinceramente buscam a Deus, independente de seu credo religioso.\r\n\r\nEm 1997, com manifestações de alto apreço do Vaticano, realizou-se a cerimônia de entrega do Decreto de Aprovação dos <em>Talleres de Oración y Vida</em> (TOV) como Associação Internacional de Fiéis, de Direito Pontifício, com Personalidade Jurídica, com a aprovação de seu Estatuto por um período <em>ad experimentum</em> de cinco anos.\r\n\r\nA força de expansão do serviço Oficina de Oração e Vida, os frutos colhidos até então e o testemunho de mais de nove milhões de pessoas que já haviam passado por suas sessões de formação, haviam recebido mais de 1,5 mil depoimentos elogiosos de bispos e párocos de todo o mundo.\r\n\r\nEm 4 de outubro de 2002, seu Estatuto foi aprovado na íntegra e o original encontra-se depositado nos arquivos do Dicastério do Conselho Pontifício para Leigos, no Vaticano, em Roma.\r\n\r\nEm 2004, na Assembleia comemorativa dos vinte anos de fundação dos TOV, em Mérida (MX), frei Ignacio acrescentou o subtítulo \"Uma Nova Evangelização”, que resume a essência de sua missão.\r\n\r\n<strong>Onde o divino e o humano caminham de mãos dadas</strong>\r\n\r\nA Oficina de Oração e Vida é, antes de tudo, um método para aprender a orar. Os participantes, como em uma oficina, onde\r\ntrabalhando se aprende a trabalhar, aprendem a orar orando, de maneira ordenada, variada e progressiva, desde os primeiros passos até às profundidades da contemplação.\r\n\r\nA oração, levada à vida desta maneira, alcança sua dimensão humanizante, conduzindo o participante “do encanto de Deus ao encanto da vida”. Esta frase de frei Ignacio Larrañaga sintetiza, de forma clara e evidente, o caminho que o oficinista percorre no transcorrer das Sessões da Oficina de Oração e Vida.\r\n\r\nO oficinista, à luz da Palavra (bíblica) e de mensagens evangélicas, imerge em momentos de oração, intimidade com Deus,\r\nreflexão e análise da própria vida.\r\n\r\nPaulatinamente, e quase sem se dar conta, começa a se libertar de tristezas e angústias, a curar-se das feridas da vida, a superar complexos de culpa, sentimentos de insegurança, de inferioridade, a recuperar, enfim, a estabilidade emocional e a alegria de viver.\r\n\r\nPasso a passo, é levado a um processo de transformação pessoal cristificante, deixando de ser “ele mesmo”, nos seus traços\r\nnegativos, e assumindo os traços positivos de Jesus — paciência, humildade, mansidão, amor, fortaleza —, perguntando-se, a cada nova circunstância de vida, “O que faria Jesus em meu lugar?”\r\n\r\nA breve história das Oficinas de Oração e Vida tem evidenciado sua notável eficácia transformadora. O testemunho de vida é o fator que confere garantia e credibilidade aos TOV. Proclamada de boca em boca, constitui a principal razão da sua rápida\r\nexpansão no mundo.\r\n\r\nCom justiça, é razoável afirmar que os TOV colaboram na construção da Igreja e da sociedade, pois quem transforma um coração, transforma o mundo!\r\n\r\n<strong>O que é uma Oficina de Oração e Vida?</strong>\r\n\r\nAs Oficinas de Oração e Vida (TOV) são um serviço dentro da Igreja. Entregam aos fiéis um método prático para aprender a orar, e orar de uma maneira ordenada, variada e progressiva: desde os primeiros passos até às profundidades da contemplação.\r\n\r\nA oração levada à vida desta maneira alcança a dimensão humanizante, da qual nos fala nosso Fundador.\r\n\r\nA breve história das Oficinas tem evidenciado uma realidade: elas possuem uma notável eficácia transformadora.\r\n\r\nEm primeiro lugar, a Oficina recebe o Oficinista e, à luz da Palavra, o introduz numa complexa elaboração de reflexão, oração, mensagem evangélica e análise da própria vida. Neste contexto o Oficinista imperceptivelmente é arrastado, quase sem se dar conta, a uma transformação de vida. Não se trata de uma conversão de um final de semana; trata-se de um processo lento e evolutivo ao longo de quatro meses. O testemunho de vida é o fator que confere garantia e credibilidade aos TOV. E esta eficácia transformante, proclamada de boca em boca pelas pessoas, constitui a principal razão da rápida expansão das Oficinas.\r\n\r\nEm segundo lugar, por meio dos exercícios de silenciamento, o sistema nervoso fica impregnado de serenidade e a paz chega à profundidade da alma por meio da vivência do abandono. E assim, por meio de mensagens e exercícios, a malioria dos Oficinistas chega paulatinamente a:\r\n<ul>\r\n \t<li>Libertar-se das tristezas e angústias;</li>\r\n \t<li>Curar-se das feridas da vida;</li>\r\n \t<li>Superar complexos de culpa, insegurança ou inferioridade;</li>\r\n \t<li>Recuperar, enfim, a estabilidade emocional e a alegria de viver;</li>\r\n</ul>\r\nOs TOV conseguem que o divino e o humano caminhem de mãos dadas.\r\n\r\nEm terceiro lugar, a Oficina oferece um caminho extremamente simples, mas eficaz, de santificação cristificante: deixar de ser “eu mesmo”\" nos meus traços negativos e ir assumindo os traços positivos de Jesus: paciência, fortaleza, mansidão, amor, ao perguntar em cada nova circunstância:\r\n<em><strong>\"O que faria Jesus em meu lugar”?</strong></em>\r\nImpressiona escutar os familiares, quando exclamam admirados: “Como está mudada nossa mãe, nosso irmão”...!\r\nO bem e o mal nascem no coração do indivíduo. A Oficina atinge o coração e o transforma num baluarte de harmonia, serenidade e amor.\r\n\r\nDo coração convertido, estes dons se irradiam à família e da família para a sociedade.\r\n\r\nQuem transforma um coração, transforma o mundo. Podemos dizer que os TOV colaboram na construção da Igreja e também da sociedade.\r\n\r\n<strong>Fonte:</strong> <a href=\"https://www.tovbrasil.com.br/aboutTOV\">https://www.tovbrasil.com.br/aboutTOV</a>","data_hora":"2021-02-26 17:38"},{"id":699,"nome":"MOVIMENTO FOCOLARES","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-32.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano: </strong>Padre Fernando Antônio Coelho\r\n\r\n</p>\r\n<strong>O Movimento dos Focolares tem a fisionomia de uma grande e variada família, de um “povo novo nascido do Evangelho”, assim como o definiu a sua fundadora, Chiara Lubich, que o fundou em 1943 em Trento (Itália)</strong>, durante a segunda guerra mundial, como uma corrente de renovação espiritual e social. Aprovado em 1962 com o nome oficial de <strong>Obra de Maria</strong> e difundido em mais de 180 países com mais de dois milhões de participantes.\r\n\r\n<strong>A mensagem que quer levar ano mundo é a mensagem da unidade.</strong> O seu objetivo, portanto, é cooperar na construção de um mundo mais unido, estimulados impelidos pela oração de Jesus ao Pai <strong>“para que todos sejam uma coisa só”</strong> (Jo 17,21), no respeito e na valorização das diferenças. E, para alcançar esta meta, se favorece-se o diálogo, no empenho constante de construir pontes e relacionamentos de fraternidade entre os indivíduos, os povos e as áreas âmbitos culturais.\r\n\r\nFazem parte do Movimento encontra dentro de si<strong> cristãos de muitas Igrejas e comunidades cristãs, fiéis de outras religiões e pessoas de convicções não religiosas</strong>. Cada um adere ao Movimento compartilhando o suas finalidades objetivo e o sua espiritualidade, <strong>na fidelidade à própria Igreja, fé, e consciência</strong>. <strong>Focolares são chamadas as comunidades nas quais vivem as pessoas que pronunciaram votos de castidade, pobreza e obediência no Movimento. Também fazem parte do focolare pessoas casadas</strong> que, fiéis ao próprio estado de vida e continuando a viver a própria vida familiar, partilham com os consagrados virgens a escolha radical de pôr em prática o amor evangélico e de viver para realizar a unidade.\r\n\r\nFonte: <a href=\"https://www.focolare.org/pt/chi-siamo/\">https://www.focolare.org/pt/chi-siamo/</a>","data_hora":"2021-02-26 17:38"},{"id":697,"nome":"PASTORAL DA ESPERANÇA","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-12.png","descricao":"A Pastoral da Esperança olha para o futuro, ela não está presa apenas nas coisas do cotidiano, mas seu olhar transcende a própria natureza humana em direção da eternidade. A ressurreição de Jesus Cristo é a mais bela lição de amor oferecida pelo Pai. Nossa vitória foi alcançada pelos méritos de Cristo crucificado.\r\n\r\nA Pastoral da Esperança trabalham da direção da Juventude eterna. Ela quer celebrar a vida em todos os momentos, mas acima de tudo, permitir que as pessoas tenham mais confiança em Deus, sobretudo nas horas de sofrimentos.\r\n\r\nA Pastoral da Esperança não apenas trabalha com as pessoas que perderam seus entes queridos. A tarefa é também reanimar as vidas das pessoas que parecem muitas vezes como que mortas. As Pastorais e os movimentos dentro da Igreja são carentes de um estudo sobre a Esperança e sobre a fé em um Deus amigo que não quer a morte para ninguém. Deus é o Deus dos vivos.\r\n\r\nA P. E. acredita no sorriso de uma criança e na força do Jovem, que segue o caminho de Cristo Jesus, apoia os casais e sabe que a família é protagonista de todas as esperanças.\r\n\r\nOs jovens cada dia estão cheio de desesperança. A Pastoral quer fomentar no jovem a Esperança de um futuro melhor. Ela provoca um debate com o jovem, a fim de que os mesmos possam assumir com entusiasmo sua caminhada de fé.\r\n\r\nA esperança, para tornar realidade, não basta sonhar. Ela é o resultado de um ideal vivido, de um sair de si, e de um confiar; está intimamente ligada à providência de Deus. Quem nele deposita sua esperança nunca será decepcionado.\r\n\r\nJesus é a nossa única esperança,promessa de amor vinda do Pai. Se Jesus prometeu, Ele cumprirá. Nele seremos eternizados.\r\n\r\nA Bíblia é o grande livro da esperança. Nele os homens e mulheres são nutridos da Promessa do Pai.\r\n\r\nNossa razão de viver está apenas em Deus. Se Deus é por nós, quem será contra nós?\r\n\r\nTer esperança é Ter fé, é acreditar na providência de Deus; é buscar a providência de Deus; é buscar o Reino de Deus. Tudo é possível, \"se creres farás obras maiores do que as que eu faço\". A esperança tem sua raiz na fé. A fé é a segurança do que se espera. \"Quem crê em mim, ainda que esteja morto viverá\" ( Cf. Jo 11,25)\r\n\r\nSenhor, eis que deixamos tudo parte seguir. Em verdade eu vos digo, ... receberão 100 vezes mais nesta vida e a vida eterna.\r\n\r\n<strong>O QUE FAZ A PASTORAL DA ESPERANÇA?</strong>\r\n\r\nA P.E. quer conscientizar as pessoas que é necessário:\r\n\r\n1) Viver diante de Deus - na oração, no trabalho, na partilha do pão, no amor fraterno, Ter consciência que Jesus é o nosso Salvador.\r\n\r\n2) Viver de frente para o futuro de Deus - esperar uma recompensa maior \"a ETERNIDADE\". Muitos pecados poderiam ser evitados, muitas vidas poderiam ser vividas com maior alegria, se as pessoas depositassem mais confiança na vida eterna.\r\n\r\nA P.E. ajuda as pessoas a depositar todas as suas esperanças no Senhor Jesus que é o princípio e o fim. Somos convidados a viver em harmonia com o eterno Deus, Tudo aquilo que nos cega diante da proposta do Reino, tem que ser banida de uma vez por todas.\r\n\r\nNeste Novo Milênio a esperança deve ser a chama viva que irá renovar a mente e os corações da humanidade. Esperança esta que garante pelo próprio testemunho que Deus está vivo. Ele não está morto. É Deus que nos acolhe com seu coração misericordioso. A P.E. não pode ser senão a Pastoral da misericórdia divina, do abraço, da fé; da certeza e da esperança de um mundo melhor.\r\n\r\nNa vida do sacerdotal a Pastoral da Esperança é uma fonte de luz e compreensão. Além de rezar pelos sacerdotes falecidos, ela intensifica suas orações a favor de todos os padres que tem a esperança de realizar muitos trabalhos a fim de que o Reino Cresça cada vez mais.\r\n\r\nEla promove confraternizações com seu pároco e seus vigários, alimentando a caridade pastoral e incentivando-os em seus trabalhos. Juntamente com o padre programa missas para os familiares enlutados, organiza as missas de 7º dia, apresenta as pessoas que perderam seus entes queridos e se possível levar o padre na casa daqueles que sentiram mais a perda de algum membro familiar.\r\n\r\n<strong>QUAIS SÃO SEUS OBJETIVOS?</strong>\r\n\r\nDivulgar, anunciar, testemunhar que Jesus Cristo Ressuscitou, e na sua Ressurreição podemos alcançar a nossa;\r\n\r\nMostrar que a morte e Ressurreição de Jesus abriu para nós as portas do Reino de Deus;\r\n\r\nLevar o consolo, a esperança, o amor, a compreensão, às pessoas que estão tristes e desanimadas;\r\n\r\nFormar um povo cheio de esperança e de luz;\r\n\r\nTirar das pessoas tantos pensamentos ruins, suicídios, separações, drogas, mentiras, etc.;\r\n\r\nPromover a coragem para renunciar as coisas passageiras, depositando sua confiança nos bens eternos;\r\n\r\nDespertar nas pessoas que é necessário viver a vontade de Deus, revestindo de Cristo, deixando de lado os desejos da carne;.\r\n\r\nLevar o povo a acreditar na providência de Deus. Quando ele promete, cumpre.\r\n\r\nVaidade das vaidades, tudo é vaidade. Somente Deus dá o alimento de vida eterna;\r\n\r\nAlertar as pessoas que a salvação acontece agora. Não é preciso esperar.\r\n\r\n<strong>PLANO DE TRABALHO</strong>\r\n\r\n1. Realizar um encontro a nível de setor sobre a Pastoral da Esperança, aberto a todas as paróquias;\r\n\r\n2. Buscar uma maior integração com o nosso pároco;\r\n\r\n3. Chamar mais pessoas que queiram trabalhar nesta pastoral\r\n\r\n4. Organizar textos bíblicos ( fazer um livrete) que nos ajude a compreender melhor a nossa fé em Jesus Cristo e seu Reinado;\r\n\r\n5. Ampliar o campo de trabalho, no sentido de, que a Pastoral da Esperança trabalhe somente com pessoas enlutadas.\r\n\r\n6. Formar uma comissão que promova um estudo mais aprofundado sobre temas como: a Ressurreição, a Dor e a morte na perspectiva cristã, a vida eterna, o que acontece com nossa vida após a morte, as condições básicas para eternizar nossa vida, o Catecismo Católico, a oração, etc\r\n\r\nFonte: <a href=\"http://www.netvip.com.br/paroquiafatima/esperanca.htm\">http://www.netvip.com.br/paroquiafatima/esperanca.htm</a>","data_hora":"2021-02-26 17:37"},{"id":695,"nome":"GRUPOS DE REFLEXÃO BÍBLICA","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-36.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano:</strong> Padre Marcelo Marins Gonçalves\r\n\r\n</p>\r\nCriado em 1990, o GREBIN é um órgão consultivo da CNBB, que assessora na reflexão, orientação e animação da pastoral bíblica. É formado por biblistas e representantes de instituições bíblicas. O grupo foi criado para articular, animar e promover a formação bíblica a partir da caminhada entre os regionais e as dioceses.\r\n\r\n<strong>Fonte:</strong> <a href=\"https://www.cnbb.org.br/grupo-de-reflexao-biblica-nacional-grebin/\">https://www.cnbb.org.br/grupo-de-reflexao-biblica-nacional-grebin/</a>","data_hora":"2021-02-26 17:37"},{"id":693,"nome":"BIOENERGÉTICA","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-37.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano: </strong>Padre Divino José Gonçalves</p>\r\nOs adeptos da terapia Bioenergética consideram que existe uma forma de energia particular que cria uma interação entre o corpo e o espírito, governando os estados físico e mental. Ainda não foi possível medir essa força, mas, ela é também conhecida como “QI”, “Prana, “Força Vital”, “Vitalismo”, etc.\r\n\r\nO conceito da existência de uma energia única que une o corpo e o espírito constitui um dos fundamentos de terapias orientais como a Yoga, e o Tai-chi-chuan.\r\n\r\nOs praticantes da Bioenergética creem que os problemas psicológicos, o stress, as atitudes negativas e as emoções como a ira e o medo, têm uma influência sobre a maneira de se sentar, de se manter em pé, de se mover ou de respirar.\r\n\r\nO objetivo da Bioenergética é, antes de tudo, ajudar as pessoas a tomar consciência de suas posturas, de suas atitudes de “bloqueio” das emoções associadas a essas posturas e atitudes.\r\n\r\nPela a prática de certos exercícios, as pessoas aprendem a liberar a tensão muscular, de modo a permitir que o corpo funcione livremente e naturalmente. Os exercícios incluem muitos exercícios de correção de postura e respiração.\r\n\r\nAlém disso, a Bioenergética dá muito mais importância ao crescimento pessoal que à cura das doenças. Servindo, assim, para o aprofundamento do conhecimento que as pessoas têm delas mesmas. A Bioenergética é geralmente praticada para se manter em forma,  elevar a autoestima e desenvolver uma atitude positiva em relação ao próprio corpo. Por isso, a Bioenergética não é vista como uma forma direta de tratamento de doenças.\r\n\r\n<strong>Fonte:</strong> <a href=\"https://cleofas.com.br/o-que-e-bioenergetica-2/\">https://cleofas.com.br/o-que-e-bioenergetica-2/</a>","data_hora":"2021-02-26 17:37"},{"id":691,"nome":"PASTORAL DA ACOLHIDA E DO MIGRANTE","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-28.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano:</strong> Padre Geraldo Magela de Almeida\r\n\r\n</p>\r\n“Acolher o outro é acolher a Deus em pessoa” (Papa Francisco). No processo de acolhimento, especificamente na vida paroquial, a pastoral da acolhida se apresenta como uma estratégia que possibilita o contato direto com as pessoas que, quando são fortalecidas na fé, assumem um papel ativo na Igreja.\r\n\r\nO próprio Jesus Cristo também foi acolhido em Jerusalém: “Quando Jesus entrou na cidade de Jerusalém, uma grande multidão o acolheu com ramos verdes nas mãos. Tanto os que iam na frente como os que vinham atrás começaram a gritar: Hosana ao filho de Davi! Deus abençoe aquele que vem em nome do Senhor!” (Mc 11,9)\r\n\r\nPromover esse espírito de integração e a fraternidade, suscitando o sentido de pertença o bem-estar de todas as pessoas na comunidade, tendo sempre como modelo inspirador a pessoa de Jesus Cristo é o principal objetivo da Pastoral da Acolhida. Listamos, então, alguns outros aspectos que são importantes na missão dessa pastoral. Confira!\r\n<ol>\r\n \t<li><strong>Prestar serviço à comunidade-Igreja</strong>, criando um ambiente fraterno, revelador da presença de Jesus, promovendo uma melhor e adequada recepção e integração das pessoas que já participam das atividades comunitárias, bem como daquelas que procuram a comunidade em ocasiões especiais, ou mesmo daquelas que procuram pela primeira vez;</li>\r\n \t<li><strong>Desenvolver e fortalecer o acolhimento humano</strong>, cordial, atencioso, entusiasmado e vivo de maneira que, movidas pela força do Espírito Santo, tornem-se irradiadoras da alegria do encontro com o Cristo que soube ser solidário;</li>\r\n \t<li><strong>Promover o acolhimento nas celebrações e nos serviços eclesiais</strong>, tais como: catequese, batismo, crisma, casamento, aconselhamento, confissão, funerais, plantões de atendimento e outros, com disposição constante para cativar no servir.</li>\r\n</ol>","data_hora":"2021-02-26 17:36"},{"id":690,"nome":"SOCIEDADE SÃO VICENTE DE PAULO &#8211; SSVP","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-25.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano:</strong> Padre Fábio Gonçalves Ferreira Sucupira\r\n\r\n</p>\r\n<p class=\"noticias_pg\"><strong>A Sociedade de São Vicente de Paulo</strong></p>\r\nA Sociedade de São Vicente de Paulo (SSVP) é uma organização civil de leigos, homens e mulheres, dedicada ao trabalho cristão de Caridade. Foi criada em 23 de abril de 1833, em Paris, na França, por um grupo de 6 jovens universitários católicos e um senhor mais velho, com o objetivo de aliviar o sofrimento das pessoas vulneráveis e fortalecer a fé de seus membros. Rapidamente a Sociedade espalhou-se pelo mundo e já está presente em 150 países.\r\n\r\nEm seu trabalho caritativo auxilia diariamente cerca de 30 milhões de pessoas, por meio da dedicação dos cerca de 800 mil voluntários que formam a SSVP.\r\n\r\nInternacionalmente, a Sociedade de São Vicente de Paulo é membro da Organização das Nações Unidas, participando do Conselho Econômico e Social (Ecosoc).\r\n\r\nNo Brasil, a instituição foi fundada em 1872. No nosso país são aproximadamente 153 mil membros, também conhecidos como confrades (homens) e consócias (mulheres). Aqui a instituição mantém creches, escolas, projetos sociais, lares de idosos, e contato semanal com cerca de 74 mil famílias em necessidade.\r\n\r\nEssa atuação foi reconhecida com o prêmio “Direitos Humanos – categoria idosos”, oferecido pelo governo federal e também com o recebimento, em 2013, da Medalha do Mérito Legislativo, oferecida pela Câmara dos Deputados.\r\n\r\n<strong>Uma rede de caridade</strong>\r\n\r\nO trabalho de Caridade desenvolvido pela Sociedade de São Vicente de Paulo ao longo de mais de um século no Brasil teve como consequências uma expansão de atividades e a obtenção de uma grande credibilidade por parte da população.\r\n\r\nAssim, pouco a pouco, foi sendo formada uma grande rede de Caridade, formada pelos voluntários, que se reúnem em Conferências. Elas são grupos que se reúnem em paróquias, escolas, residências e têm como objetivo organizar o serviço prestado por seus membros às famílias favorecidas.\r\n\r\nExistem cerca de 20 mil Conferências no Brasil, que reúnem aproximadamente 153 mil voluntários.\r\n\r\nAlém de atuar em situações emergenciais provendo alimentos, roupas e remédios para pessoas em apuros, a Sociedade de São Vicente de Paulo procura encontrar formas de promoção das pessoas que ajuda.\r\n\r\nIsso significa que a obra dos vicentinos visa tornar as pessoas independentes e produtivas. Com o contato semanal, é possível atingir esse resultado.\r\n\r\n<strong>Como posso ajudar?</strong>\r\n\r\nExistem diversas formas de você fazer parte desta rede de Caridade. Você pode se tornar um voluntário ou ser um benfeitor da SSVP.\r\n\r\nPara ser um voluntário vicentino é preciso frequentar as reuniões das Conferências. Para isso, basta procurar uma  Paróquia onde haja o grupo e comparecer. Aos poucos, você irá conhecer a dinâmica da atuação social e a organização que garante um bom atendimento às pessoas beneficiadas. Nesse momento você será considerado um aspirante e à medida que for caminhando no trabalho da Caridade poderá ser considerado um vicentino. E será muito bem-vindo.\r\n\r\nOutra forma de ajudar a SSVP é sendo um colaborador afetivo e efetivo da instituição. Se você quer fazer o bem às pessoas atendidas pelas Conferências pode realizar doações diretamente para qualquer grupo vicentino, que você localiza nas paróquias ou nas sedes locais da Sociedade de São Vicente de Paulo.\r\n\r\nAs doações podem ser: roupas, calçados, alimentos, móveis, cadeiras de rodas, muletas, brinquedos, itens de higiene pessoal ou contribuições financeiras.\r\n\r\nNa SSVP temos um lema: “aqui nada se perde, tudo se destina”.\r\n\r\nFonte: <a href=\"https://ssvpbrasil.org.br/a-ssvp/\">https://ssvpbrasil.org.br/a-ssvp/</a>","data_hora":"2021-02-26 17:36"},{"id":688,"nome":"PASTORAIS SOCIAIS","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-29.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>(Solidariedade, Partilha, Misericórdia, Cáritas)</strong></em>\r\n<strong>Assessor Diocesano: </strong>Irmã Maria de Cléofas\r\n\r\n</p>\r\nTrata-se de proclamar a Boa Nova do Evangelho entre os mais pobres, através de uma presença, de um alerta, de uma ação social e de uma articulação-parceria.\r\n<ul>\r\n \t<li>Uma <i>presença </i>(testemunho) junto aos setores mais marginalizados da população, aos porões da sociedade, aos “infernos” do sofrimento humano.</li>\r\n \t<li>Uma <i>alerta </i>(denúncia e anúncio) à Igreja e à sociedade civil sobre a existência desses submundos, alerta que é uma espécie de antena permanentemente sintonizada com o clamor dos oprimidos.</li>\r\n \t<li>Uma <i>ação social </i>(serviço) que multiplica atividades de conscientização, organização e transformação, as quais levam à conversão pessoal, por um lado, e a mudanças concretas de ordem social, econômica e política, por outro.</li>\r\n \t<li>Uma <i>articulação-parceria </i>(diálogo) com as demais igrejas, cristãs e não cristãs, e com as forças vivas que contribuem para transformar a sociedade em que vivemos.</li>\r\n</ul>\r\n<b>Missão da Pastoral</b>\r\n<ul>\r\n \t<li>Trata-se da organização de serviços que garantam a vivência de uma dimensão essencial da missão da Igreja, a pratica do amor aos pobres e a todas as pessoas que sofrem injustiças.</li>\r\n \t<li>Assumindo com nova força essa opção pelos pobres, manifestamos que todo o processo evangelizador envolve a promoção humana e autêntica libertação sem a qual não é possível uma ordem justa na sociedade (DAp, 399).</li>\r\n \t<li>A lição da <i>Gaudium Et Spes</i>: “As alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens e mulheres de hoje, sobretudo dos pobres e de todos aqueles e aquelas que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos e discípulas de Cristo”.<i></i></li>\r\n \t<li>Para a Igreja o serviço da caridade, assim como o anúncio da Palavra e a celebração dos sacramentos, é expressão irrenunciável da sua própria essência. (DAp, 399)</li>\r\n \t<li>A missão da pastoral social se coloca nas fronteiras da evangelização, no mundo dos pobres e marginalizados (Missão da pastoral Social, 2008).</li>\r\n</ul>\r\n<b>As Lições para as Pastorais Sociais</b>\r\n<ul>\r\n \t<li>Inserção, articulação – integração crescente entre as várias pastorais sociais. A possibilidade de ações combinadas, no sentido de concretizar o espírito de uma pastoral “orgânica e de conjunto”.</li>\r\n \t<li>A metodologia – Conjugação de eventos nacionais com infinitas manifestações locais. Podemos falar, efetivamente, em um grande “mutirão nacional”. Apesar das diferenças, foi possível unir esforços em ações conjuntas. Daí o caráter amplo, plural, aberto, democrático, ecumênico e participativo das iniciativas.</li>\r\n \t<li>A participação popular plebiscitos, leis de iniciativa popular…</li>\r\n \t<li>O protagonismo dos Excluídos atividades e reflexões crescem a partir das bases. O protagonismo dos excluídos caminha lado a lado com o protagonismo dos leigos e das mulheres.</li>\r\n \t<li>Inserção sócio-política: O seguimento de Jesus tem desdobramentos sócio-políticos intransferível. Relacionar a ação localizada com uma visão global.</li>\r\n \t<li>A espiritualidade libertadora, vivida no conflito e na gratuidade.</li>\r\n</ul>\r\n<strong>Fonte:</strong> <a href=\"https://cnbbs2.org.br/pastorais-sociais/\">https://cnbbs2.org.br/pastorais-sociais/</a>","data_hora":"2021-02-26 17:36"},{"id":687,"nome":"PASTORAL DA SOBRIEDADE","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-15.png","descricao":"A Pastoral da Sobriedade é a ação concreta da Igreja na Prevenção e Recuperação da Dependência Química.\r\n\r\nÉ uma ação pastoral conjunta que busca a integração entre todas as Pastorais, Movimentos, Comunidades Terapêuticas, Casas de Recuperação para, através da pedagogia de Jesus-Libertador, resgatar e reinserir os excluídos, propondo uma mudança de vida através da conversão.\r\n\r\nPastoral é uma atuação especial da Igreja, diante de um problema da sociedade, no momento em que ele se apresenta. É uma resposta da Igreja a uma problemática social.\r\n\r\nConsiderando que 25% da população brasileira está, direta ou indiretamente, ligada ao fenômeno das drogas, que cada vez mais cedo os adolescentes entram em contato com as drogas, carregando consigo, em média, quatro outras pessoas, chamadas de co-dependentes, membros da família e amigos, a Pastoral da Sobriedade capacita aqueles, que de alguma maneira, se identificam com a causa e desejam lutar pela vida, tornando-se um Agente da Pastoral da Sobriedade.\r\n\r\n“A Igreja tem por missão transmitir a palavra do Evangelho que abre para a vida de Deus e de fazer descobrir o Cristo, Palavra de Vida, que oferece um caminho de crescimento humano e espiritual.\r\n\r\nA exemplo de seu Senhor, e solidário com seus irmãos na humanidade, a Igreja vem em socorro dos menores e dos mais fracos, cuidando daqueles que estão feridos, fortalecendo aqueles que estão doentes, reforçando a promoção pessoal de cada um.\r\n<blockquote>Por isso, às famílias tocadas pela provação, quero dizer: - - Não se desesperem! - - Ao contrário, - - rezem comigo, - - para que se multipliquem esses bons samaritanos que atuam na estrutura pública. Bem como os grupos de voluntariado, entre os cidadãos comuns e os responsáveis pelo povo, e que se forme assim uma frente compacta que se empenhe sempre mais não só na Prevenção e na Recuperação dos toxicodependentes, como também em denunciar e perseguir legalmente os traficantes da morte e em desbaratar as redes de desagregação moral e social”.\r\n\r\nJoão Paulo II</blockquote>\r\n<strong>DESAFIO</strong>\r\n\r\n\"Frente a esse flagelo da droga que assola direta ou indiretamente quase 100 milhões de brasileiros, que há muito tempo vem escravizando tirando a dignidade e a consciência de muitos dependentes e desestruturando seus familiares \"co-dependentes\", nós como Igreja, nos omitimos.\r\n\r\nSabemos que no Brasil já existem muitos trabalhos de Prevenção e Recuperação em dependência química, agradecemos a Deus por eles!\r\nAgora porém, pela graça de Deus e inspirados pelo Espírito Santo, Dom Irineu Danelon e os Bispos do Brasil, na 36ª Assembléia, em Itaici/98, profeticamente e com a certeza absoluta de defender a vida – \"Vida plena e em abundância\" Jo 10,10 – a proposta de Jesus Cristo – corajosamente aprovaram a criação da Pastoral da Sobriedade para que em nossa Igreja tenhamos uma ação concreta e organizada com 5 frentes de atuação: Prevenção, Intervenção, Reinserção familiar e social e Atuação Política. E para não termos mais, apenas um discurso vazio ou oferecemos uma salinha para alguns se reunirem anonimamente, mas sim, nos comprometermos na prevenção e na recuperação dos dependentes químicos e de seus familiares, com o Grupo de Auto-ajuda, através de reuniões semanais vivenciando os 12 Passos da Pastoral da Sobriedade, fundamentados e baseados no Evangelho e na doutrina da Igreja.Como Igreja viemos para somar com todas as iniciativas já existentes nesta área. Queremos trabalhar em conjunto, principalmente na Prevenção e Atuação Política.\r\n\r\nPrevenir é a nossa prioridade. E a eficácia da Prevenção vai depender da boa articulação política de cada Diocese, Paróquia com todas as forças vivas da sociedade, forças essas que juntas querem promover a Vida.\r\n\r\nDevemos e precisamos trabalhar em parceria com tudo e com todos que são a favor do resgate da dignidade, da auto-estima de cada dependente químico e de seus familiares. Como Igreja, a exemplo de nosso Mestre Jesus, a Pastoral da Sobriedade, unindo-se a todas as Pastorais Sociais e Movimentos comprometidos com o Projeto de Jesus Cristo-Libertador, queremos fazer dos excluídos os nossos preferidos.\r\n\r\nSe somos cristãos e podemos ajudar a libertar um dependente químico, é de fundamental importância que este conheça o verdadeiro libertador – Jesus Cristo – e não ser apenas um Ser Superior, evangelizando-o, ou melhor dizendo, revangelizando-o junto com seus familiares para que todos se ajudem mutuamente, pois onde há um dependente químico na família, todos patologicamente contribuem, consciente ou inconsciente para esse mal. Por isso a Pastoral da Sobriedade trabalha não só o dependente químico mas quer atingir também os co-dependentes, os familiares. O trabalho da Pastoral da Sobriedade acontece de forma sistêmica, envolve o dependente químico, seus familiares e amigos, engajando-os comunidade a qual pertencem.Nós responsáveis pela Formação, Capacitação, Treinamento e Implantação dos Grupos de Auto-Ajuda da Pastoral da Sobriedade nas Dioceses, Paróquias e Comunidades trabalhamos dentro das Diretrizes de Evangelização do Projeto do Novo Milênio.\r\n\r\nA Pastoral da Sobriedade é uma atuação especial em resposta a um problema social, dirigida pelos pastores e em comunhão com toda a doutrina da Igreja. O único pastor da Igreja. O único pastor é Jesus Cristo. Nós todos somos participantes desse pastoreio.\r\n\r\nO agente da pastoral da Sobriedade deve estar aberto ao diálogo, disponível para o serviço e em sobriedade. Ser testemunha viva em sua comunidade, participar de todo o projeto paroquial e jamais agir isoladamente, tendo presente que o primeiro motivador e coordenador na paróquia é o padre, junto com o CPP.\r\n\r\nPerseverando na comunhão queremos viver em Cristo, promovendo a vida e a união fraterna entre os irmãos; partilhando, na vivência solidária, tudo o que temos, sabemos e somos.\r\nA você que é ou vai se tornar um Agente da Pastoral da Sobriedade e também a todos aqueles que já estão no Projeto de Jesus, Este um dia lhe dirá:\r\n\r\n\"Vinde benditos de meu Pai, tomai posse do Reino que vos está preparado desde antes da criação do mundo; porque tive fome e me destes de comer, tive sede e me destes de beber, era peregrino e me acolhestes, estava nu e me vestistes, enfermo e me visitastes, estava na prisão ... era dependente químico ... e viestes a mim\".\r\n\r\n<strong>Fonte:</strong><a href=\"http://www.sobriedade.org.br/\"> http://www.sobriedade.org.br/</a>","data_hora":"2021-02-26 17:36"},{"id":686,"nome":"COMUNIDADE CATÓLICA SHALOM","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-1.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https://www.instagram.com/shalompatosdeminas/?hl=pt-br\">Instagram</a>   <a href=\"https://www.youtube.com/channel/UCObqcry5-hATTVwBQqv9mEw\"> Youtube</a></p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano:</strong> Padre Cleber Faria Silva\r\n\r\n</p>\r\nA Comunidade Católica Shalom é uma Associação Privada Internacional de Fieis, com personalidade jurídica, reconhecida pela Santa Sé com o decreto do dia 22 de fevereiro de 2007, junto ao então Pontifício Conselho para os Leigos (cujas competências e funções são atualmente assumidas pelo Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida). Na mesma data, em 2012, seus estatutos tiveram sua aprovação definitiva.\r\n\r\nPresente em dezenas de países do mundo, a Comunidade Católica Shalom é formada por homens e mulheres que, na diversidade das formas de vida presentes na Igreja, engajam-se em uma vida comunitária e missionária com a finalidade de levar o Evangelho de Jesus Cristo a todos os homens e mulheres, especialmente aqueles distantes de Cristo e da Igreja.\r\n\r\n<strong>Fonte:</strong> <a href=\"https://comshalom.org/comunidade/\">https://comshalom.org/comunidade/</a>","data_hora":"2021-02-26 17:35"},{"id":685,"nome":"RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-23.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https://www.instagram.com/rccdiocesepm/?hl=pt-br\">Instagram</a>    <a href=\"https://www.facebook.com/rccdiocesana\">Facebook</a>    <a href=\"https://rccdiocesana.blogspot.com/?fbclid=IwAR1OzaG8BAc7Jt8csMV9P1f0MeJHDMgDOuRLCNUJ1j0zMBDvJG1ZMuiNZqQ\">Site</a>    <a href=\"https://www.youtube.com/channel/UCVhVhF7ymGHiKTZnbPDZViw\">YouTube</a></p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"></p>\r\n\r\n<div class=\"dentro_b\"><span class=\"titulo_interno\"><strong>1 - Introdução</strong>\r\n</span>A Igreja, ao longo de sua história, tem presenciado o surgimento de muitos \"despertares\" e movimentos de “renovação”. Como observa o conceituado teólogo Heribert Mühlen, em muitos deles “irrompe assim, novamente, a vitalidade pentecostal da Igreja, e isso de um modo nunca previsto”.O \"século da Igreja\", como foi muitas vezes definido o século XX, já se iniciará sob o signo de uma necessidade: o desejo da presença criadora e libertadora do Espírito.Em 9 de maio de 1897, o Papa Leão XIII publicou a Encíclica<em> Divinum Illud Munus</em>, sobre o Espírito Santo, \"lamentando que o Espírito Santo fosse pouco conhecido e apreciado, concita o povo a uma devoção ao Espírito\". A leitura, os sermões e livros sobre este documento influenciarão muitas pessoas, estimulando também um número importante de estudos sobre o papel do Espírito Santo na Igreja.Passadas algumas décadas e convocado solenemente no dia 25 de dezembro de 1961, através da Constituição Apostólica <em>Humanae Salutis</em>, a vida da Igreja contemporânea ficará profundamente marcada pelo Concílio Vaticano II (1962-1965).\r\n\r\nSuperando a fase apologética defensiva contra o mundo moderno, teve o Concílio o mérito de recolher e direcionar vozes proféticas do século XIX, que buscaram redescobrir a integridade e o ministério da Igreja, bem como movimentos na primeira metade do século XX, entre eles: Movimento Litúrgico, Movimento Bíblico, Movimento Ecumênico, etc., e que traziam um desejo comum: \"renovar a vida da Igreja e dos batizados a partir de um retorno às origens cristãs\".\r\n\r\nPara seu promotor, o Papa João XXIII(8) , o Concílio deveria ser uma \"abertura de janelas\" para que um \"ar novo e fresco\" renovasse a Igreja.\r\n\r\nDepois de quatro etapas conciliares, o Papa Paulo VI encerrou o Concílio Ecumênico Vaticano II em uma cerimônia ao ar livre, na Praça de São Pedro, no dia 8 de dezembro de 1965.\r\n\r\nTendo também sido qualificado como o Concílio do Espírito Santo, \"O Vaticano II foi um verdadeiro Pentecostes como o mesmo João XXIII havia desejado e ardentemente pedido” e, embora a dimensão carismática jamais deixasse de existir na realidade e na consciência eclesial, sobretudo na <em>Lumen Gentium</em>, em seu primeiro capítulo, o Vaticano II nos torna manifesto esta realidade não como algo secundário, mas como fundamental. Segundo este documento a Igreja é intrinsecamente carismática.\r\n\r\nO Concílio Vaticano II não vê nenhum motivo para que se estabeleça uma oposição entre \"carisma\" e \"ministério\" ou \"carisma\" e \"instituição\"; tal como as instituições e os ministérios, os carismas são realidades igualmente essenciais para a Igreja. O Concílio consegue, assim, superar as antigas impostações dicotômicas que predominaram no campo teológico por vários anos e recupera o equilíbrio salutar da eclesiologia: o Espírito guia a Igreja e a \"unifica na comunhão e no ministério; dota-a e dirige-a mediante os diversos dons hierárquicos e carismáticos\" (LG 4).\r\n\r\n</div>\r\nNa perspectiva do Cardeal Suenens, João XXIII estava consciente de que a Igreja necessitava de um novo pentecostes e acrescenta: “Agora, olhando para trás, podemos dizer que o concílio, indicando a sua fé no carisma, fez um gesto profético e preparou os cristãos para acolher a Renovação Carismática que está se espalhando por todos os cinco continentes”.\r\n\r\nNa compreensão que tem de si, a Renovação Carismática se percebe como um acontecimento estreitamente vinculado ao Concílio:\r\n\r\nA Renovação Carismática apareceu na Igreja Católica no momento em que se começava a procurar caminhos para pôr em prática a renovação da Igreja, desejada, ordenada e inaugurada pelo Concílio Vaticano II.\r\n\r\nNão se havia passado um ano sequer ao término do Concílio, quando em 1966 começou a despontar o fenômeno religioso chamado agora Renovação Carismática.\r\n\r\nNão sendo, pois, um acontecimento isolado, podemos localizar a Renovação Carismática como um dos desdobramentos da evolução da espiritualidade pós-conciliar.\r\n\r\n<strong><span class=\"titulo_interno\">2 - O nascimento da Renovação Carismática Católica.</span></strong>\r\n\r\nA Renovação Carismática Católica, ou o Pentecostalismo Católico, como foi inicialmente conhecida, teve origem com um retiro espiritual realizado nos dias 17-19 de fevereiro de 1967, na Universidade de Duquesne (Pittsburgh, Pensylvania, EUA).\r\n\r\nEm uma carta enviada dois meses após (29 de abril de 1967), a um professor, Monsenhor Iacovantuno, Patti Gallagher, uma das estudantes que participou do retiro, assim relatou o que aconteceu naqueles dias:\r\n<blockquote>Tivemos um Fim de Semana de Estudos nos dias 17-19 de fevereiro. Preparamo-nos para este encontro, lemos os Atos dos Apóstolos e um livrinho intitulado \"A Cruz e o Punhal\" de autoria de David Wilkerson. Eu fiquei particularmente impressionada pelo conhecimento do poder do Espírito Santo e, pelo vigor e a coragem com que os apóstolos foram capazes de espalhar a Boa Nova, após o Pentecostes. Eu supunha, naturalmente, que o Fim de Semana me seria proveitoso, mas devo admitir que nunca poderia supor que viria a transformar a minha vida!\r\n\r\nDurante os nossos grupos de discussão, um dos líderes colocou em tela o fato de que nós devemos confirmar constantemente os nossos votos de Batismo e de Crisma, assim como devemos ter a alma mais aberta para o Espírito de Deus. Pareceu-me curioso, mas um pouco difícil de acreditar quando me foi dito que os dons carismáticos concedidos aos apóstolos são ainda dados às pessoas nos dias atuais – que ainda existem sinais do poder divino e milagres – e que Deus prometeu emanar o seu Espírito para que se fizesse presença a todos os seus filhos. Decidimos, então, efetuar a renovação dos votos de Batismo e de Crisma como parte do serviço da missa de encerramento, no domingo à noite. Mas, no entanto, o Senhor tinha em mente outras coisas para nós!...\r\n\r\nNo sábado à noite, tínhamos programado uma festinha de aniversário para alguns dos colegas, mas as coisas foram simplesmente acontecendo sem alternativa. Fomos sendo conduzidos para a capela, um de cada vez, e recebendo a graça que é denominada de Batismo no Espírito Santo, no Novo Testamento. Isto aconteceu de maneiras diversas para cada uma das pessoas. Eu fui atingida por uma forte certeza de que Deus é real e que nos ama. Orações que eu nunca tinha tido coragem de proferir em voz alta, saltavam dos meus lábios. (...) Este não era, pois um simples bom fim de semana, mas, na realidade, uma experiência transformadora de vida que ainda está prosseguindo e se desenvolvendo em crescimento e expansão.\r\n\r\nOs dons do Espírito já são hoje manifestados – e isto eu posso testemunhar, porque tenho ouvido pessoas orando em línguas, outras praticam curas, discernimento de espíritos, falam com sabedoria e fé extraordinárias, profetizam e interpretam.\r\n\r\nEu, agora, tenho certeza de que não há nada que tenhamos de suportar sozinhos, nenhuma oração que não seja atendida, nenhuma necessidade que Deus não possa cobrir em sua riqueza! E, no depender dele e louvá-lo com fidelidade, eu sinto uma tremenda sensação de liberdade.\r\n\r\nPodemos tentar viver como cristãos, morrendo para nós mesmos e para o pecado, mas esta será uma luta desanimadora se não contarmos com o poder do Espírito. Ainda existem tentações e problemas, mas agora tenho a certeza e a confiança em Deus, agora ele me dá segurança. Realmente, transforma-me a viver nele. É verdade que na Crisma, nós recebemos o Espírito Santo e que nós somos seus templos, mas nós não nos abrimos o suficiente para receber em nossas vidas os seus dons e o seu poder. É certo que o Espírito Santo é o nosso professor: eu dele aprendi tanto e em tão pouco tempo!\r\n\r\nAs Escrituras vivem! Amém! Eu estou segura de que jamais poderia ter acumulado por minha própria conta tanto conhecimento, apesar de todo o esforço desenvolvido, e com as melhores intenções que tivesse.\r\n\r\n(…) Eu me vi, de repente, conversando com as pessoas sobre Cristo, e, vendo desde logo o resultado desse trabalho! Eu jamais teria ousado fazer essas coisas no passado, mas agora, é ao contrário: é impossível deixar de fazê-lo. É como disseram os apóstolos depois de Pentecostes: “Como podemos deixar de falar sobre as coisas que vimos e ouvimos!\" (…).</blockquote>\r\nEstas notícias se divulgaram rapidamente, causando um grande impacto no meio religioso universitário. O “Fim de Semana de Duquesne”, como ficou mundialmente conhecido este retiro, tem sido geralmente aceito como o ponto de partida que deu origem à Renovação Carismática Católica, cuja abrangência estender-se-á, num curto período de tempo, por um grande número de países.\r\n\r\nA experiência inicial vivida nestas universidades, caracterizada por um reavivamento espiritual por meio da oração, da vida nova no Espírito, com a manifestação dos seus dons, tomará corpo, transpondo rapidamente o ambiente onde foi originada.\r\n\r\nAtravés das reuniões, seminários e encontros, em breve, aparecerão grupos de oração noutras universidades, paróquias, mosteiros, conventos, etc. Os testemunhos multiplicam-se, vindos dos mais variados grupos de pessoas: operários, ex-presidiários, professores, religiosos das mais diversas ordens.\r\n\r\nKevin e Dorothy Ranaghan ainda registram um aspecto pouco divulgado desta história inicial da Renovação Carismática:\r\n\r\nNossa suspeita de que essa experiência de renovação, que agora estava espalhada, não era nova para os católicos americanos, foi confirmada, quando ouvimos notícias ou recebemos cartas de pessoas ou grupos de católicos ao redor do país. Da Flórida, Califórnia, Texas, Wisconsin, Massachusetts, tivemos notícias do trabalho calmo do Espírito Santo no decorrer dos anos.\r\n\r\nPortanto, embora os primeiros momentos da Renovação tenham se dado em torno do retiro de Duquesne e apesar de estarem os americanos igualmente presentes no seu nascimento em diversos outros países, seria falso atribuir a expansão da Renovação Carismática unicamente à sua influência. Como afirma Monique Hébrard, a Renovação Carismática “explodiu quase ao mesmo tempo em todos os cantos da terra e em todas as igrejas cristãs, sem que se saiba muito bem como é que o fogo se ateou”.\r\n\r\nPara o Cardeal Suenens isto também despertou uma curiosidade, ou seja, “sem nenhum contato entre si, parece que o Espírito Santo suscitou em vários lugares do mundo experiências que, se não são iguais, certamente são semelhantes”(17).\r\n\r\nFonte: <a href=\"https://rccbrasil.org.br/institucional/historico-da-rcc.html\">https://rccbrasil.org.br/institucional/historico-da-rcc.html</a>","data_hora":"2021-02-26 17:35"},{"id":683,"nome":"PASTORAL PRESBITERAL","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-24.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Representante dos Presbíteros:</strong> Padre Sizenando Roberto de Oliveira\r\n\r\n</p>\r\n<p id=\"viewer-foo\" class=\"XzvDs _208Ie _1atvN _2QAo- _25MYV _2WrB- _1atvN public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr\"><span class=\"vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr\">“PORQUE NÓS, PRESBÍTEROS, TAMBÉM PRECISAMOS DE CUIDADOS...”</span></p>\r\n<p class=\"XzvDs _208Ie _1atvN _2QAo- _25MYV _2WrB- _1atvN public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr\"><span class=\"vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr\"><em>“Cuidai de vós mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos estabeleceu como guardiões, como pastores” (At 20,28).</em></span></p>\r\n<p id=\"viewer-2oh2n\" class=\"XzvDs _208Ie _1atvN _2QAo- _25MYV _2WrB- _1atvN public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr\"><span class=\"vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr\">Quem cuida de quem cuida? Frequentemente, encontramos essa indagação no coração de profissionais que gastam sua vida cuidando de outras vidas humanas. É sabido por todos nós que o PADRE NÃO É UM PROFISSIONAL. Mas é certo que ele é um CUIDADOR DE OUTRAS VIDAS. Por isso, também em nosso meio essa indagação é pertinente e carece de uma resposta. Pensando nisso, a Igreja, no Brasil, já vem pensando há algum tempo em como dar essa resposta. Nasceu, assim, a pastoral presbiteral. </span></p>\r\n<p id=\"viewer-vkvn\" class=\"XzvDs _208Ie _1atvN _2QAo- _25MYV _2WrB- _1atvN public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr\"><span class=\"vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr\"> Qual o caminho que tem sido feito? Desde a publicação da Exortação Apostólica <em>Pastores</em> <em>dabo vobis</em> “Dar-vos-ei pastores segundo o meu coração” (<em>Jr</em> 3,15), após a realização do Sínodo sobre o ministério presbiteral (1990), foram adotadas cinco dimensões importantes que devem fundamentar tanto a formação dos candidatos ao presbiterado, os seminaristas, quanto a dos próprios presbíteros em sua formação permanente. </span></p>\r\n<p id=\"viewer-crt8v\" class=\"XzvDs _208Ie _1atvN _2QAo- _25MYV _2WrB- _1atvN public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr\"><span class=\"vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr\">Estas mesmas cinco dimensões foram incorporadas nas Diretrizes para a formação dos presbíteros da Igreja no Brasil (Documentos da CNBB, nº 110). A atualização deste Documento da CNBB torna-se necessária à luz da publicação do documento: O dom da vocação presbiteral – <em>Ratio Fundamentalis Institutionis Sacerdotalis</em>, publicado pela Congregação para o Clero. Quais são estas cinco dimensões da formação presbiteral que possibilitam um crescimento integral e harmonioso? Em primeiro lugar, é importante salientar que elas se complementam mutuamente e que não se pode separar uma da outra: cada uma tem seu objetivo, suas metas e seus meios para atingi-las. </span></p>\r\n<p id=\"viewer-b34cl\" class=\"XzvDs _208Ie _1atvN _2QAo- _25MYV _2WrB- _1atvN public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr\"><span class=\"vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr\">São elas: (1) <strong>A dimensão humano-afetiva, </strong>que visa ao amadurecimento pessoal e integral, superando qualquer forma de egoísmo e fechamento em si mesmo; (2) <strong>A dimensão comunitária</strong>, que exige da pessoa fazer a experiência gratificante da vida em comunhão, sabendo estimar, acolher, servir e amar a todos; (3) <strong>A dimensão espiritual</strong>, que faz com que a pessoa se identifique profundamente com a Pessoa de Jesus Cristo; (4) <strong>A dimensão intelectual,</strong> que procura fortalecer a fé da pessoa à luz da Palavra de Deus e do ensinamento da Igreja, a fim de poder enfrentar os desafios dos tempos atuais; (5) <strong>A dimensão pastoral-evangelizadora,</strong> que visa formar pastores, discípulos missionários de Jesus Cristo, verdadeiramente empenhados com a missão de evangelizar, principalmente os mais afastados da comunidade eclesial.</span></p>\r\n<p id=\"viewer-d72ka\" class=\"XzvDs _208Ie _1atvN _2QAo- _25MYV _2WrB- _1atvN public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr\"><span class=\"vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr\">A partir dessas cinco dimensões, as Arquidioceses e Dioceses têm organizado a sua Pastoral Presbiteral. É uma pastoral dirigida aos presbíteros e <strong><u class=\"sDZYg\">coordenada,</u></strong> sempre com o incentivo e o apoio do Bispo Diocesano, <strong><u class=\"sDZYg\">pelos próprios presbíteros</u></strong>. Como disse o apóstolo Paulo em sua despedida dos líderes da Igreja de Éfeso, em Mileto: “cuidai de vós mesmos” (<em>At </em>20,28). Afinal, quem poderá cuidar dos presbíteros se não os próprios presbíteros? Em outras palavras, a Pastoral Presbiteral é o cuidado pessoal e comunitário que a (Arqui)Diocese presta a seus presbíteros, estimulando neles a alegria de serem ministros ordenados a serviço do Povo de Deus, segundo o exemplo de Jesus, o Bom Pastor (cf. <em>Jo </em>10,11-18). </span></p>\r\n<p id=\"viewer-c5lfj\" class=\"XzvDs _208Ie _1atvN _2QAo- _25MYV _2WrB- _1atvN public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr\"><span class=\"vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr\">Deste modo, eles poderão ser pessoas completamente realizadas em sua vida e em sua missão. A Pastoral Presbiteral quer ser presença fraterna, acompanhamento solidário, pessoal e comunitário, integral e orgânico que cada Igreja particular oferece a seus pastores, para que estes se sintam apoiados e vivam como pessoas valorizadas, conheçam Jesus Cristo, sejam como Ele, vivam e atuem como Ele, de modo que possam, em comunhão e fraternidade presbiteral, dedicar-se plenamente ao ministério de Pastores que Deus e a Igreja lhes confiaram em prol da comunidade.</span></p>\r\n<p id=\"viewer-avojr\" class=\"XzvDs _208Ie _1atvN _2QAo- _25MYV _2WrB- _1atvN public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr\"><span class=\"vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr\">Isto porque somos seres em construção, chamados a crescer constantemente buscando a plenitude de nosso ser. Porque nós, presbíteros, também somos discípulos e necessitamos de espaços de formação permanente em todas as dimensões. Porque não é suficiente querer servir: temos que servir bem. Porque não se pode fazer o bem se não estamos bem.</span></p>\r\n<p id=\"viewer-epchf\" class=\"XzvDs _208Ie _1atvN _2QAo- _25MYV _2WrB- _1atvN public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr\"><span class=\"vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr\">O primeiro responsável pela pastoral presbiteral é o próprio presbítero. É necessária uma autoconsciência de continuar crescendo, buscar ajuda e apoio dos outros e viver em comunhão no presbitério. O Bispo, com seu presbitério, deve ser o primeiro motivador e articulador da pastoral presbiteral. O lugar e o espaço privilegiado do crescimento presbiteral constituem o cotidiano da vida, do ministério e da caridade pastoral.</span></p>\r\nFonte: <a href=\"https://www.arquidiocesedeuberaba.org.br/post/pastoral-presbiteral\">https://www.arquidiocesedeuberaba.org.br/post/pastoral-presbiteral</a>","data_hora":"2021-02-26 17:35"},{"id":682,"nome":"MISSIONÁRIAS LEIGAS DE MARIA MÃE DO REDENTOR &#8211; MILMAR","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-7.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano:</strong> Padre Antônio Alves de Sousa\r\n\r\n</p>\r\nO Instituto acentua a própria atenção sobre Maria, venerada e imitada como Mãe do Redentor. Por isso, cada membro é solicitado a participar da mediação de Maria que se ofereceu com seu Filho, então, unir-se-á a Ela no associar-se ao Sacrifício de Cristo, para restaurar a vida sobrenatural nas almas.(LG 61).\r\nO empenho principal dos membros se realiza acolhendo todas as exigências do Mistério Redentor de Cristo na própria vida.\r\nConsciente do mandato universal de Cristo: “Ide por todo o mundo, proclamai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16,15) e participantes da natureza missionária da Igreja, todo membro do Instituto se compromete viver a dimensão missionária como expressão normal da própria vocação: sendo portadores do anúncio da salvação, seja aos de perto como aos de longe.\r\nO valor do acolhimento é sentido e acolhido pelos membros como dom especial e modo qualificante para viver o carisma do Instituto. E’ colocar-se dentro das situações, expressando a caridade de Cristo para todos. Acolher Cristo no outro e acolher o outro para ajudá-lo a amar Cristo.\r\nO MILMAR é constituido de pessoas solteiras e viùvas. Une em sua ação também associados (CDC 725) casais e outros membros, que participam de sua espiritualidade e missão permanecendo nas condições próprias da vida, denominadas FAMILMAR\r\n\r\nFonte: <a href=\"https://cnisb.org.br/institutos-seculares/missionarias-leigas-de-maria-mae-do-redentor-milmar/\">https://cnisb.org.br/institutos-seculares/missionarias-leigas-de-maria-mae-do-redentor-milmar/</a>","data_hora":"2021-02-26 17:35"},{"id":680,"nome":"MISSIONÁRIOS LEIGOS DE JESUS REDENTOR &#8211; MILJER","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-7.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano:</strong> Padre Antônio Alves de Sousa\r\n\r\n</p>\r\n\r\n<div dir=\"auto\">VIDA DO MEMBRO DO INSTITUTO SECULAR MILMAR (Missionaria (o) Leigas (os) de Maria Mãe do Redentor)</div>\r\n<div dir=\"auto\">OS MEMBROS DE INSTITUTO SECULAR MILMAR: São leigos e leigas em todos os sentidos, na vivência social, trabalhista, familiar e eclesial.</div>\r\n<div dir=\"auto\">O Instituto MILMAR, ao qual pertencemos, é o ponto de elo e de espiritualidade entre os membros do mesmo. Oferecemos suporte espiritual pelo carisma, meios de avaliar sua vida secular e consagrada, proporcionando-lhe meios para formação inicial e permanente através de retiros, assembleias, encontros mensais,etc.</div>\r\n<div dir=\"auto\">Cada membro vive em seu próprio ambiente (familiar, profissional, pastoral, missionário e social) como presença evangélica, contribuindo para construção do reino de Deus no mundo, com missão de transformar o mundo a partir de dentro dele, pela prática e testemunho da justiça, amor e verdade...</div>\r\n<div dir=\"auto\">O Instituto Secular MILMAR, não é uma instituição assistencial, ele não tem obras. Sendo os membros, leigos, que vivem a normalidade da vida como todos os leigos, no mundo, quem administra as atividades e o futuro deles, são eles mesmos em comunhão com os demais membros do Instituto. O Instituto Secular Milmar, não tem condição de conduzir e providenciar o futuro de seus membros. Ele orienta, aconselha e indica os meios para que todos possam com maturidade organizar sua vida presente e futura, com sobriedade, serenidade e responsabilidade.</div>\r\n<div dir=\"auto\">Pode acontecer que em algum momento, em que o membro possa vir a passar alguma dificuldade, como doença, desemprego,etc, ele tem a liberdade de partilhar e se comunicar com a Guia da Fraternidade e com a Coordenadora zonal. Em nome da solidariedade e comunhão fraterna, possa se encontrar uma solução, como se deve fazer com qualquer semelhante nosso que nos procura ou que ficamos sabendo.</div>\r\n<div dir=\"auto\">O Instituto MILMAR, propõe aos seus membros três opções para viver sua consagração secular e missionária:</div>\r\n<div dir=\"auto\">a) Permanecer na própria família e no próprio ambiente (profissional, social, etc);</div>\r\n<div dir=\"auto\">b) Viver em pequeno grupo fraterno, no espírito do Instituto e no estilo secular;</div>\r\n<div dir=\"auto\">c) Viver em terra de missão ou em países em desenvolvimento;</div>\r\n<div dir=\"auto\">No processo do caminho formativo no Instituto MILMAR, o membro faz um discernimento e escolhe uma das opções acima, pedindo e recebendo luzes da Palavra de Deus, das Constituições do Instituto, da Formadora (or) e da(o) Coordenadora zonal.</div>\r\n<div dir=\"auto\">O membro que opta viver e residindo sozinha, com trabalho profissional e pastoral, se preocupe programar sua vida (presente e futura) assumindo as consequências que a vida social, comunitária e religiosa exige e requer. Ao longo da vida, por necessidade ou desejando ou por outra motivação, o membro, pode escolher viver em grupo fraterna com membros do Instituto ou pessoas amigas, após ter consultado e recebido conselho da (o) Coordenadora (or) do Instituto.</div>\r\n<div dir=\"auto\">Quando o membro vive com seus pais ou parentes (muitas vezes sendo arrimo de família) é preciso clarear para si mesmo, conscientizando-se, preparando-se e programando-se, para aquele momento que ficará sem eles.</div>\r\n<div dir=\"auto\">Ser membro do Instituto secular MILMAR não implica, ter uma casa \"abrigo\". O Instituto não possui casa para esta finalidade. Um ou mais membros, como cidadãos, podem até montar uma casa-instituição, acolhendo pessoas e porque não também os membros de um Instituto Secular.</div>","data_hora":"2021-02-26 17:34"},{"id":679,"nome":"MOVIMENTO MISSÃO VIDA NOVA &#8211; MVN","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-9.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https://www.facebook.com/comunidademissaovidanova\">Facebook</a>    <a href=\"https://www.instagram.com/comunidademissaovidanova/?hl=pt-br\">Instagram</a>     <a href=\"https://www.youtube.com/channel/UCmyw83ENWxbmqduqa34ASdg\">YouTube</a></p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano: </strong>Padre Antônio Alves de Sousa\r\n\r\n</p>\r\nA Comunidade Católica Missão Vida Nova é formada por missionários que pregam o querigma e saem a evangelizar através do seu carisma que é o Resgate.","data_hora":"2021-02-26 17:34"},{"id":677,"nome":"PASTORAL DE FORMAÇÃO LITÚRGICA E CANTO","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-17.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano:</strong> Padre Frederico Honório de Oliveira\r\n\r\n</p>\r\nA Liturgia, como ação de Cristo e da Igreja, é o exercício do sacerdócio de Jesus Cristo (SC 269), é o ápice e a fonte da vida eclesial (SC 279). É um encontro de Deus com o seu povo, reunido em Assembleia.\r\n\r\nA liturgia é também força em nosso peregrinar, para que se leve a bom termo mediante o compromisso transformador da vida, a realização plena do Reino, segundo o Plano de Deus (Puebla, 918).\r\n\r\nCelebrar é parte integrante da vida humana que é tecida de trabalhos e de festa. (Doc. 43 da CNBB, n° 37).\r\n\r\nO projeto de comunhão de “Deus conosco” que chamamos obra da salvação, foi prenunciado pelo próprio Deus no Antigo Testamento e realizado em Cristo. Hoje a Liturgia celebra, isto é, o rememora e o torna presente na Igreja (Doc. 44 da CNBB).\r\n\r\n<strong>Objetivos</strong>\r\n<ul>\r\n \t<li>Dar à Liturgia sua verdadeira dimensão de ponto culminante e manancial da atividade da Igreja (SC 10).</li>\r\n \t<li>Recuperar na Liturgia a dimensão da “Festa”, alegria.</li>\r\n \t<li>Estar atento às manifestações e apelos que o tempo Jubilar nos apresenta, para poder expressá-lo nas celebrações.</li>\r\n \t<li>Promover a formação dos agentes que corresponda aos anseios do povo que celebra.</li>\r\n</ul>\r\n<strong>Diretrizes</strong>\r\n<ul>\r\n \t<li>Aprofundar no Regional Sul 2 a consciência comunitária da Liturgia, valorizando as expressões culturais, símbolos e expressão corporal.</li>\r\n \t<li>Animar e manter a equipe Regional formada pelo Bispo (representante episcopal), pelo assessor(a) e pelo coordenador(a) da Pastoral Litúrgica de cada Província Eclesiástica.</li>\r\n \t<li>Promover encontros de formação.</li>\r\n \t<li>Educar para se chegar a um entrosamento mais harmonioso (simbiose) entre a relativa rigidez da liturgia hierárquico-sacerdotal e a participação mais maleável e criativa da comunidade participante.</li>\r\n</ul>\r\n<strong>Atividades permanentes</strong>\r\n<ul>\r\n \t<li>Encontro anual de Liturgia e com os representantes das Dioceses e suas equipes completas, com reflexão Litúrgica e apresentação de novos subsídios para o tempo Litúrgico.</li>\r\n \t<li>Incentivar e promover encontros de formação e animação Litúrgica nos seminários de Teologia e Filosofia.</li>\r\n \t<li>Assessorar as celebrações das Assembleias Regionais.</li>\r\n \t<li>Intercambiar entre as Dioceses, os subsídios produzidos para celebrações e Pastoral Litúrgica.</li>\r\n</ul>\r\n<strong>Fonte:</strong> <a href=\"https://cnbbs2.org.br/pastoral-da-liturgia-e-canto/\">https://cnbbs2.org.br/pastoral-da-liturgia-e-canto/</a>","data_hora":"2021-02-26 17:34"},{"id":676,"nome":"GARAGEM DA ORAÇÃO","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-4.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https://www.instagram.com/garagemdaoracao/?hl=pt-br\">Instagram</a>    <a href=\"https://www.facebook.com/garagemdaoracao\">Facebook</a>    <a href=\"https://www.youtube.com/channel/UCamsnaUufH7qEvTri7iuH7A\">Youtube</a>    <a href=\"http://www.garagemdaoracao.com.br/home\">Site</a></p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano:</strong> Padre Artur Nelson de Oliveira\r\n\r\n</p>\r\n\r\n<div><strong>Objetivo</strong></div>\r\n<div>Somos um time que busca fazer uma evangelização itinerante. Vamos em todos os lugares, de norte a sul da cidade de Patrocínio-MG e região, levando a Palavra de Deus motivando os jovens e suas famílias a jamais estacionarem na fé. Nosso objetivo é povoar o céu indicando a direção certa pelas Sagradas Escrituras. Nós queremos e construímos uma Igreja em constante saída fazendo de uma simples \"garagem\" um espaço de encontro  e intimidade com Deus. A nossa missão é ir \"<i>Daqui pro Céu</i>\".</div>\r\n<div><strong>Metodologia</strong></div>\r\n<div>Buscamos  novas metodologias na evangelização que não  \"<i>engessem</i>\" a Cristo e sua Igreja. Apostamos em uma evangelização criativa que se misture aos anseios mais profundos da juventude  e revele o novo de Deus e sua jovialidade. A Garagem da Oração não se restringe aos limites territoriais desta ou daquela paróquia, cidade ou diocese,  mas vai onde ela é convidada a acontecer. Nossa metodologia é fazer uma verdadeira viagem pela Sagrada Escritura de forma a atualizá-la na vida dos jovens através do estudo e da leitura orante da Palavra de Deus seguindo os passos da \"Lectio Divina\".</div>","data_hora":"2021-02-26 17:33"},{"id":674,"nome":"MOVIMENTOS DE RELIGIOSIDADE POPULAR","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-31.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>(Folias de Reis, Congados e Moçambiques)</strong></em>\r\n<strong>Assessor Diocesano: </strong>Monsenhor José Magno do Nascimento\r\n\r\n</p>\r\nEntre as expressões da espiritualidade popular contam-se as festas patronais, as novenas, os rosários e via sacras, as procissões e romarias, as danças e os cânticos do folclore religioso, o carinho aos santos e santas, em especial a Nossa Senhora, as promessas, as ofertas e as orações e celebrações.\r\n\r\nDestacamos, na religiosidade popular, as longas peregrinações e romarias, onde é possível reconhecer o Povo de Deus a caminho. Aí o cristão celebra a alegria de se sentir imerso em meio a muitos irmãos, caminhando juntos para Deus que os espera. O próprio Cristo se faz peregrino e caminha, ressuscitado, entre os seus.\r\n\r\nA decisão de caminhar em direção ao santuário já é uma confissão de fé. O caminhar é um verdadeiro canto de esperança e a chegada é um encontro de amor. O olhar do peregrino se deposita sobre uma imagem que simboliza a ternura e a proximidade de Deus. A súplica sincera, que flui confiante, é a melhor expressão de um coração que renunciou à auto-suficiência, que sozinho nada pode. É por isso, que muitos, em diferentes momentos da vida cotidiana, recorrem a algum pequeno sinal do amor de Deus: um crucifixo, um terço, uma imagem, uma vela que se acende para acompanhar um familiar enfermo, um Pai Nosso recitado entre lágrimas, um olhar confiante a uma imagem querida de Maria e de algum outro santo, um sorriso dirigido ao Céu em meio a uma alegria singela.\r\n\r\nTodas estas manifestações da religiosidade popular são legais e aprovadas. Merecem atenção e cultivo e precisam ser valorizadas positivamente, sob a luz do Espírito Santo, para que conduzam os fiéis a uma verdadeira vivência e testemunho missionário na Igreja de Jesus Cristo. É preciso ser cristão autêntico, assumindo sua fé na vivência da partilha dos seus dons a serviço de sua comunidade, viver a pertença da sua comunidade, participar dos movimentos, organismos, pastorais e serviços de sua comunidade eclesial. Ser sócio colaborador e dizimista de sua Igreja Comunidade.\r\n\r\nQue as festas dos santos padroeiros e padroeiras, que recentemente celebramos e iremos celebrar, nos aproximem mais de Deus e da Igreja de seu Filho Jesus Cristo, para que alcancemos as graças necessárias para nossas vidas.\r\n\r\n<strong>Fonte:</strong> <a href=\"https://www.cnbb.org.br/a-religiosidade-popular-e-suas-manifestacoes/\">https://www.cnbb.org.br/a-religiosidade-popular-e-suas-manifestacoes/</a>","data_hora":"2021-02-26 17:33"},{"id":672,"nome":"MOVIMENTO DE CURSILHO DE CRISTANDADE &#8211; MCC","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-8.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano: </strong>Padre Leonardo Ribeiro Gomes Duarte\r\n\r\n</p>\r\nTodos sabemos que conhecer a história do Movimento de Cursilhos de Cristandade é, para seus integrantes, um imperativo sem o qual não seria possível reconhecermos nossa própria identidade, atualizá-la e mantê-la, além de, fazendo memória do passado, viver intensamente o presente e enfrentar com confiança o futuro.\r\n\r\nA história do MCC, entretanto, não deve ser concebida como uma série de datas, acontecimentos e pessoas, e sim como a explicação das ideias, atitudes, convicções e opções pastorais que, num dado momento, deram origem ao Movimento. Isso nos permitirá compreender a essência e a finalidade do MCC. Por isso precisamos conhecer as circunstâncias históricas que, revelando certos problemas e a necessidade de solucioná-los, originaram certas opções e certos conceitos básicos.\r\n\r\nÉ preciso levar em conta a situação que a Espanha vivia na década de 40 para entender os antecedentes do MCC. Em termos políticos e econômicos, a sociedade espanhola tentava, em meio a inseguranças e incertezas, reconstruir-se depois de três anos de guerra civil. No que dizia respeito à religião, o cristianismo era, sim, a religião oficial, mas a sociedade era só ‘aparentemente’ e não ‘autenticamente’ cristã.\r\n\r\nA Ação Católica, amplamente difundida no país, queria promover maior autenticidade e implicar os leigos na vida da Igreja. Com esse objetivo, a seção de jovens, a Juventude da Ação Católica Espanhola (JACE), retomou um projeto anterior à guerra civil: realizar uma grande peregrinação de jovens a Santiago de Compostela, dali a alguns anos, isto é, em 1948.\r\n\r\nO Conselho Diocesano dos Jovens da Ação Católica de Maiorca era muito ativo e participou intensamente das atividades de preparação dessa peregrinação, principalmente através dos chamados “Cursillos de Adelantados” e “Cursillos de Jefes de Peregrinos”. Havia lá um grupo de jovens bem formados, com atitudes e critérios comuns, com notável inquietude apostólica e uma clara insatisfação diante das opções pastorais vigentes.\r\n\r\nNão resta dúvidas de que os Cursilhos foram fruto da inspiração do Espírito Santo, acolhida e compartilhada por um grupo de pessoas entre as quais se destacaram Eduardo Bonnín, um leigo; alguns sacerdotes como Mons. Sebastián Gayá; e o então bispo de Maiorca, Mons. Juan Hervás. Esse grupo desenvolveu o que hoje podemos chamar de ‘uma nova forma de evangelizar’ (principalmente os afastados de Deus e da Igreja), que posteriormente se denominou Cursilhos de Cristandade.\r\n\r\nEntre os anos de 1944 e 1949 foi feito um intenso trabalho de estudo, reflexão e experimentação. Foram tomados elementos dos Cursilhos já existentes na Ação Católica, adaptando-se seu método para uma nova finalidade. A semente plantada pelo Espírito Santo florescia em algo novo que chegava a todos, e permitia que o conteúdo essencial do cristianismo fosse captado em toda a sua intensidade, inclusive por aqueles que viviam à margem da religião.\r\n<h4>O início do movimento</h4>\r\nEnquanto se realizavam os primeiros Cursilhos, ia tomando forma um Movimento com uma série de elementos distintivos:\r\n<ul>\r\n \t<li>um grupo de pessoas que compartilhavam uma mentalidade;</li>\r\n \t<li>uma finalidade clara que era dinamizar a vida cristã;</li>\r\n \t<li>um método eficaz para conseguir essa finalidade;</li>\r\n \t<li>um mínimo de organização e estrutura;</li>\r\n \t<li>uma mentalidade que adquiria forma e se tornava a pedra angular desse Movimento;</li>\r\n \t<li>a percepção da realidade de um mundo que dava as costas a Deus;</li>\r\n \t<li>uma vida que havia deixado de ser efetivamente cristã;</li>\r\n \t<li>a conclusão de que isso exigia uma nova resposta evangelizadora que renovasse o mundo a partir de dentro;</li>\r\n \t<li>a convicção ardente de que um mundo novo exigia homens e mulheres transformados e de que o mundo era lugar da salvação;</li>\r\n \t<li>a crença de que o cristianismo continha a solução para a problemática do homem e do mundo;</li>\r\n \t<li>a certeza de que era possível para qualquer pessoa, inclusive para os afastados, tornar vida o cristianismo e transformar-se em apóstolos que transformariam os ambientes.</li>\r\n</ul>\r\nA partir dessa mentalidade, estabeleceu-se uma nova forma de evangelizar:\r\n<ul>\r\n \t<li>que partisse da realidade concreta das pessoas;</li>\r\n \t<li>que lhes apresentasse e possibilitasse viver o fundamental cristão;</li>\r\n \t<li>que as lançasse a um apostolado nos ambientes.</li>\r\n</ul>\r\nE foi dessa mentalidade que surgiu o método estratégico que caracterizaria o Movimento.\r\n\r\nIniciado na década de 40, o MCC foi-se tornando vida na diocese de Maiorca, consolidando-se nos anos seguintes (1949-1954). Foram realizados vários Cursilhos, foram constatados seus bons resultados, comprovou-se que o Movimento realmente podia trazer uma solução universal à ação evangelizadora, pois se apresentava como uma resposta a diferentes pessoas (jovens e adultos, próximos ou distantes da religião) e a diferentes realidades sociais.\r\n\r\nCriaram-se suas estruturas básicas, como a Escola de Responsáveis que tinha um papel determinante; foram estabelecidos caminhos de seguimento no Pós-cursilho, como as Reuniões de Grupo e as Ultreias; e criou-se o Secretariado Diocesano como estrutura de serviço específica e particular.\r\n<h4>A expansão do movimento</h4>\r\nDe Maiorca o MCC se difundiu, a partir de 1953, por toda a Espanha, fosse por iniciativas pessoais, fosse pelas atividades do Conselho Nacional da JACE. A transferência de D. Juan Hervás para a Diocese de Ciudad Real, em 1955, e a publicação, em 1957, da carta pastoral de sua autoria – “Cursilhos de Cristandade, Instrumento de Renovação Cristã” – foram fatores determinantes para a aceitação do MCC e sua difusão nacional e internacional.\r\n\r\nMuitos leigos e sacerdotes que participavam do MCC em diversas dioceses da Espanha, entusiasmados com seu potencial evangelizador acabavam por levá-lo aos países latino-americanos. O primeiro país a receber o Cursilho foi a Colômbia, através da Ação Católica – lá celebrou-se não só o primeiro Cursilho fora da Espanha, mas, também, o primeiro Cursilho de Mulheres, em 1953.\r\n\r\nEm poucos anos o movimento foi-se difundindo por toda a América do Sul e, a partir dos EUA, país onde o primeiro Cursilho se realizou em 1957, começou a difundir-se entre os países de língua inglesa.\r\n\r\nEm toda a América o MCC se desenvolvia com muita vitalidade, mobilizava grande quantidade de pessoas e grupos, produzia inserção na pastoral diocesana e fermentação evangélica de ambientes.\r\n\r\nA partir da Espanha o MCC chegou à Europa Ocidental onde se desenvolveu ativamente, o mesmo acontecendo na Ásia e na Oceania. Um novo impulso se deu quando, a partir da Áustria, o MCC chegou aos países do leste europeu e quando, embora de forma mais limitada, começou a atingir alguns países da África.\r\n<h4>A criação de estruturas formais</h4>\r\nÀ medida que se expandia em nível mundial, eram estabelecidas, também, suas estruturas básicas de serviço que eram e são as que realmente dão forma ao MCC como tal.\r\n\r\nComo primeira e mais necessária estrutura organizativa, apareceram os Secretariados Diocesanos, meio de vinculação com a Igreja Diocesana e com o Bispo. Nasceram também, como consequência da necessidade de coordenar a unificar a vida do MCC no país, os Secretariados Nacionais, com a aprovação das Conferencias Episcopais. O primeiro deles foi criado no México, em 1961 e, a partir de 1962, foram criados os da Venezuela, Espanha, Portugal, Brasil e muitos outros.\r\n\r\nEsse processo de expansão mundial do MCC, na década de 60, mostrou a necessidade de ligação e coordenação entre os diversos Secretariados Nacionais. Celebraram-se em diversos lugares reuniões e encontros internacionais que determinaram a necessidade dos Grupos Internacionais. No 1º Encontro Latino-americano, celebrado em Bogotá, Colômbia, em 1968, surgiram as bases do primeiro Grupo Internacional que seria criado no 2º Encontro Latino-americano de 1970, em Tlaxcala, México: o OLCC – Escritório Latino-americano de Cursilhos de Cristandade.\r\n\r\nEm 1972, quando se realizou, na Espanha, um Encontro Mundial, criou-se o GET – Grupo Europeu de Trabalho. Diante da evidente necessidade de um Grupo de Língua Inglesa (GHI), criou-se esse grupo em 1973, constituído pelos países da América do Norte, Europa, Ásia e Oceania. Em 1983 os países da Ásia e Oceania começam a expressar a necessidade de criar seu próprio grupo e formaram o Grupo Ásia-Pacífico (APG). Quando os países de língua inglesa da Europa uniram-se ao GET, criou-se o NACG – Grupo América do Norte e Caribe.\r\n\r\nAlém dos Encontros Internacionais, foram acontecendo diversos Encontros Mundiais, considerando-se o primeiro a 1ª Ultreya Mundial, celebrada em Roma, Itália, em 1966, com a presença do papa Paulo VI; o 2º foi celebrado em Tlaxcala, México, em 1970; o 3º aconteceu em Maiorca, Espanha, em 1972; o 4º aconteceu em 1988 em Caracas, na Venezuela; o 5º foi em Seul, na Coreia, em1997; o 6º em São Paulo, Brasil, em 2005 e o 7º em Brisbane, na Austrália, em 2013.\r\n\r\nOs Grupos Internacionais existentes em 1980 – OLCC, GET, GHI – reunidos no 5º Encontro Interamericano, em São Domingos, República Dominicana, decidiram criar o OMCC – Organismo Mundial dos Cursilhos de Cristandade, como um organismo de serviço, comunicação e informação, constituído pelos Grupos Internacionais do MCC. A partir daí, os Encontros Mundiais – 4º, 5º, 6º e 7º – foram organizados pelo OMCC.\r\n<h4>O reconhecimento canônico do OMCC</h4>\r\nComo uma das atividades do OMCC é representar o MCC em nível mundial, percebeu-se a necessidade de buscar seu reconhecimento canônico na Santa Sé. Apesar de contar com a aceitação e o reconhecimento pastoral em nível mundial, na pessoa dos Papas Paulo VI e João Paulo II, o MCC não tinha reconhecimento canônico explicito. Foi, então, iniciado um processo de apresentação de seus Estatutos junto ao PCL, Pontifício Conselho para os Leigos e, finalmente, em 2004, o OMCC recebeu esse reconhecimento e a aprovação de seus estatutos.\r\n<h4>MCC no Brasil</h4>\r\nFoi o espírito apostólico de alguns sacerdotes e leigos da Missão Católica Espanhola que fez com que, na Semana Santa de 1962, acontecesse em Valinhos, SP, o primeiro Cursilho de Cristandade do Brasil.\r\n\r\nEra de renovação e grandes esperanças o clima que envolvia a Igreja. Enquanto em Roma o Concílio Vaticano II caminhava para a sua segunda sessão, no Brasil, começava a ser implementado, com entusiasmo, o Plano de Pastoral de Emergência.\r\n\r\nEmbora profundamente marcado por suas origens e suas características, o Movimento de Cursilhos encontrou terreno preparado para uma notável expansão, pois eram muitas as iniciativas pastorais e os movimentos de renovação que se desenvolviam em quase todas as Dioceses e Paróquias do Brasil.\r\n\r\nAo longo de sua história, o MCC do Brasil, distinguiu-se por seu espírito renovador, fruto do trabalho desenvolvido, logo no início, pela extraordinária e dinâmica figura de sacerdote e apóstolo, Pe. Paulo Cañelles, tragicamente falecido aos 45 anos de idade. Surgiram no seio do MCC do Brasil, lideranças respeitáveis e respeitadas no mundo dos Cursilhos, que levaram a inúmeros Encontros Mundiais, Continentais e Nacionais reflexões, sugestões e experiências que influenciaram substancialmente o seu desenvolvimento e progresso em todos aqueles níveis.\r\n\r\nNum outro momento significativo de sua história, o MCC do Brasil, demonstrando maturidade pastoral, sintonia eclesial, e compromisso com a Pastoral de Conjunto, deixou-se questionar pelo acontecimento e Documento de Puebla, em sua Assembleia Nacional de 1979, e assumiu “integral e incondicionalmente o espírito e as diretrizes do Documento de Puebla na sua totalidade.”\r\n\r\nEssa decisão fez com que se buscasse uma revisão ainda mais profunda em termos de Pré-cursilho, Cursilho sobretudo de Pós-cursilho. Por mais de dez anos, e orientado pelo trabalho de Pós-cursilho apresentado no 5º Encontro Interamericano de Santo Domingo (1980), o MCC do Brasil esteve empenhado na implementação de um Pós-cursilho em comunhão ativa e efetiva com as Diretrizes Pastorais da Igreja no Brasil e com as orientações de Puebla.\r\n\r\nFoi com esse espírito que se buscou adaptar à caminhada da Igreja no Brasil, não só os Esquemas das palestras ou “rollos” do Cursilho, mas o espírito e a prática pastoral de todo o MCC. Assembleias e Encontros Nacionais, Assembleias Regionais e Diocesanas, enfim, todas as instâncias do Movimento foram constantemente mobilizadas para que essa adaptação e passasse da letra à prática. Esse empenho sempre constituiu a grande tarefa dos responsáveis do Movimento em todos os seus níveis, e explica porque o material relativo ao MCC, produzido pelo GEN, se renova periodicamente.\r\nOutra demonstração da contribuição do Brasil ao MCC em nível mundial, foi sua eleição, por parte dos países-membros do GLCC, como país-sede do OMCC no período de fevereiro de 2002 a fevereiro de 2006. Foi um período de longo e profícuo trabalho que obteve, entre outras, duas grandes vitórias: a de levar a cabo a aprovação por parte da Santa Sé, através do Pontifício Conselho para os Leigos, do Estatuto do próprio OMCC, através de um Decreto reconhecendo o MCC como Movimento Eclesial, e, ao final de 2005, a realização do 6º Encontro Mundial do MCC, evento previsto no mesmo Estatuto, durante o qual um grande número de países onde existem Cursilhos e que têm um Secretariado Nacional, reuniu-se para refletir, discutir e decidir a caminhada do MCC em nível mundial.\r\n\r\nNesse 6º Encontro Mundial – a exemplo do que acontecera em Encontros Mundiais anteriores (1972 na Espanha e 1980 na Venezuela) – decidiu-se fazer a terceira edição do livro básico do MCC: Ideias Fundamentais do Movimento de Cursilhos de Cristandade. Também nessa terceira edição, como já ocorrera com as demais, prestou o MCC do Brasil uma significativa colaboração.\r\n\r\nFonte: <a href=\"https://www.cursilho.org.br/novo/\">https://www.cursilho.org.br/novo/</a>","data_hora":"2021-02-26 17:33"},{"id":670,"nome":"PASTORAL DE DIMENSÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICA","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-16.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano:</strong> Padre Marcelo Ribeiro de Andrade\r\n\r\n</p>\r\nA finalidade da catequese é aprofundar o primeiro anúncio do Evangelho: levar o catequizando a conhecer, acolher, celebrar e vivenciar o mistério de Deus, manifestado em Jesus Cristo, que nos revela o Pai e nos envia o Espírito Santo. Conduz à entrega do coração a Deus, à comunhão com a Igreja, corpo de Cristo, e à participação em sua missão (Cf. Catecismo da Igreja Católica 426-429).\r\n\r\nO fundamento da catequese é a Palavra de Deus: “Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, pois, fazei meus discípulos todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a observar tudo quanto vos mandei. Eis que eu estarei convosco, todos os dias, até o fim do mundo” (Mateus 28, 18-20; Marcos 16,15-16).\r\n\r\nOs apóstolos, transmitindo aquilo que eles próprios receberam do Senhor, exortam os fiéis a manter as tradições que aprenderam, seja oralmente, seja por carta e a combater pela fé que lhes foi transmitida uma vez para sempre. A pregação apostólica é expressa de modo especial nos livros inspirados.\r\n\r\nA Sagrada Tradição, por sua vez, transmite integralmente aos sucessores dos apóstolos a Palavra de Deus confiada por Cristo Senhor e pelo Espírito da Verdade. Eles por sua pregação fielmente a conservam, expõem e difundem. Resulta assim que não é apenas através da Escritura que a Igreja deriva sua certeza a respeito de tudo o que foi revelado. “A Sagrada Tradição e a Sagrada Escritura constituem um só sagrado depósito da Palavra de Deus confiado è Igreja (Concílio Vaticano II sobre a Palavra de Deus 9 e 10).\r\n\r\nA Palavra de Deus gera o cristão e convoca a Igreja. “Toda a Escritura è divinamente inspirada e útil para ensinar, convencer, corrigir e para instruir na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e apto para toda a boa obra” (2Timóteo 3,16-17).\r\n\r\nSó nos tornamos cristãos revivendo esta experiência originária. Para aderir ao Senhor e participar na Sua vida, é necessário recordar o que Ele fez e ensinou, guardar fielmente a Sua memória e conformar a ele as nossas atitudes.\r\n\r\nA família cristã é chamada a ser a grande educadora na fé para a vida neste mundo e para a ida eterna. Ela mesma tem a missão de ser um evangelho vivo, uma boa notícia que suscita esperança. Os pais transmitem a fé aos filhos, na simplicidade e no concreto da vida quotidiana. Em conjunto, os familiares testemunham a salvação de Cristo no relacionamento com outras pessoas e na própria comunidade eclesial, em particular através  da catequese dos jovens e adultos. Os pais acompanham os filhos no caminho da iniciação cristã, despertando em si mesmos a graça dos sacramentos.\r\n\r\n“Entre a grande Igreja e a pequena igreja doméstica, realiza-se todos os dias, por força da presença do Espírito Santo, uma permuta de dons, que é comunicação recíproca de bens espirituais” (J.Paulo II).\r\n\r\nA catequese é, pois, um dos meios pelos quais Deus continua hoje a se manifestar às pessoas. Ela atualiza a revelação acontecida no passado. O catequista experimenta a Palavra de Deus em sua boca, na medida em que, servindo-se da Sagrada Escritura e dos ensinamentos da Igreja, vivendo e testemunhando sua fé na comunidade e no mundo, transmite para seus irmãos a experiência de Deus.\r\n\r\nO catequista não prega a si mesmo, mas a Jesus Cristo, sendo fiel à Palavra e à integridade de sua mensagem. Ele é também um profeta, pois faz ecoar a Palavra de Deus na comunidade, tornando-a compreensível. Catequese significa ressoar; a Igreja dá-lhe o sentido de ressoar a Palavra de  Deus hoje.\r\n\r\nO desafio da Igreja é a evangelização do mundo de hoje, mesmo em territórios onde a Igreja se encontra implantada há mais tempo. Nossa realidade pede uma nova evangelização. A catequese coloca-se dentro desta perspectiva evangelizadora, mostrando uma grande paixão pelo anúncio do Evangelho.\r\n\r\nO fruto da evangelização e catequese é o fazer discípulos de Jesus Cristo: acolher a Palavra, aceitar Deus na própria vida, como dom da fé. Produzir conversão e seguimento.\r\n\r\n<strong>Fonte:</strong> <a href=\"https://www.cnbb.org.br/a-catequese/\">https://www.cnbb.org.br/a-catequese/</a>","data_hora":"2021-02-26 17:32"},{"id":668,"nome":"APOSTOLADO DA ORAÇÃO","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano:</strong> Padre Bruno Francisco de Oliveira</p>\r\n\r\n<div class=\"vc_row wpb_row vc_row-fluid\">\r\n<div class=\"wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6\">\r\n<div class=\"vc_column-inner\">\r\n<div class=\"wpb_wrapper\">\r\n<p class=\"vc_custom_heading\">O Apostolado da Oração (AO) é, antes de tudo, fazermo-nos interiormente disponíveis para a missão de Cristo. Esta disponibilidade tem como sua fonte e modelo Jesus Cristo entregue a nós e por nós, que se nos faz presente continuamente na Eucaristia. Receber a Sua vida leva-nos, reconhecidos, a oferecer diariamente a nossa própria vida ao Pai.</p>\r\n<p class=\"vc_custom_heading\">O Apostolado da Oração é um caminho espiritual que a Igreja propõe a todos os cristãos para os ajudar a ser amigos e apóstolos de Jesus Ressuscitado na vida diária e despertar neles a capacidade missionária. Leva-os a uma aliança de amor pessoal com Ele, simbolizada no seu Coração.</p>\r\n<p class=\"vc_custom_heading\">O Apostolado da Oração é uma rede mundial de oração a serviço dos desafios da humanidade e da missão da Igreja, expressos nas intenções mensais de oração do Papa. Rezar por estas intenções abre-nos os olhos e o coração à dimensão do mundo, fazendo nossas as alegrias e esperanças, as dores e os sofrimentos de todos os nossos irmãos e irmãs.</p>\r\n<p class=\"vc_custom_heading\"><em><strong>Como se põe em prática o caminho do Apostolado da Oração?</strong></em></p>\r\n\r\n</div>\r\n</div>\r\n</div>\r\n</div>\r\n<div class=\"wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12\">\r\n<div class=\"vc_column-inner\">\r\n<div class=\"wpb_wrapper\">\r\n<div class=\"vc_empty_space\">Por meio de:</div>\r\n<div class=\"vc_empty_space\"><strong>1- Três atitudes diárias:</strong></div>\r\n<div class=\"vc_empty_space\">O ritmo diário de oração tem pelo menos três momentos específicos. Para vivê-los, a pessoa vai escolher a modalidade que lhe inspire maior gosto espiritual e lhe ajude a estar mais disponível ao Senhor Ressuscitado. Pode-se recorrer a uma imagem de Jesus ou um crucifixo, pode ser num lugar especial em sua casa, pode ser recitando uma oração sugerida, pode ser usando meios digitais, etc.</div>\r\n<div class=\"vc_empty_space\">- <em>Com Jesus pela manhã:</em> Ao iniciar o dia, num momento de silêncio, faço-me presente diante de Jesus Ressuscitado que está comigo. Peço ao Pai que me faça disponível à missão do Seu Filho para este novo dia, oferecendo o que sou e o que tenho. Posso expressar este oferecimento usando palavras minhas ou recorrendo a uma oração de oferecimento escrita. Peço ao Espírito Santo que abra o meu coração às necessidades e desafios da humanidade e da missão da Igreja, e rezo por eles segundo as intenções do Papa para este mês.</div>\r\n<div class=\"vc_empty_space\">- <em>Com Jesus durante o dia:</em> Em vários momentos ao longo do dia, em caminho ou em repouso, em casa ou no trabalho, tomo consciência de estar na presença do Senhor e renovo-lhe a minha disponibilidade “para trabalhar com ele de dia e vela com Ele de noite” (Exercícios Espirituais de Santo Inácio, 93).</div>\r\n<div class=\"vc_empty_space\">- <em>Com Jesus à noite:</em> No final do dia, num momento de silêncio, peço ao Espírito Santo que me ajude a reconhecer a presença de Jesus comigo durante esse dia, e agradeço. Pergunto-me de que modo fui disponível à sua missão e também agradeço. Vejo como fui obstáculo à sua ação na minha vida e peço-Lhe que, na sua misericórdia, transforme o meu coração. Peço-Lhe ajuda para viver outro dia unido a Ele. Jesus dá-me a sua bênção.</div>\r\n<div class=\"vc_empty_space\"><strong>2- Participar na rede do AO</strong></div>\r\n<div class=\"vc_empty_space\">Manter uma ligação com a sua Sede Nacional (que é o centro responsável pelo seu funcionamento) no seu país ou no país mais próximo. Procurar receber os seus folhetos, revistas, notícias ou outros materiais que lhe ajudarão a aprofundar a sua relação com Jesus e a manter-se informado e integrado na rede mundial do AO. Participar, se for possível, no seu grupo, nas suas atividades de formação ou nas suas redes sociais na internet. Um símbolo da sua união com essa rede mundial de oração será rezar diariamente pelas intenções do Papa, e de uma forma especial na Primeira Sexta-feira de cada mês, que é tradicionalmente o dia em que se recorda a revelação do amor de Deus na cruz e o amor do Seu Sagrado Coração pela humanidade. Participar nesse dia na Eucaristia, na medida do possível. Seguir as indicações que irá receber da Sede Nacional para todas estas propostas.</div>\r\n<div class=\"vc_empty_space\" style=\"text-align: left;\"><strong>O APOSTOLADO DA ORAÇÃO:</strong></div>\r\n<div class=\"vc_empty_space\" style=\"text-align: left;\">- Vive diariamente os três momentos de oração, para se colocar junto a Jesus ressuscitado e oferecer-Lhe a sua vida em disponibilidade apostólica.</div>\r\n<div class=\"vc_empty_space\" style=\"text-align: left;\">- Compromete a sua vida em oração e serviço, em resposta aos desafios da humanidade e da missão da Igreja presentes nas intenções mensais do Papa.</div>\r\n<div class=\"vc_empty_space\" style=\"text-align: left;\">- Segue o “Caminho do Coração” como escola de vida e itinerário de formação.</div>\r\n<div class=\"vc_empty_space\" style=\"text-align: left;\">- Participa na rede mundial e nacional do AO.</div>\r\n<div class=\"vc_empty_space\" style=\"text-align: left;\">E vive tudo isto apoiado nas práticas que são fundamentais em toda a vida cristã:</div>\r\n<div class=\"vc_empty_space\" style=\"text-align: left;\">- A Eucaristia, que conduz à experiência interna do Coração de Jesus e o dispõe a viver com Ele e ao seu estilo, a serviço da sua missão. A entrega de Jesus pela humanidade que se faz realidade em cada Eucaristia é, para o AO, o modelo de oferecimento e disponibilidade.</div>\r\n<div class=\"vc_empty_space\" style=\"text-align: left;\">- O amor e a devoção a Maria, modelo de disponibilidade apostólica, cujo coração está repleto de Jesus e dos Seus projetos.</div>\r\n<div class=\"vc_empty_space\" style=\"text-align: left;\">- Participação num grupo de vida, em união com outras pessoas que vivem o AO.</div>\r\n<div class=\"vc_empty_space\" style=\"text-align: left;\">- A formação contínua, que dá conteúdo à experiência profunda de comunhão com Jesus e o ajuda a crescer como apóstolo. Deveria incluir formação em temas relacionados diretamente com a sua vivência do AO (Coração de Jesus, a oração de intercessão, identidade e história do AO, etc.) e em matérias de outras áreas que alimentam a sua fé como cristão (Bíblia, teologia, vida espiritual, sacramentos, etc.).</div>\r\n</div>\r\n</div>\r\n<div></div>\r\n<div>Fonte: <a href=\"https://aomej.org.br/quem-somos\">https://aomej.org.br/quem-somos</a></div>\r\n</div>","data_hora":"2021-02-26 17:32"},{"id":667,"nome":"ENCONTRO DE CASAIS COM CRISTO","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-3.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano:</strong> Padre Ivan José Ribeiro\r\n\r\n</p>\r\n<strong>O que é o ECC?</strong>\r\n\r\nO Encontro de Casais com Cristo (ECC) é um serviço da Igreja em favor da evangelização das famílias. Procura construir o Reino de Deus aqui e agora, a partir da família, da comunidade paroquial, mostrando pistas para que os casais se reencontrem com eles mesmos, com os filhos, com a comunidade e, principalmente, com Cristo. Para isto, busca compreender o que é ser Igreja hoje e de seu compromisso com a dignidade da pessoa humana e com a justiça social.\r\n\r\nA evangelização do matrimônio e da família é missão de toda a Igreja, em que todos os fiéis devem cooperar segundo as próprias condições e vocações. Deve partir do conceito exato de matrimônio e de família, à luz da Revelação, segundo o Magistério da Igreja (Orientações pastorais sobre o matrimônio - CNBB Doc. Nº 12 / DN-pág. 13)\r\n\r\n<strong>Como nasceu?</strong>\r\n\r\nO ECC nasceu da inquietude de um sacerdote, Pe. Alfonso Pastore, que dedicou sua vida sacerdotal à Pastoral Familiar, à Pastoral da Saúde e à Pastoral Carcerária.\r\n\r\nTeve início em 1970, na Paróquia Nossa Senhora do Rosário, na Vila Pompéia, em São Paulo-SP. Como disse textualmente o seu fundador, começou porque Deus quis, e a presença e atividade do ECC no Brasil são a prova da ação de Deus na humanidade.\r\n\r\n<strong>O ECC hoje</strong>\r\n\r\nO ECC atualmente é uma realidade no Brasil inteiro, de norte a sul, de leste a oeste, estando presente e atuando em 223 (Arqui)Dioceses. Está estruturado nos 16 Regionais (divisão geográfica da CNBB).\r\n\r\nO ECC contribui de forma efetiva para que as famílias se constituam como Igrejas Domésticas, Formadoras de Pessoas, Educadoras na Fé e Promotoras do Desenvolvimento, tendo seu lugar insubstituível no anúncio e vivência do Evangelho, pois o FUTURO DA HUMANIDADE PASSA PELA FAMÍLIA.\r\n\r\n<strong>Objetivos pastorais do ECC</strong>\r\n\r\nO Encontro de Casais com Cristo (ECC) é um SERVIÇO da Igreja para evangelizar a família, primeiro núcleo de inculturação e da evangelização, Igreja Doméstica e santuário da vida, e para despertar os casais para as pastorais paroquiais, devidamente integrados na Pastoral de Conjunto da (Arqui)Diocese.\r\n\r\n<strong>Desenvolvimento</strong>\r\n\r\nO ECC foi idealizado pelo Pe. Alfonso Pastore para ser desenvolvido em três etapas distintas, indispensáveis, inter-relacionadas entre si, cada uma com características e finalidades próprias. Uma etapa prepara a outra e deve ser observada a partir de um crescimento de seus integrantes e de sua comunidade.\r\n\r\n<strong>. 1ª ETAPA</strong>\r\n\r\nÉ o momento evangelizador e missionário, é o despertar, é o chamamento aos casais afastados da Igreja. Esta etapa visa, principalmente: despertar os casais para que vivam seu casamento de uma maneira cristã, a partir dos valores humanos e cristãos do casamento, das graças do Sacramento do Matrimônio e da Espiritualidade Conjugal, Familiar e Apostólica; inspirar um maior relacionamento entre os cônjuges e demais membros da família; levar os casais da paróquia a atuar nos seus diversos setores, abrindo-lhes possibilidades de doação e, por meio do Pós-Encontro, dar-lhes motivação para se engajarem; criar a convivência fraterna nas paróquias como o grande apelo, a grande missão do ECC.\r\n\r\n<strong>. 2ª ETAPA</strong>\r\n\r\nEsta etapa pretende levar o casal a refletir sobre o verdadeiro sentido da fé batismal, para que ele viva plenamente a mensagem de Jesus Cristo; visa ainda a dar conhecimento aos casais dos Documentos da Igreja e das Diretrizes da Ação Evangelizadora, mostrando, finalmente, o que é ser Igreja no mundo de hoje.\r\n\r\n<strong>. 3ª ETAPA</strong>\r\n\r\nEsta etapa vai propor aos casais uma reflexão profunda, séria e adulta do homem que vive numa sociedade cheia de injustiças, de opressão, de miséria, de egoísmo, de dominação e de marginalização; leva os casais a refletirem sobre a dignidade da pessoa humana, criada à imagem e semelhança de Deus, e seu relacionamento com os outros homens, bem como as injustiças sociais que o impedem de ser pessoa e viver como cristão; preparar os filhos para a realidade do dia-a-dia, para o ser e não para o ter.\r\n\r\n<strong>Espírito do ECC</strong>\r\n\r\nO ECC é um serviço-escola. Não é um movimento. Não visa prender a si os casais, nem os casais devem querer ficar presos ao ECC. Apresenta-se como um SERVIÇO DA IGREJA ÀS FAMÍLIAS DA PARÓQUIA. É essencialmente paroquial. Esta é a característica fundamental. Pe. Alfonso Pastore chega a dizer que quem lhe retirar essa característica (paroquialidade) arranca-lhe a alma. O ECC é feito de casais para casais. É ainda um serviço que procura apresentar aos casais uma visão da Igreja, por meio de seus Documentos e Encíclicas, e de sua Doutrina Social.\r\n\r\n<strong>A Espiritualidade é a tônica do ECC e se fundamenta em cinco pontos básicos:</strong>\r\n\r\na) DOAÇÃO - essência da vida cristã;\r\nb) POBREZA - atitude evangélica fundamental para se colher o Reino de Deus;\r\nc) SIMPLICIDADE - atitude que se traduz num estilo simples, espontâneo e autêntico no relacionamento com os outros;\r\nd) ALEGRIA - nasce da certeza da vitória do bem e é experimentada no encontro, na partilha, na doação, na comunhão com o outro;\r\ne) ORAÇÃO - é uma relação pessoal do homem com Deus em Jesus Cristo.\r\n\r\nJuntam-se as estes valores a FRATERNIDADE, a GRATUIDADE e a MISSIONARIEDADE.","data_hora":"2021-02-26 17:32"},{"id":665,"nome":"PASTORAL DO DÍZIMO","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-38.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano: </strong>Frei Adilson Vaz Donderi\r\n\r\n</p>\r\nA vida eclesial se desenvolve de modo orgânico,  de forma que cada setor trabalha – em vista da evangelização – uma dimensão da comunidade de fé. É nesse cenário que surge a Pastoral do Dízimo. Uma equipe previamente capacitada e sedenta pelo anúncio do Evangelho se dispõe para lidar diretamente com os trabalhos de organização acerca do dízimo.\r\n\r\nMuitas comunidades espalhadas Brasil afora não possuem assistência adequada para o dízimo, ou estão em processo de implantação há muito tempo, sem resultados expressivos. Para o bom êxito, é necessário um caminho maduro de formação, planejamento e iniciativas voltadas para o apropriado desempenho da equipe. Lembrando que qualquer ação pastoral parte da evangelização e do cultivo da espiritualidade comunitária. Desses dois pilares brotam um fecundo trabalho pastoral, como nos exorta o santo padre, Papa Francisco:\r\n<blockquote>\r\n<h5>“Como gostaria de encontrar palavras para encorajar uma ação evangelizadora mais ardorosa, alegre, generosa, ousada, cheia de amor até o fim e feita de vida contagiante! Mas sei que nenhuma motivação será suficiente, se não arde nos corações o fogo do Espírito Santo.” (Evangelli Gaudium, 261)</h5>\r\n</blockquote>\r\nInspirados pelo desejo do nosso Sumo Pontífice, elaboramos diversos conceitos e exemplos práticos para esclarecer melhor sobre a importância dessa pastoral.\r\n<h2>O dízimo na vida da Comunidade</h2>\r\nUma família não se mantêm, de modo digno, sem uma renda financeira de acordo com suas necessidades: energia elétrica, água, alimentação, manutenção doméstica, transporte, entre outras despesas,  necessariamente fazem parte da realidade familiar.\r\n\r\nNuma comunidade eclesial não é diferente. Por mais que a espiritualidade não tenha um custo em si mesma, o culto litúrgico, o espaço físico e funcionários – citando apenas alguns exemplos – demandam recursos dos mais diversos. Em suma, não é possível uma vivência paroquial mínima sem uma receita.\r\n\r\nA partir desse entendimento, podemos compreender um pouco da necessidade material do dízimo. Sem levar em consideração seu aspecto ainda mais profundo, o espiritual.\r\n\r\nO dízimo “está relacionado com a experiência de Deus, que, por amor, entregou seu Filho por nós e por todo o mundo” (Documento 106, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, 8). Esta relação com Deus se concretiza a partir da oferta financeira feita de modo generoso e deliberado. O fiel não partilha seu dízimo por um aspecto institucional somente, mas a partir de uma relação com “aquele de quem provém tudo o que ele é e tudo o que ele tem, e expressa, na gratidão, sua fé e sua conversão.” (Doc. 106, 29). Estamos falando da dimensão religiosa do dízimo, que com as demais tornam ainda mais claro seu papel na vida da comunidade.\r\n<ul>\r\n \t<li><strong>Dimensão religiosa:</strong> como dito anteriormente, trata-se da relação do fiel com Deus;</li>\r\n \t<li><strong>Dimensão eclesial:</strong> com a consciência de ser membro da Igreja, o fiel participa diretamente dos custos com a realização do culto divino;</li>\r\n \t<li><strong>Dimensão missionária:</strong> a colaboração do dízimo se une a de outros irmãos e favorece a partilha de recursos em projetos de evangelização comum, de cada diocese, assim como a comunhão de recursos com comunidades mais pobres;</li>\r\n \t<li><strong>Dimensão caritativa: </strong> se manifesta no cuidado com os mais pobres e necessitados.</li>\r\n</ul>\r\n<h2>Pastoral do Dízimo: Para quê serve?</h2>\r\nA Igreja tem como missão ser a presença de Cristo no mundo. O Senhor, como Bom Pastor, vai em busca de suas ovelhas e realiza qualquer esforço em vista da salvação das almas. Assim surgem as Pastorais na Igreja, com  o rosto de Cristo Bom Pastor que, em meio às exigências do cotidiano, se dispõe ao serviço em vista do próximo. Os trabalhos são os mais diversos: Pastoral da Criança, da Juventude, Comunicação, Social, Familiar, Litúrgica, e a Pastoral do Dízimo. Estima-se que existem mais de 40 Pastorais na Igreja do Brasil.\r\n\r\nPara entendermos especificamente os trabalhos com o dízimo utilizaremos os conceitos do documento 106.\r\n<blockquote>\r\n<h5>“A Pastoral do Dízimo é a ação eclesial que tem por finalidade motivar, planejar, organizar e executar iniciativas para a implantação e o funcionamento do dízimo, e acompanhar os membros da comunidade no que diz respeito à sua colaboração, em sintonia com a Pastoral de Conjunto na Igreja particular.” (Doc. 106, 36)</h5>\r\n</blockquote>\r\nO texto acima deixa claro a importância de uma equipe trabalhando de modo orgânico e objetivo com as demandas do dízimo. Contudo, observe que não se trata apenas de receber os pagamentos ou preencher fichas de cadastro. O trabalho vai além: motivar, planejar, organizar e executar iniciativas relacionadas ao dízimo. Sobretudo, precisamos considerar ainda que a alma desse trabalho está na evangelização, como nos exorta o Documento 106: “A experiência do dízimo cresce conjuntamente com a qualidade da vida cristã, principalmente de seu aspecto comunitário. Tudo o que promove o crescimento de fé, promove o aprofundamento do dízimo” (p. 75).\r\n<h2>Quais os trabalhos que garantem o funcionamento da Pastoral?</h2>\r\nPara os trabalhos práticos da pastoral, a CNBB destaca:\r\n<ol>\r\n \t<li>A organização de equipes de Pastoral do dízimo;</li>\r\n \t<li>A participação ativa e o envolvimento pessoal dos ministros ordenados;</li>\r\n \t<li>A unificação do sistema de recebimento e de gerenciamento do dízimo na Igreja particular;</li>\r\n \t<li>A divulgação dos resultados;</li>\r\n \t<li>A atenção aos aspectos legais envolvidos no recebimento do dízimo e em seu correto registro;</li>\r\n \t<li>O cuidado com a linguagem utilizada para se fazer referência ao dízimo, pois os termos empregados influem na compreensão e nas motivações;</li>\r\n \t<li>A convivência harmônica entre a Pastoral do Dízimo, os Conselhos Econômicos diocesano, paroquial e pastoral, Conselho Paroquial de Pastoral, respeitando-se as atribuições e a representatividade de cada um” (Doc. 106, 60).</li>\r\n</ol>\r\nTais atribuições fluem de modo eficiente quando há comunhão entre as diversas instâncias, a partir do pároco/administrador paroquial, tesouraria, CPP, e equipe da Pastoral do Dízimo. Sobretudo, quando a comunidade  – representada pelos acima citados – abraçam a causa da evangelização e se determinam a anunciar Jesus sem medir esforços.\r\n<h2>A Organização e o funcionamento da Pastoral do Dízimo</h2>\r\nColocar esse trabalho em andamento exige algumas ações práticas que podem motivar e viabilizar o crescimento da evangelização, e consequentemente da arrecadação do dízimo. Confira abaixo, o que é necessário e como funciona uma Pastoral do Dízimo.\r\n<h4><strong>Pastoral do dízimo: Modo de fazer</strong></h4>\r\nA organização de um setor pode ser chamado de alicerce – que vai garantir a eficiência de um trabalho. No que tange ao dízimo, não é diferente. Estamos falando de um organismo extremamente delicado e exigente, que cuida da oferta dos fiéis feita, em primeiro lugar a Deus, em vista da evangelização e da assistência aos pobres, além de ser um meio de manutenção da vida da comunidade.\r\n\r\nEntendamos alguns pontos indispensáveis nas atividades da Pastoral do Dízimo:\r\n\r\nComo em todas as pastorais da Igreja, a Pastoral do Dízimo é formada por  servos, leigos em sua maioria, que são membros do Corpo de Cristo. Os recursos humanos da Pastoral do Dízimo devem estar organizados a partir das responsabilidades inerentes aos vários trabalhos realizados.\r\n\r\nQuanto às modalidades de recolhimento do dízimo, isso vai variar de acordo com cada Igreja particular, sendo importante que se unifique entre as paróquias o sistema de recebimento e gerenciamento.\r\n\r\nAlgumas considerações do Documento 106 sobre as modalidades mais comuns:\r\n<ul>\r\n \t<li><b><i>Durante o expediente da secretaria paroquial:</i></b> Usualmente  mais comum, o local merece valorização e atenção quanto ao direito à privacidade seja sobre o valor, seja sobre o anonimato. “Quando formalmente requerido, precisam ser respeitados no registro do dízimo” (Doc. 106, 54).</li>\r\n \t<li><b><i>Plantão do dízimo:</i></b> Ocasião de acolhimento aos dizimistas, o plantão oferece maior flexibilidade já que atua nos horários que antecedem a santa Missa e momento ulteriores à celebração nas comunidades;</li>\r\n \t<li><b><i>Carnês e envelopes</i></b><b><i>:</i></b> Com identificação, são formas muito utilizadas para a documentação e o registro das contribuições;</li>\r\n \t<li><b><i>Débito automático</i></b>: apesar de ser uma modalidade questionada, tendo em vista o risco de enfraquecer “a consciência de corresponsabilidade eclesial” (doc. 106 § 50), vem sendo implantada em algumas instituições;</li>\r\n \t<li><b><i>Durante a celebração eucarística:</i></b> Favorece o sentimento de oferta, porém pode ser confundido com as ofertas. O ideal é que o dízimo seja partilhado antes ou depois das celebrações.</li>\r\n \t<li><b><i>Recolhimento domiciliar: </i></b>Segundo o Documento 106, além do enfraquecimento da responsabilidade, é preciso que se considere os perigos de tal exposição, como assaltos.</li>\r\n</ul>\r\nO dízimo se caracteriza como doação. Portanto, a lei exige a contabilização das entradas a partir de documentação que comprove as receitas e despesas, e sua gestão. Algumas das recomendações, expressas no parágrafo 52 do Documento 106:\r\n<ol>\r\n \t<li>“Registre-se o valor da contribuição de cada fiel, de modo que se possa comprovar a origem da contribuição recebida;</li>\r\n \t<li>Dê-se, a cada dizimista que solicitar, o recibo da contribuição feita para que ele possa comprovar a contribuição feita;</li>\r\n \t<li>Administre-se o resultado financeiro do dízimo, a partir de conta corrente/poupança em nome da pessoa jurídica (mitra ou paróquia). Jamais seja depositado em contas cujos titulares sejam pessoas físicas.”</li>\r\n</ol>\r\nDemais dúvidas podem ser consultadas diretamente no Documento 106 da CNBB. Ele é um dos mais atuais e completos subsídios sobre o tema.\r\n\r\n<strong>Fonte:</strong><a href=\"https://www.dominuscomunicacao.com/o-que-e-a-pastoral-do-dizimo/\"> https://www.dominuscomunicacao.com/o-que-e-a-pastoral-do-dizimo/</a>","data_hora":"2021-02-26 17:31"},{"id":664,"nome":"PASTORAL DA COMUNICAÇÃO","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-10.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano:</strong> Padre Víctor Lucas Alves Vitória</p>\r\n\r\n<div class=\"elementor-element elementor-element-96c8938 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"96c8938\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\r\n<div class=\"elementor-widget-container\">\r\n<div class=\"elementor-text-editor elementor-clearfix\">\r\n\r\nO Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil nos apresenta que a “Pascom estrutura-se a partir dos documentos da Igreja, dos estudos e pesquisas na área da comunicação e das práticas comunicativas vividas e experienciadas pelas comunidades e grupos, convertendo-se em um eixo transversal de todas as pastorais da Igreja. Para que a comunicação encontre espaços para anunciar a todos a Boa Nova de Jesus Cristo, é necessário que a Pascom ocupe um lugar específico de atuação na vida eclesial, que lhe permita irradiar as ações próprias do campo da comunicação com sentido pastoral. A expressão “Pastoral da Comunicação” nasce da junção de duas realidades que interagem reciprocamente: comunicação e pastoral. O universo da comunicação abrange as distintas dimensões da realidade humana, enquanto o universo da pastoral envolve a dimensão sócio eclesial, relacionada aos diferentes ambientes da Igreja em sua missão de evangelizar.” (Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil, n. 244)\r\n\r\nAs ações comunicativas da Pascom ganham sentido na medida em que colaboram com a ação evangelizadora da Igreja, pois “a evangelização, anúncio do Reino, é comunicação”. Contudo, não se pode reduzir essa pastoral aos meios de comunicação, pois ela é um elemento articulador da vida e das relações comunitárias. Ela favorece o cultivo do ser humano enquanto pessoa que comunica valores, vivenciados a partir da Palavra de Deus e da Eucaristia, pois o anúncio sempre deve ser acompanhado pelo testemunho: “O que ouvimos, o que vimos com nossos olhos, o que contemplamos, e o que nossas mãos apalparam do Verbo da vida (…) vo-lo anunciamos para que estejais em comunhão conosco”. (Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil, n. 247)\r\nCompreendendo a Pascom em sua abrangência, o Diretório (n. 248) traz algumas características se destacam: 1) colocar-se a serviço de todas as pastorais para dinamizar suas ações comunicativas; 2) promover o diálogo e a comunhão das diversas pastorais; 3) capacitar os agentes de todas as pastorais na área da comunicação, especialmente a catequese e a liturgia; 4) favorecer o diálogo entre a Igreja e os meios de comunicação; 5) envolver os profissionais e pesquisadores da comunicação nas reflexões da Igreja e 6) desenvolver as áreas da comunicação, como a imprensa, a publicidade e as relações públicas.\r\n\r\nA Pastoral da Comunicação está organizada em milhares de comunidades, paróquias e na maioria das dioceses do Brasil.\r\n\r\n</div>\r\n</div>\r\n</div>\r\n<div class=\"elementor-element elementor-element-93e2ffb elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"93e2ffb\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\r\n<div class=\"elementor-widget-container\">\r\n<div class=\"elementor-text-editor elementor-clearfix\">\r\n\r\nFonte: <a href=\"https://pascombrasil.org.br/\">https://pascombrasil.org.br/</a>\r\n\r\n</div>\r\n</div>\r\n</div>","data_hora":"2021-02-26 17:31"},{"id":662,"nome":"PASTORAL DA SAÚDE","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-14.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano: </strong>Padre Divino José Gonçalves</p>\r\nA Pastoral da Saúde é toda a ação do povo de Deus comprometido em acolher, promover, cuidar, educar, defender e celebrar a vida humana. É a ação libertadora de Cristo presente no mundo na área da saúde, em três dimensões: solidária, comunitária e político-institucional.\r\n\r\nA assistência aos enfermos como Pastoral no Brasil, teve um olhar de esperança em 1922 com a chegada de três religiosos Camilianos.\r\n\r\nEstabeleceram-se em São Paulo. Juntaram-se a eles, um grupo de jovens brasileiros, que depois de tempo de formação, assumiram a vida religiosa e o ministério junto aos doentes e, assim, veio se desenvolvendo o trabalho da Pastoral da Saúde, que no início foi conhecida como Pastoral do Enfermo.\r\n\r\nEm 09 de Maio de 1986, a Pastoral da Saúde foi instituída oficialmente como uma das Pastorais Sociais da CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, sendo organismo de ação social e sociedade cívico-religiosa, organizada por tempo indeterminado e com sede itinerante (acompanha o coordenador nacional), sem fins lucrativos, legalmente constituída por Estatuto e Regimento Interno próprios e que desenvolve o seu trabalho em três áreas de atuação: Solidária, Comunitária e Político-Institucional.\r\n\r\nA Pastoral da Saúde foi compreendida em Aparecida (2007) como sendo, ‘‘a resposta às grandes interrogações da vida, como sofrimento e a morte, à luz da morte e ressurreição do Senhor’’ e, empenha-se em evangelizar com renovado ardor missionário no mundo da saúde, e contribuir para construção de uma sociedade justa e solidária, a serviço da vida.\r\n<p align=\"justify\">A Pastoral da Saúde acontece em domicílios, hospitais, asilos, creches, escolas, associações de bairro, sindicatos, conselhos de saúde, ou seja, em todo lugar que se importa com a saúde.</p>\r\n<p align=\"justify\">Fonte: <a href=\"http://pastoraldasaudecnbb.com.br/\">http://pastoraldasaudecnbb.com.br/</a></p>","data_hora":"2021-02-26 17:31"},{"id":660,"nome":"PASTORAL DA JUVENTUDE","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-19.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https://www.instagram.com/sjpatos4/?hl=pt-br\">Instagram</a></p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano:</strong> Padre Emilio Mendes Ferreira\r\n\r\n</p>\r\n<strong>Comissão para a Juventude</strong>\r\n\r\nA Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), é o espaço que articula, convoca e propõe orientações para a evangelização da juventude, respeitando o protagonismo juvenil, a diversidade dos carismas, a organização e a espiritualidade para a unidade das forças ao redor de algumas metas e prioridades comuns (CNBB, Doc. 85, n. 193) à luz do Documento 85 “Evangelização da Juventude”, das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e do Documento de Aparecida.\r\n\r\nA Comissão foi criada por decisão da 49ª Assembleia Geral da CNBB, em maio de 2011, a partir do Setor Juventude, anteriormente vinculado à Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato.\r\n\r\nA Comissão para a Juventude é presidida por <strong>Dom Nelson Francelino Ferreira</strong>, bispo da Diocese de Valença (RJ). Fazem parte dela, também, <strong>Dom Antônio de Assis</strong> (Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Belém) e <strong>Dom Amilton Manoel</strong> (Bispo auxiliar da Arquidiocese de Curitiba) ; além de dois assessores nacionais, <strong>Irmã Valéria Andrade Leal (assessora interna)</strong> e o <strong>Padre Antônio Ramos Prado (assessor externo)</strong>. Além disso, a Comissão é auxiliada por 18 bispos referenciais da juventude nos Regionais da CNBB, por uma Coordenação Nacional de jovens, por várias equipes dedicadas à evangelização da juventude e, ocasionalmente, por assessores e peritos convidados.\r\n\r\nO campo de trabalho da Comissão abrange as diversas experiências de evangelização da juventude existentes: Pastorais da Juventude, Movimentos Eclesiais, Novas Comunidades, Congregações Religiosas, que trabalham com juventude, Catequese Crismal, Pastoral Vocacional, Pastoral da Educação, Pastoral Familiar, Pastoral do Adolescente, em parceria com o Setor Universidades da CNBB e outros segmentos eclesiais envolvidos com evangelização juvenil (cf. CNBB Doc. 85, n. 193). Há um processo de envolvimento dessas diferentes forças que exige atenção, acolhida, escuta, discernimento, conversão, planejamento, acompanhamento, tempo e investimento. Enfim, a Comissão trabalha para que em todas as instâncias eclesiais haja uma verdadeira paixão pelos jovens e se faça uma significativa opção afetiva e efetiva por eles capaz de atingir, inclusive, o âmbito social.\r\n\r\nFonte: <a href=\"https://jovensconectados.org.br/\">https://jovensconectados.org.br/</a>","data_hora":"2021-02-26 17:31"},{"id":658,"nome":"PASTORAL DA CRIANÇA","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-11.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano:</strong> Padre Marthius Eduardo Rodrigues Claudino</p>\r\nA Pastoral da Criança, organismo de ação social da CNBB, alicerça sua atuação na organização da comunidade e na capacitação de líderes voluntários que ali vivem e assumem a tarefa de orientar e acompanhar as famílias vizinhas em ações básicas de saúde, educação, nutrição e cidadania tendo como objetivo o \"desenvolvimento integral das crianças, promovendo, em função delas, também suas famílias e comunidades, sem distinção de raça, cor, profissão, nacionalidade, sexo, credo religioso ou político\" (Artigo 2º do Estatuto).\r\n<h2>Visão</h2>\r\nTrabalhamos por um mundo sem mortes materno-infantis evitáveis e onde todas as crianças, mesmo as mais vulneráveis, viverão num ambiente favorável ao seu desenvolvimento\" (Cf. Isaías capítulo 65, a partir do versículo 16).\r\n<h2>Missão</h2>\r\n“Para que todas as crianças tenham vida em abundância” (Cf. Jo 10, 10).\r\n\r\nA missão da Pastoral da Criança é promover o desenvolvimento das crianças, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, do ventre materno aos seis anos, por meio de orientações básicas de saúde, nutrição, educação e cidadania, fundamentadas na mística cristã que une fé e vida, contribuindo para que suas famílias e comunidades realizem sua própria transformação.\r\n<h2>Crenças</h2>\r\n• Partilha e Solidariedade.\r\n• Deus se revela preferencialmente aos pobres.\r\n• Fé é Vida: vivenciar a fé, por meio de ações concretas na comunidade.\r\n• A glória de Deus é a vida.\r\n<h2>Valores</h2>\r\n• Adesão à missão da Pastoral da Criança.\r\n• Ética (transparência, honestidade, justiça, equidade).\r\n• Simplicidade.\r\n• Não discriminação.\r\n• Compromisso com os resultados.\r\n• Perseverança.\r\n• Valorização das crianças, gestantes e das famílias.\r\n• Alegria em servir.\r\n• Multiplicar o saber.\r\n• Ir ao encontro, buscar proximidade.\r\n<h2>Fundação</h2>\r\nFundada em 1983, na cidade de Florestópolis, Paraná, pela médica sanitarista e pediatra, Dra. Zilda Arns Neumann, e pelo então Arcebispo de Londrina, hoje cardeal emérito, Dom Geraldo Majella Agnelo. A Pastoral da Criança hoje se faz presente em todos os estados brasileiros e em outros 10 países da África, Ásia, América Latina e Caribe.\r\n\r\n<strong>Níveis de coordenação</strong>\r\n\r\nA Pastoral da Criança se organiza por comunidade, ramo, setor, estado e país, tendo equipes de coordenação e conselhos em cada um deles, com normas e estruturação determinadas pelo Regimento Interno, aprovado pela Assembleia Geral.\r\n\r\n<strong>Coordenação Comunitária</strong> – exercida por um dos líderes da Pastoral da Criança da comunidade.\r\n\r\n<strong>Coordenação de Ramo (paróquia)</strong> – responsável por diversas comunidades com Pastoral da Criança de uma mesma paróquia. O coordenador é indicado, em lista tríplice, pelos coordenadores comunitários do respectivo ramo (paróquia) e ratificado pelo pároco.\r\n\r\n<strong>Coordenação de Setor (diocese) –</strong> responsável por diversos ramos (paróquias) com Pastoral da Criança da Diocese à qual pertence. É indicado pelos coordenadores de ramo e ratificado pelo bispo diocesano.\r\n\r\n<strong>Coordenação Estadual </strong>– responsável pelos diversos setores (dioceses) com Pastoral da Criança do Estado. É indicado pelos coordenadores da Pastoral da Criança de Setor e ratificado pelo bispo responsável pela Pastoral da Criança no Estado.\r\n\r\n<strong>Coordenação Nacional </strong>– dar apoio ao trabalho das coordenações da Pastoral da Criança em todo o Brasil. O coordenador nacional é nomeado pelo Presidente do Conselho Diretor e ratificado pela CNBB. Conselho Diretor da Pastoral da Criança – é eleito pela Assembleia Geral da Pastoral da Criança e ratificado pela CNBB.\r\n\r\n<strong>Assembleia Geral </strong>– órgão máximo da Pastoral da Criança. É composta pelo Conselho Diretor, as dioceses, representadas por seus coordenadores estaduais, e representantes da Associação Nacional dos Amigos da Pastoral da Criança (ANAPAC).\r\n\r\n<strong>Fonte:</strong> <a href=\"https://www.pastoraldacrianca.org.br/\">https://www.pastoraldacrianca.org.br/</a>","data_hora":"2021-02-26 17:30"},{"id":657,"nome":"MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS DA SAGRADA COMUNHÃO","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-33.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano:</strong> Monsenhor Leandro Siqueira Silva</p>\r\n\r\n<div class=\"article__subTitle\">\"O Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão é um leigo ou leiga a quem é dada a permissão, temporária ou permanente, de distribuir a comunhão aos fiéis na missa e em outras circunstâncias, tendo também outras funções.\"</div>\r\n<div class=\"article__subTitle\">“Sem dúvida, aonde a necessidade da Igreja assim o aconselhe, faltando os ministros sagrados, podem os fiéis leigos suprir algumas tarefas litúrgicas, conforme às normas do direito. Estes fiéis são chamados e designados para desempenhar umas tarefas determinadas, de maior ou menor importância, fortalecidos pela graça do Senhor. Muitos fiéis leigos se têm dedicado e se continuam dedicando com generosidade a este serviço, sobretudo nos países de missão, onde a Igreja está pouco difundida, ou se encontra em circunstâncias de perseguição, mas também em outras regiões afetadas pela escassez de sacerdotes e diáconos”.</div>\r\n<div class=\"article__text \">\r\n\r\nÉ o que diz o n. 147 do Capítulo VII – Ministérios Extraordinários dos fiéis leigos - da Instrução <em>Redemptionis Sacramentum</em>, que trata sobre “algumas coisas que se devem observar e evitar acerca da Santíssima Eucaristia”. Também no contexto desta Instrução da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, <b>padre Gerson Schmidt</b> nos fala no programa de hoje sobre “Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão”:\r\n<blockquote> “O Ministério Extraordinário da Santa Comunhão nasceu depois do Concílio Vaticano II pela necessidade de apoio aos ministros ordinários (bispos, presbíteros e diáconos) na missão tão ampla de evangelização, como faziam as primeiras comunidades cristãs (At 6, 3). O Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão é um leigo ou leiga a quem é dada a permissão, temporária ou permanente, de distribuir a comunhão aos fiéis na missa e em outras circunstâncias, tendo também outras funções.</blockquote>\r\nDesde 1965, o Santo Ofício concedia aos bispos da Alemanha Oriental deputar leigos para levar e distribuir a eucaristia nos lugares de celebração da Palavra, onde não havia sacerdote. A concessão era dada em experimento. Passou-se depois a uma concessão mais ampla com a instrução, em 1969, <i>Fidei Custos</i>, até à faculdade de escolher ministros extraordinários da Sagrada Comunhão com a instrução <i>Immensae Caritatis</i>, de 1973, e também pelo Motu Proprio de Paulo VI <i>Ministeria Quaedam</i>, de 1972, com o qual instituía os ministérios do leitor e do acólito. Os leigos não apenas ajudam a distribuir a Eucaristia na missa, mas tem sua custódia, o recipiente onde se coloca a Hóstia consagrada para levar aos enfermos (também chamada de teca). Os leigos podem fazer a Exposição do Santíssimo Sacramento e presidir a celebração da Palavra. Portanto, são estas as funções dos ministros extraordinários da comunhão:\r\n<ul>\r\n \t<li>distribuição da comunhão na missa.</li>\r\n \t<li>distribuição da comunhão fora da missa, aos doentes ou outras pessoas que com razão o solicitem.</li>\r\n \t<li>administração do viático.</li>\r\n \t<li>exposição do Santíssimo Sacramento para adoração dos fiéis (mas não a bênção com o mesmo), em situações específicas.</li>\r\n \t<li>presidir a Celebração da Palavra – onde não houver sacerdote.</li>\r\n</ul>\r\nSegundo a carta <i>Redemptionis Sacramentum</i>, da Santa Sé[1], esse ofício, de distribuir a comunhão extraordinariamente, neste ministério, entendendo-se conforme seu nome em sentido estrito, o ministro é um extraordinário da sagrada comunhão, jamais um ministro especial da sagrada comunhão, nem um ministro extraordinário da Eucaristia, nem ministro especial da Eucaristia. Com o uso desses nomes, amplia-se indevida e impropriamente seu significado.\r\n\r\nSomente o sacerdote validamente ordenado é o ministro capaz de gerar o sacramento da Eucaristia. Por essa razão, o uso de ministro da Eucaristia só se refere ao sacerdote. Em razão da ordenação, os ministros ordinários da sagrada comunhão são o bispo, o presbítero e o diácono.\r\n\r\nBem acolhida na generalidade, esta novidade, contudo, não foi bem aceita por muitos católicos tradicionalistas, que sublinharam a anterior disciplina de não permitir aos leigos, em absoluto, tocar no pão ou no vinho consagrado nem nos vasos sagrados que os contêm.\r\n\r\nOs ministros extraordinários da comunhão devem ser escolhidos entre a comunidade cristã respectiva e devem ser pessoas idôneas e com boa prática cristã. Na maior parte das dioceses, os candidatos, antes de assumirem as suas funções, recebem uma formação litúrgica e doutrinal que lhes permita exercer a sua função com a máxima dignidade e decoro.\r\n\r\nNo fim de tal formação, são admitidos pelo bispo às funções para que foram escolhidos, o que geralmente é feito em uma celebração litúrgica. Normalmente, a função é atribuída por um determinado prazo, que geralmente pode ser renovado. No entanto, para o caso de uma celebração em que são necessários os serviços dum ministro extraordinário da comunhão e não se encontrando nenhum na assembleia, numa emergência, pode ser designada nesse momento uma pessoa idônea que auxilie o presidente da celebração, somente para aquela celebração.”\r\n\r\nFonte: <a href=\"https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2020-10/ministros-extraordinarios-da-sagrada-comunhao-pe-gerson-schmidt.html\">https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2020-10/ministros-extraordinarios-da-sagrada-comunhao-pe-gerson-schmidt.html</a>\r\n\r\n</div>","data_hora":"2021-02-26 17:30"},{"id":655,"nome":"MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS DA PALAVRA","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-34.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano:</strong> Padre Marcelo Marins Gonçalves\r\n\r\n</p>\r\nOs Ministros da Palavra são homens e mulheres generosas que coordenam celebrações da Palavra em lugar da celebração Eucarística, que se colocam a serviço do povo dirigindo a oração comunitária.\r\n\r\nSobre este ministério, a CNBB fala que:\r\n<blockquote><em>“A celebração da Palavra de Deus, como expressão da Igreja reunida, supõe a presença de uma equipe de celebração que a prepare, anime e integre os diversos serviços: de acolhimento fraterno, da presidência, da animação, do canto, da proclamação das leituras e outros. Para o seu bom desempenho, requer-se para a equipe a formação litúrgica. Convém que dela participem crianças, jovens, homens e mulheres”</em> (CNBB, Celebração da Palavra de Deus, 42).</blockquote>\r\nPara que uma celebração aconteça é necessária a presença da equipe celebrativa que prepare a celebração distribuindo as funções, de acordo com o que cada um pode fazer. Quanto mais a comunidade participar, melhor. Afinal, é ela como um todo que celebra, e não apenas a equipe que coordena a celebração.\r\n\r\n<strong>A função do Ministro da Palavra</strong>\r\n\r\nAlém de evangelizar as realidades do dia a dia, os cristãos leigos e leigas são chamados a, com generosidade, ajudar os ministros ordenados naquelas atividades que não exigem o sacramento da ordem. Aí os chamados “ministérios extraordinários”, como o da sagrada comunhão e das exéquias.\r\n\r\nQuanto ao ministério da Palavra, ele se torna extraordinário quando um cristão leigo ou leiga é enviado pela Igreja para, em auxílio aos ministros ordenados, socorrê-los naquelas celebrações em que eles deveriam estar presentes mas, por algum motivo, não estão.\r\n\r\nTodo e qualquer cristão, pelo seu batismo e confirmação, pode realizar legitimamente o serviço deste ministério. No entanto, eles devem ser preparados com uma formação adequada para tal.\r\n\r\nAssim, o ministro da Palavra anuncia a Palavra mas não preside a Eucaristia, que pode ser distribuída pelo ministro extraordinário da Sagrada Comunhão.\r\n\r\n<strong>Sobre a interpretação da Palavra</strong>\r\n\r\nO papel do Ministro Extraordinário da Palavra é de extrema importância, pois, o risco é que se as pessoas lerem a Palavra por sua própria conta, elas acabem interpretando a Bíblia do seu jeito. Pessoas bem intencionadas mas despreparadas dizem aos outros o que a Bíblia não diz, gerando confusão.\r\n\r\nEspera-se, portanto, que o ministro da Palavra interprete o que proclama em comunhão com a Igreja. Para tanto, o ministro tem como apoio os vários comentários bíblicos redigidos por peritos e encontrados na internet, nas mídias sociais, nos folhetos litúrgicos e em livros de exegese.\r\n\r\nA participação em cursos, encontros, semanas e escolas sobre a Sagrada Escritura são necessárias. As pessoas que o escutam querem saber o que Deus tem a dizer a elas por meio da Igreja. Não estão interessadas em palpites ou adivinhações.\r\n\r\nQuem comenta a Sagrada Escritura deve oferecer o que ela tem de fato a oferecer: a Palavra de Deus.\r\n\r\n<strong>Fonte:</strong> <a href=\"http://www.padrecristovam.com.br/blog/geral/o-que-fazem-os-ministros-da-palavra/\">http://www.padrecristovam.com.br/blog/geral/o-que-fazem-os-ministros-da-palavra/</a>","data_hora":"2021-02-26 17:30"},{"id":653,"nome":"PASTORAL CARCERÁRIA","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-27.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Assessor Diocesano:</strong> Padre Antônio Alves de Sousa\r\n\r\n</p>\r\n<em>“As alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias das pessoas de hoje, sobretudo das pobres e de todas aquelas que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias das discípulas e discípulos de Cristo.” (Gaudium et Spes)</em>\r\n\r\n“Estive preso e vieste me visitar” (Mt 25, 36). É com esse lema em mente que a Pastoral Carcerária (PCr), pastoral social ligada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), age junto às pessoas presas e suas famílias.\r\n\r\nCom agentes presentes em todos os Estados do país, a PCr acompanha e intervém na realidade do cárcere brasileiro de forma cotidiana.\r\n\r\nO Brasil tem atualmente a terceira maior população carcerária do mundo, em contínuo e exorbitante aumento desde o início dos anos 1990, revelando a perversa política de encarceramento em massa que está em curso no país, e que tem como alvo os grupos sociais marginalizados e empobrecidos, destacadamente jovens, negros e moradores/as das periferias e das áreas urbanas socialmente mais precarizadas.\r\n\r\nA PCr, busca ser a presença de Cristo e de sua Igreja no mundo dos cárceres, caracterizado pela superlotação, condições insalubres e tortura sofrida pelas pessoas privadas de liberdade. Portanto, em seu trabalho de atendimento religioso às pessoas presas os/as agentes pastorais promovem um serviço de escuta e acolhimento, anunciam a Boa Nova, contribuem para o processo de iniciação à vida cristã e para a vivência dos sacramentos, e atuam no enfrentamento às violações de direitos humanos e da dignidade humana que ocorrem dentro do cárcere, pois “todo processo evangelizador envolve a promoção humana” (Doc. Aparecida, p.399). Assim, a evangelização concretiza-se de forma integral, seguindo as orientações da Igreja: “As profundas diferenças sociais, a extrema pobreza e a violação dos direitos humanos (…) são desafios lançados à evangelização” (Puebla, 90).\r\n\r\nEstá claro que encarcerar mais pessoas, em sua maioria pobres e negras, não diminui a violência; ao contrário, o encarceramento serve para torturar as pessoas mais pobres e gerar ainda mais violência.\r\n\r\nÉ urgente e necessário que se paute e defenda um urgente e necessário programa de redução da população carcerária. Visando isso, a Pastoral, em parceria com diversas outras organizações, movimentos e pastorais sociais, lançou em 2013 a Agenda Nacional Pelo Desencarceramento.\r\n\r\nO documento visa viabilizar o desencarceramento e fortalecer as práticas comunitárias de resolução pacífica de conflitos, por meio de diretrizes como:\r\n<ul>\r\n \t<li>Suspensão de qualquer investimento em construção de novas unidades prisionais;</li>\r\n \t<li>Limitação máxima das prisões cautelares, redução de penas e descriminalização de condutas, em especial aquelas relacionadas à política de drogas;</li>\r\n \t<li>Ampliação das garantias da execução penal e abertura do cárcere para a sociedade;</li>\r\n \t<li>Proibição absoluta da privatização do sistema prisional;</li>\r\n \t<li>Combate à tortura e desmilitarização das polícias, da política e da vida.</li>\r\n</ul>\r\nCom essas propostas e diretrizes, seguimos em frente na luta por um mundo sem cárcere!\r\n\r\n<strong>Características da Pastoral Carcerária</strong>\r\n1) Está junto das pessoas privadas de liberdade. Só a proximidade que nos faz amigos nos permite apreciar profundamente os valores das pessoas privadas de liberdade, seus legítimos desejos e seu modo próprio de viver a fé. À luz do Evangelho reconhecemos sua imensa dignidade e seu valor sagrado aos olhos de Cristo, pobre como eles e excluído como eles. Desta experiência cristã compartilharemos com eles a defesa de seus direitos”. (DA.398)\r\n\r\n2) Busca a Libertação integral. Consciente de que precisa enfrentar as urgências que decorrem da violência e da miséria do sistema prisional, o agente de Pastoral Carcerária sabe que não pode restringir sua solidariedade ao gesto imediato da doação caritativa. Embora importante e mesmo indispensável, a doação imediata do necessário à sobrevivência não abrange a totalidade da opção às pessoas privadas de liberdade. Antes de tudo, esta implica convívio, relacionamento fraterno, atenção, escuta, acompanhamento nas dificuldades, buscando, a partir das pessoas privadas de liberdade, a mudança de sua situação. Aspessoas presas são sujeitos da evangelização e da promoção humana integral. (CNBB – Nº 94, parg. 71)\r\n\r\n3) Luta para cancelar toda legislação e normas contrárias à dignidade e aos direitos fundamentais às pessoas privadas de liberdade, assim como as leis que dificultam o exercício da liberdade religiosa em benefício dos reclusos e busca, a quem transgride o caminho, o resgate e uma nova e positiva inserção na sociedade.\r\n\r\n4) Respeita a dignidade da pessoa humana. Isso significa tratar o ser humano como fim e não como meio, não o manipular como se fosse um objeto; respeitá-lo em tudo que lhe é próprio: corpo, espírito e liberdade; tratar as pessoas presas como ser humano sem preconceito nem discriminação, acolhendo, perdoando, recuperando a vida e a liberdade de cada um, denunciando os desrespeitos à dignidade humana e considerando as condições materiais, históricas, sociais e culturais em que cada pessoa vive.\r\n\r\n<strong>Fonte:</strong> <a href=\"https://carceraria.org.br/\">https://carceraria.org.br/</a>","data_hora":"2021-02-26 17:29"},{"id":651,"nome":"PASTORAL FAMILIAR","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-21.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Diretor Espiritual:</strong> Padre Hemerson Rubens de Oliveira\r\n\r\n</p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Casos Especiais:</strong> Padre José Ronaldo de Oliveira\r\n\r\n</p>\r\nA Pastoral Familiar é um serviço que se realiza na Igreja e com a Igreja, de forma organizada e planejada através de agentes específicos, com metodologia própria, tendo como objetivo apoiar a família a partir da realidade em que se encontra, para que possa existir e viver dignamente, estabelecer relacionamentos e formar as novas gerações conforme o plano de Deus.\r\n\r\nAbrange todas as famílias, independentemente de sua situação familiar, com o propósito de promover a inclusão e resgatar os valores e a dignidade de cada pessoa.\r\n<h3>Como começou</h3>\r\nNo Concílio Vaticano II começou-se a delinear na Igreja uma proposta inspiradora para os esforços da evangelização da família. Desde o início de seu pontificado, o Papa João Paulo II dedicou atenção especial à família.\r\n\r\nNo Brasil, a Pastoral Familiar começou a sistematizar a sua caminhada na década de 80, onde foram realizados vários encontros nacionais com os representantes de alguns movimentos e serviços familiares.\r\n\r\nEm 1981, no IV Sínodo dos Bispos, foi promulgada a Exortação Apostólica Familiaris Consortio sobre a missão da família cristã no mundo de hoje.\r\n\r\nDesde então, foram realizadas muitas ações pela Igreja no Brasil, mas, percebe-se que a missão da Pastoral Familiar é muito mais ampla, urgente e indispensável. A Pastoral Familiar poderá contribuir para que a família seja, de fato, lugar de realização humana, de santificação na experiência de paternidade, maternidade e filiação e de educação contínua e permanente da fé (cf. Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, 2011-2015, n. 108). Por isso, a família deve ser ajudada por uma pastoral familiar intensa e vigorosa (cf. Bento XVI, Discurso inaugural, Aparecida, 2007, n. 5).\r\n<h3>Missão</h3>\r\nA missão evangelizadora da Pastoral Familiar é a defesa e promoção da pessoa em todas as etapas e circunstâncias da vida e a defesa dos valores cristãos para o matrimônio e os relacionamentos pessoais e familiares.\r\n\r\nPara isso, é imprescindível promover articulações dentro e fora da Igreja, para defender a vida em todas as suas etapas e dinamizar e orientar ações em favor da família.\r\n\r\nA Pastoral Familiar possui quatro metas principais:\r\n<ul>\r\n \t<li>Fazer da família uma comunidade cristã;</li>\r\n \t<li>Fazer com que a família seja santuário da vida;</li>\r\n \t<li>Resgatar para a família seu justo valor de célula primeira e vital da sociedade;</li>\r\n \t<li>Tornar a família missionária e Igreja doméstica.</li>\r\n</ul>\r\n<h3>Objetivos</h3>\r\n<ul>\r\n \t<li>Formar agentes qualificados;</li>\r\n \t<li>Acolher toda família a partir da realidade em que se encontra;</li>\r\n \t<li>Santificar os laços familiares;</li>\r\n \t<li>Apoiar a família no seu papel educador;</li>\r\n \t<li>Promover a missão em família;</li>\r\n \t<li>Valorizar os tempos litúrgicos e datas civis;</li>\r\n \t<li>Articular o trabalho em conjunto com as outras pastorais e movimentos eclesiais;</li>\r\n \t<li>Estabelecer articulações também com forças externas à Igreja.</li>\r\n</ul>\r\n<h3>Como está organizada</h3>\r\nPara alcançar os objetivos propostos, foi instituída a Comissão Nacional da Pastoral Familiar – CNPF composta pelo bispo presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e Família, pelos bispos conselheiros, pelo assessor nacional, pelo casal coordenador nacional e pelos bispos, assessores e casais representantes da Pastoral Familiar nos 17 Regionais da CNBB e pelos representantes nacionais dos movimentos eclesiais, institutos e serviços familiares.\r\n\r\nConsiderando a realidade brasileira e a experiência eclesial, a Comissão episcopal Pastoral para a vida e a Família, propõe a seguinte organização em nível diocesano e paroquial:\r\n\r\n<strong>a) Setor Pré-Matrimonial</strong>\r\n<ul>\r\n \t<li>Preparação Remota. Articular com: Crisma, jovens, catequese e escola.</li>\r\n \t<li>Preparação Próxima: Evangelizar namorados e noivos.</li>\r\n \t<li>Preparação Imediata: Diálogo com o Padre, Retiro Espiritual, Rito Sacramental e Celebração.</li>\r\n</ul>\r\n<strong>b) Setor Pós-Matrimonial</strong>\r\n<ul>\r\n \t<li>Oferecer ajuda e formação para recém-casados e grupos familiares.</li>\r\n \t<li>Formação contínua para a vida conjugal, familiar e comunitária e Celebrações Especiais.</li>\r\n</ul>\r\n<strong>c) Setor Casos Especiais</strong>\r\n\r\nOs casais em segunda união e seus filhos sejam acolhidos, acompanhados e incentivados, conforme sua situação, a participarem da vida da Igreja, segundo as orientações do Magistério.\r\n\r\nAcompanhar as diferentes realidades das famílias de migrantes, mães e pais solteiros, famílias com filhos deficientes ou drogados, famílias distanciadas da igreja, matrimônios mistos, atenção especial aos idosos, viúvos, casais em segunda união, alcoolismo etc.\r\n\r\n<strong>Fonte:</strong> <a href=\"https://nspsocorro.com.br/9938-2/\">https://nspsocorro.com.br/9938-2/</a>","data_hora":"2021-02-26 17:29"},{"id":649,"nome":"PASTORAL VOCACIONAL","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/pastorais-22.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>(SAV – Serviço de Animação Vocacional)</strong></em>\r\n<strong>Assessor Diocesano:</strong> Padre Vitor Alexandre Pereira de Castro</p>\r\nO Serviço de Animação Vocacional é a ampla ação de toda Igreja que visa “ajudar os jovens a descobrir o sentido da vida e o projeto que Deus tem para cada um (…)” (DAp, 314) e a orientar o cristão na sua opção vocacional cristã, apostólica, mediante a fé adulta, de tal modo que expresse seu serviço ministerial dentro das atividades da Igreja.\r\n\r\nDentro do SAV ocupa um lugar especial a Pastoral Vocacional, onde todos os batizados, seguidores de Jesus Cristo, são chamados a tornarem-se evangelizadores. A Pastoral Vocacional se torna a ação pastoral feita nas comunidades eclesiais para despertar o serviço dentro da Igreja diocesana e paroquial.\r\n\r\n“E necessário intensificar de diversas maneiras a oração pelas vocações, com a qual também se contribui para criar maior sensibilidade e receptividade diante do chamado do Senhor”. (DAp, 314)\r\n\r\nDiante do apelo da EG 107: “ … Onde há vida, fervor, paixão de levar Cristo aos outros, surgem vocações genuínas”. É urgente dedicar cuidado especial ao Serviço de Animação Vocacional, cultivando os ambientes onde nascem as vocações ao sacerdócio e à vida consagrada (cf. DAp, 315).\r\n\r\n<strong>Objetivo</strong>\r\n\r\nAnimar a comunidade eclesial para se renovar a partir do Encontro com Cristo, redescobrir a identidade cristã (Ser), compreendendo sua vocação (Saber) e inserindo-se nas dimensões da ação evangelizadora (Fazer), tendo presente o processo de inculturação em vista de uma Igreja ministerial e missionária, construindo a cultura vocacional (cf. CNBB, 102, n<sup>o </sup>106) .\r\n\r\nFonte: <a href=\"https://cnbbs2.org.br/pastoral-vocacional/\">https://cnbbs2.org.br/pastoral-vocacional/</a>","data_hora":"2021-02-26 17:28"}],"nova_comunidade":[],"congregacoes":[],"homilia":[],"musica":[],"video":[],"album":[],"eventos":[],"institucional":null,"clero":[],"palavra_do_bispo":[{"nome":"QUARTA-FEIRA DE CINZAS  ","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2023/02/222.png","descricao":"<em>Início da Quaresma e abertura da Campanha da Fraternidade </em>\r\n\r\n<span data-contrast=\"auto\">Com a celebração da Liturgia da Quarta-feira de Cinzas iniciamos o tempo quaresmal, que é um convite à conversão e à penitência, ao jejum e à oração. A exortação proferida pelo Senhor na primeira leitura, desta liturgia, rasgai os vossos corações e não as vestes, é síntese de todo o nosso itinerário quaresmal que hoje iniciamos.</span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\"> </span>\r\n\r\n<span data-contrast=\"auto\">A imposição das cinzas em nossas frontes não é um rito mágico. As cinzas em nossas cabeças manifestam o nosso vivo desejo de rasgar o coração, isto é, de renovação interior para celebrar com alegria a ressurreição do Senhor e acolhê-lo vivo em nossas vidas. </span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\"> </span>\r\n\r\n<span data-contrast=\"auto\">Jesus, no Evangelho, nos ensina a verdade sobre o jejum, a oração e a esmola ou a caridade. Esses atos de piedade, vividos hoje e durante toda a Quaresma devem nos levar ao abandono de toda espiritualidade falsa, hipócrita e vaidosa. A esmola, a oração e o jejum são os três pilares da vivência autêntica da nossa religião. Definem a qualidade do nosso relacionamento com Deus, com os outros e com toda a realidade criada. Esses três relacionamentos constituem a nossa a essência de nossa espiritualidade e vivência religiosa. Neles vivemos ou não, a nossa verdade de filhos, completamos ou não, a justiça de Deus.</span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\"> </span>\r\n\r\n<span data-contrast=\"auto\">Qualquer ação nossa pode ser realizada de duas maneiras opostas; para a nossa auto-satisfação, recebendo elogios e reconhecimentos humanos, ou para agradar aquele que sempre nos ama e nos reconhece como filhos. </span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\"> </span>\r\n\r\n<span data-contrast=\"auto\">E a reflexão, a vivência do tema da Campanha da Fraternidade deste ano é sobre a “Fome”, e o lema recorda o que Jesus disse aos discípulos, diante da multidão faminta: “Dai-lhes vós mesmos de comer”(Mt 14,16). É um bom e belo exercício quaresmal formando-nos para a solidariedade em toda a nossa vida. Alimentar o faminto é ato de esmola, caridade e fraternidade. Tornamo-nos de certo modo embaixadores de Cristo, o embaixador do Pai. </span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\"> </span>\r\n\r\n<span data-contrast=\"auto\">“O Brasil sente fome. Milhões de brasileiros e brasileiras experimentam a triste e humilhante situação de não poder se alimentar nem dar aos seus filhos e filhas o alimento indispensável a cada dia. Por isso, a CNBB apresenta, pela terceira vez, o tema da FOME para a Campanha da Fraternidade (1975, 1985 e 2023).”</span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\"> </span>\r\n\r\n<span data-contrast=\"auto\">“Ao falar da vida eterna, Jesus utilizou a imagem do banquete (Mt 22,2), mostrando-nos que o desejo do banquete eterno deve se traduzir em atitudes de compromisso com uma sociedade em que o alimento esteja em todas as mesas. Jesus teve compaixão da multidão faminta (Mt 14,14-21). Embora os discípulos apontassem a solução de deixar o problema nas mãos de quem corria o risco da fome, Jesus abre os olhos e os corações destes mesmos discípulos para que não se justifiquem diante da impossibilidade, mas compreendam que a mudança da realidade começa com eles, em escuta ao Senhor, que lhes ordena darem, eles mesmos, à multidão, o que comer. Jesus indica outra maneira de compreender as interpelações que a vida nos apresenta. Ultrapassando a lógica imediata, Ele para a necessidade de a agir forma colaborativa, ainda que as dificuldades sejam grandes e os recursos escassos. Quando agimos em colaboração com os outros e colocamos em comum, ainda que seja o pouco que temos, não vai faltar para ninguém.” </span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\"> </span>\r\n\r\n<span data-contrast=\"auto\">Para a humanidade, a fome não é apenas uma tragédia, mas também uma vergonha nos diz o texto base da CF. Diante da realidade de fome não podemos ficar paralisados, insensíveis ou indiferentes. Somos todos responsáveis e convidados a realizar o pedido de Jesus: “Dai-lhes vós mesmos de comer.”(Mt 14,16). </span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\"> </span>\r\n\r\n<span data-contrast=\"auto\">“Que, portanto, esta Quaresma seja vivida em forte espírito de solidariedade. Que nosso jejum abra nosso coração aos irmãos e irmãs que sofrem com a fome. Que nossa solidariedade seja intensificada. Que saibamos encontrar soluções criativas para a superação da fome, seja no nível mais imediato, assistencial, seja no nível de toda a sociedade. Que efetivamente se cumpra a responsabilidade dos governantes, em seus diversos níveis, concretizando políticas públicas, principalmente as de estado, que atinjam a raiz deste vergonhoso flagelo, garantindo não apenas a produção de alimentos, mas também que eles cheguem a cada pessoa, em especial as mais fragilizada.”</span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\"> </span>\r\n\r\n<span data-contrast=\"auto\">Que vivamos nossa caminhada quaresmal e ao mesmo tempo façamos a experiência da reflexão que a Campanha da Fraternidade nos propõem, e aprendamos que Jesus ensinou aos discípulos: “Dai-lhes vós mesmos de comer”. E que não haja nenhum irmão e nenhuma irmã em nosso meio que passe fome.</span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\"> </span>\r\n\r\n<img class=\"wp-image-11633 aligncenter\" src=\"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2022/05/ss.png\" alt=\"\" width=\"338\" height=\"107\" />"},{"nome":"Amados e chamados por Deus","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2022/08/sem-titulo-1-14.png","descricao":"Estamos sendo convidados a refletir e rezar juntos sobre o chamado que cada um de nós recebemos do Senhor. Sigamos, unidos em Deus e observando os caminhos pelos quais Ele nos leva. Somos Igreja toda ministerial e servidora, juntos caminhamos no Seguimento de Jesus Cristo. Portanto não podemos focar apenas a preocupação em algumas lacunas de quadros deficientes nos serviços ministeriais, pela falta de Padres, ainda que isso seja importante, precisamos despertar a dimensão vocacional de toda a Igreja, contemplando a visão da Igreja a partir da eclesiologia do Vaticano II, que evidencia a vocação batismal, que valoriza todas as expressões e estados de vida cristã.\r\n\r\nDeus, que é amor, sempre nos chama a segui-lo. É um chamado a cooperar na obra da salvação. Ele nos chama as sermos discípulos missionários, para dar testemunho de seu amor onde quer que estejamos.\r\n\r\nE neste mês de agosto, rezamos, em especial, por todos os que foram chamados ao ministério ordenado. São todos aqueles que, pela sagrada ordenação, foram colocados à serviço da comunidade. Chamados pelo Senhor no seio das comunidades, e ao serviço das comunidades enviados. Rezemos Àquele que os chamou que os confirme na esperança. Rezemos, também, para que o Senhor da messe continue a chamar homens que se consagrem ao serviço da Igreja como diáconos, presbíteros e bispos. Somos Igreja assim, juntos! Unidos como comunidades missionárias à serviço da vida! Ao celebrar a Memória de São João Maria Vianney, patrono dos párocos, e por extensão, dia do padre, evidenciamos o dom do sacerdócio ministerial. É um convite para contemplar, por um instante, aquelas mãos ungidas daqueles que o Senhor escolheu, chamou, ungiu enviou.\r\n\r\nQueremos ainda lembrar a vocação laical, focando a família, acentuando a figura do pai que exerce um serviço ministerial da paternidade responsável de cuidado e proteção. Além das vocações ordenadas, temos as vocações consagradas, tanto religiosas na vida ativa e contemplativa, sem nos esquecermos da opção de consagração leiga que se torna presente no meio do mundo, como testemunho de inserção eclesial na vida real da sociedade, mundo do trabalho, da economia. Ainda lembramos da vocação dos catequistas, que é elevada ao ministério especial de catequista pelo Papa Francisco.\r\n\r\nO mês vocacional deste ano tem como tema: “Cristo Vive! Somos suas testemunhas” e o lema; “Eu vi o Senhor” (Jo 20,18), esta é a razão fundamental e a base teológica de toda vocação. Aí notamos a importância do testemunho que gera o contágio vocacional que atinge a comunidade, que brota da experiência pessoal. Tanto o tema, que retoma o Sínodo da Juventude, quanto o lema inspirado no Evangelho de João (20,18), evocam a experiência pessoal do encontro com o Senhor Ressuscitado, como fonte e núcleo do chamado, a exemplo dos apóstolos e primeiros discípulos de Jesus. O lema acentua a força do testemunho pessoal de cada vocacionado, “Eu vi o Senhor”! Dessa consciência da graça e da experiência pessoal, brota a força e o dinamismo do testemunho capaz de atrair para o seguimento do Senhor.\r\n\r\nO convido a todos para pedirmos, com humildade e fé, ao Espírito do Senhor, que renove em cada um de nós e em nossas comunidades eclesiais a gratidão e o amor pela vocação e a dedicação generosa a serviço da messe do Senhor. Abracemos a causa vocacional para criarmos uma nova cultura vocacional nas nossas famílias e comunidades, para ser tornarem cada vez mais sementeiras de vocações, onde possam nascer, florescer e vingar as vocações que Deus quer nos dar. E como desfecho desta reflexão gostaria de evocar a bela expressão do Instrumento de trabalho do Sínodo de 2015, sobre a vocação e missão da família: “a família é o ventre de toda a vocação, uma vez que ali ela é gerada, nutrida e impulsionada à sua plena realização”.\r\n\r\n<img class=\"wp-image-11633 aligncenter\" src=\"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2022/05/ss.png\" alt=\"\" width=\"338\" height=\"107\" />"},{"nome":"Sínodo 2021-2023: “Por uma Igreja Sinodal: comunhão, participação e missão”","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2022/06/sem-titulo-1-1.png","descricao":"Queridos sacerdotes, religiosos/as e queridos fiéis de nossa Diocese de Patos de Minas! Atentos ao convite do Papa Francisco, que convocou toda a Igreja para a “Comunhão, Participação e Missão”, percorrendo um caminho Sinodal. Para o Papa, “o caminho da sinodalidade” é o percurso “que Deus espera da Igreja no terceiro milênio”.\r\n\r\nO significado da palavra Sínodo, em sua tradução do grego, significa “caminhar juntos”. Aqui gostaria de fazer três apelos: 1. que nos empenhemos para entender e atender a proposta sinodal do Papa Francisco; 2. que nos sintamos todos convocados para caminhar juntos e envolvamos todas as forças vivas da nossa Igreja e fora dela; 3. e que continuemos fazendo de nossa Diocese uma Igreja sinal vivo de Comunhão, Participação e Missão.\r\n\r\nEntendendo a proposta Sinodal, percebemos que desde a sua origem a Igreja buscou percorrer junto o caminho do seguimento de Jesus Cristo. No tempo pascal notamos como as primeiras comunidades foram percorrendo um caminho sinodal. E no decorrer do tempo foram se consolidando os processos de comunhão, participação e missão. Com o Concílio Vaticano II foram dados passos decisivos na realização de Sínodos periódicos em resposta aos desafios da evangelização. A Igreja deu passos significativos neste sentido nos últimos tempos.\r\n\r\nAgora fica um convite para que possamos acolher e atender a proposta sinodal do Papa Francisco e caminhar juntos. Para isso já demos um passo importante realizando em nossas Paróquias o processo da escuta com as equipes missionárias. A Equipe Diocesana se empenhou para oferecer todos os subsídios necessários e se empenhou para a animação e formação das equipes paroquiais. Esta fase diocesana teve como objetivo consultar o Povo de Deus para que o processo sinodal seja realmente vivido através da escuta. Creio que essa experiência veio para ficar e poderemos aproveitar o aprendizado para continuar esse processo em nossa ação evangelizadora.\r\n\r\nNesta fase da escuta surgiram inúmeros questionamentos e sugestões que estão sintetizados nos relatórios que as equipes paroquiais enviaram para a Equipe Diocesana do Sínodo. Neste mês de junho, a Equipe Diocesana se   empenhará para elaborar a nossa síntese Diocesana, que será enviada à Comissão da CNBB. Sugiro que todas as Paróquias conservem uma cópia do material colhido para que se possa dar continuidade nesse processo sinodal em nossas assembléias. Que sejamos cada vez mais sinal do Reino de Deus presente em nossa realidade e possamos colher elementos que qualifiquem nossa ação pastoral.\r\n\r\nNossa Diocese continue sendo essa porção do povo de Deus que sempre busca caminhar junto. Para isso precisamos levar adiante esse processo sinodal com o espírito aberto, capaz de acreditar no novo, de acolher o diferente, participando e envolvendo cada um e cada uma na continuidade da missão evangelizadora. Sabemos que podemos contar com a graça de Deus, do seu Espírito inovador, que nunca nos abandona. Também não esqueçamos de lançar um olhar para o passado  com gratidão, com entusiasmo, e reconhecimento, bendizendo a Deus por cada mão e por cada pé que até hoje tocou e caminhou junto para que nossa Igreja pudesse ser Comunhão, Participação e Missão.\r\n\r\nAgora o apelo é para avançarmos mais, caminharmos mais, arriscarmos mais. E com a mesma ousadia que tiveram tantas pessoas no passado, renovaremos nossas preces a Deus, para que nos dê o dinamismo e coragem necessários para continuarmos bem o processo de evangelização nas diversas formas e expressões.\r\n\r\nUma palavra de gratidãoã: Este é o momento muito precioso para nossa Igreja: percebemos que estamos todos juntos! Não só em nossa comunidade e grupo, mas também com toda a Igreja no mundo inteiro. Uma palavra sincera de gratidão a todos aqueles e aquelas que organizaram, coordenaram e participaram deste processo sinodal. Guiados pelo Espírito Santo, nós somos as pedras vivas com as quais Deus edifica a Igreja que deseja para o terceiro milênio.\r\n\r\nA sinodalidade não cai pronta do céu. Exige nosso envolvimento e emprenho na busca constante para sempre e a cada dia aprendermos a caminhar juntos. É o desejo pessoal que se mistura com o desejo comum, onde cada um tem vez e voz, escuta e é escutado, onde cada pessoa é importante e nenhum se sobrepõem aos outros. Que Nossa Senhora da Abadia e Santo Antônio nos ajudem a fazer esse “caminho juntos” ante os desafios internos e externos de nossa Igreja.\r\n\r\n<img class=\"wp-image-11633 aligncenter\" src=\"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2022/05/ss.png\" alt=\"\" width=\"338\" height=\"107\" />"},{"nome":"Solenidade da Santíssima Trindade","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2022/06/sem-titulo-1.png","descricao":"No domingo depois de Pentecostes celebramos a Solenidade da Santíssima Trindade. A Trindade Santa é fonte de Comunhão e Amor. A ação do Espírito Santo é o elo para com Deus Pai e Deus Filho.\r\n\r\nTemos a visão da vida Trinitária que se expressa na comunhão das três pessoas divinas que formam uma unidade perfeita. - Deus Pai manifesta seu poder e glória do qual torna-se digno de ser adorado, glorificado, magnificado e exaltado. - Como Deus Filho, manifesta sua majestade, o Senhor da glória, a quem até os anjos devem considerar. - E como Deus Espírito Santo, manifesta seu íntimo, tornando-nos conhecedores da intimidade de Deus, onde descobrimos que o Espírito Santo tem capacidade de sentir emoções humanas, tanto nos momentos de dor, tristeza e angústia, com uma intensidade que Ele só conhece.\r\n\r\n<img class=\"wp-image-11633 aligncenter\" src=\"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2022/05/ss.png\" alt=\"\" width=\"338\" height=\"107\" />"},{"nome":"Domingo de Pentecostes","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2022/06/imagem-de-gerd-altmann-por-pixabay.png","descricao":"Com a celebração da Solenidade de Pentecostes a Igreja encerra o tempo pascal e retoma o ciclo litúrgico do tempo comum, que simboliza a continuidade da missão deixada por Cristo aos Apóstolos.\r\n\r\nPentecostes era uma celebração judaica, que lembrava os frutos da primeira colheita do ano, uma forma de agradecer a Deus pela providência da comida, conhecida como Festa da Colheita, era uma festa de grande alegria e ação de graças para os judeus, que celebravam a colheita do trigo, reunindo pessoas de todas as partes.\r\n\r\nO livro dos Atos dos Apóstolos diz que, depois da Ascensão de Jesus, os discípulos tinham se recolhido em Jerusalém, com Maria, para observar a \"celebração da colheita\", data de muita felicidade, onde o povo oferecia a Deus os primeiros frutos que a terra tinha produzido.\r\n<blockquote>“Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados. Apareceu-lhes então uma espécie de línguas de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem” (Atos dos Apóstolos 2,1-4).</blockquote>\r\nE o texto narra a primeira vinda do Espírito Santo sobre os Apóstolos reunidos no Cenáculo, em Jerusalém com a presença de Maria, a mãe de Jesus. Com este evento nasce a Igreja sob a ação do Espírito Santo, que impulsiona os discípulos para a missão. O Espírito Santo é nosso intercessor, protetor e guia para o que devemos ou não fazer. É o único que pode nos ensinar como deve ser nosso proceder diante do Senhor.\r\n\r\n<img class=\"wp-image-11633 aligncenter\" src=\"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2022/05/ss.png\" alt=\"\" width=\"338\" height=\"107\" />"},{"nome":"Mensagem em preparação para o Dia de Pentecostes","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2022/06/pentecostes-1.png","descricao":"Estamos nos aproximando da Solenidade de Pentecostes, a vinda do Espírito Santo sobre os Apóstolos e início da Vida da Igreja.\r\n\r\nÉ o Espírito Santo que nos impulsiona para a missão que Jesus nos confiou! A missão é árdua, marcada por obstáculos e perseguições, que exige perseverança no amor!\r\nSe tivermos amor no coração e nos deixarmos conduzir pelo Espírito Santo, podemos levar adiante a missão que o Senhor confiou à sua Igreja e a todos os que o amam!\r\n\r\nEstamos na semana de oração pela unidade dos Cristãos e todas as pessoas de boa vontade, preparando-nos para a solenidade de Pentecostes e para a missão. Com a força do Espírito Santo estaremos em estado permanente de missão. Com a vinda do Espírito Santo dá se início a vida da Igreja que nasce do amor, do cuidado com as ovelhas.\r\n\r\n“É essa a Igreja que Jesus quer de nós. Uma Igreja que prime pelo amor ao próximo, que ame o seu semelhante e na qual os irmãos se cuidam de modo recíproco, principalmente aqueles que mais necessitam, as ovelhas desgarradas e os que se desviaram do caminho”.\r\n\r\nPodemos aprender com os apóstolos como dedicar nossa vida em favor da vida do próximo. Aprendamos com Paulo que permaneceu firme na missão, apesar dos obstáculos e das perseguições. Com ele aprendemos também permanecer firmes e não desistir da missão, deixando nos guiar pelo Espírito Santo e tendo muito amor no coração.\r\n\r\nVivamos no amor de Cristo porque é o amor de Cristo que nos uniu. Ele mesmo nos pede: “Permanecei no meu amor” (Jo 15, 9b).\r\n\r\n<img class=\"wp-image-11633 aligncenter\" src=\"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2022/05/ss.png\" alt=\"\" width=\"338\" height=\"107\" />"},{"nome":"MARIA, A ESCOLHIDA  DE DEUS!","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2022/05/121025048_gettyimages-1263081512.png","descricao":"<blockquote>“<em>Bendita és tu entre todas as mulheres e bendito o fruto do teu ventre</em>” (Lc 1,42)</blockquote>\r\nMesmo que o Novo Testamento tenha como objetivo falar de Jesus e sua mensagem, os textos bíblicos falam muito também da sua Mãe. A Escritura nos ensina que quando chegou a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho nascido de uma Mulher (Gl 4,4). O Senhor Deus queria cumprir a mais importante de todas as promessas do Antigo Testamento, que era o envio do Messias. Assim, as tradições do Antigo Testamento associam a noção de Aliança com a Arca na Tenda ou Morada do Senhor.\r\n\r\nA ligação entre a Virgem e a Arca da Aliança pode-se perceber em Lucas através do uso do verbo “habitar” que a tradução grega da Setenta emprega para traduzir o hebraico shakan. Este termo indica a habitação de Deus entre os homens. Quando o santuário fica pronto, o Senhor toma posse dele fazendo habitar sobre ele a nuvem sinal da sua presença (Ex 40,35).\r\n\r\nMaria é associada à arca santa e significa a nova morada do Senhor. “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós.”(Jo 1,14). Maria foi a escolhida entre as mulheres para trazer o Messias ao mundo. O sonho das meninas da época era ser a mãe daquele que havia sido prometido pelos Profetas. Maria, então, recebeu a visita do Anjo Gabriel que lhe anunciou a grande missão. Ela encontrou graça diante de Deus e o Senhor estava com ela (Lc 1,28).\r\n\r\nEla disse “Sim” a Deus, como a humilde serva do Senhor (Lc 1,38). Esta missão foi difícil e bela ao mesmo tempo. Maria teve que enfrentar os preconceitos, precisou da ajuda do Anjo para convencer José, a quem estava prometida em casamento. Seguramente não faltaram as fofocas e correu o risco de ser apedrejada, segundo a lei da época.\r\n\r\nMaria se colocou a serviço, visitando Isabel, que estava grávida e esperava pelo nascimento de João Batista. Maria cantou de alegria. O “Magnificat” (Lc 1,46-55) é o canto da esperança e da fidelidade! Canto que expressa o sonho e as expectativas dos pobres e justos da época.\r\n\r\nO Menino Jesus nasceu na pobreza da gruta de Belém, onde a jovem Mãe aprendeu a cuidar dele “<em>envolvendo-o em faixas e reclinou-o numa manjedoura</em>” (Lc 2,7). É a pobreza material e a riqueza da graça que se unem. Maria acolhedora e hospitaleira recebeu a visita dos magos e ouviu o céu e a terra se encherem com cantos de glória (Lc 2,8-12).\r\n\r\nMaria cumpriu os preceitos da Lei. O Menino Jesus foi circuncidado no oitavo dia (Lc 2,21). E quarenta dias depois do nascimento a mãe foi ao Templo para purificar-se e levar a oferta dos pobres, um casal de pombinhos (Lc 2,24). Foi no Templo que ela viu as profecias se realizando, quando o Menino foi reconhecido pelo velho e justo Simeão e pela profetisa Ana. Mas foi também ali no Templo que soube que uma “<em>espada lhe transpassaria a alma</em>” (Lc 2,35).\r\n\r\nEla retornou a Nazaré e acompanhou o Menino que crescia em sabedoria e graça diante de Deus. Foi com Ele a Jerusalém quando já estava com doze anos, sofreu com a sua perda, mas sabia que Ele estava se preparando para a missão. E foi conservando tudo isso em seu coração (Lc 2,51).\r\n\r\nFoi Maria quem deu o sinal para o início da atividade de Jesus: “<em>Fazei tudo o que Ele vos disser</em>” (Jo 2,5). Depois acompanhou silenciosamente o Filho que anunciou o Reino e a boa notícia de Deus ao povo.\r\n\r\nA Mãe acompanhou Jesus na sua subida à Jerusalém cantando os Salmos, como faziam as mulheres que subiam ao Templo para adorar ao Senhor. Mas seguiu também quando Jesus carregou a cruz no caminho do Calvário. Aos pés da cruz ouviu o pedido de Jesus ao Apóstolo João para que cuidasse dela, indicando que não havia ali nenhum parente de Jesus (Jo 19,25-27) e, segundo a tradição, foi ela que recebeu o corpo do Filho descido da cruz.\r\n\r\nAinda encontramos Maria em oração com os Apóstolos no cenáculo de Jerusalém (At 1,14) e no dia do nascimento da Igreja em Pentecostes (At 2,1ss), por isso Maria é também Mãe da Igreja. Assim como Jesus foi fiel à sua missão, Maria também foi perseverante até o fim. Por isso, Maria é para nós exemplo de Mãe, Mulher e discípula do Senhor!\r\n\r\n<img class=\"wp-image-11633 aligncenter\" src=\"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2022/05/ss.png\" alt=\"\" width=\"338\" height=\"107\" />"},{"nome":"Mensagem para o mês de abril","imagem":false,"descricao":"Neste mês de abril vivenciamos tempos litúrgicos muito fortes na Igreja Católica. Caminhamos para o final do tempo quaresmal e entramos nas comemorações da Semana Santa.\r\n\r\nO Domingo de Ramos é o marco de abertura da Semana Santa. Entramos numa Semana muito especial do tempo litúrgico, a Semana Santa, pois estamos chegando no final da Páscoa do Senhor. Podemos vislumbrar a Pascoa do Senhor na liturgia que expressa todo o mistério pascal, numa espécie de síntese do Mistério da Paixão e Ressurreição do Senhor.\r\n\r\nPortanto, antes de celebrar a Páscoa propriamente dita, passaremos pela morte e ressurreição, contida no memorial da Paixão. Seguiremos nesta semana, os passos de Jesus até o Calvário. Somos convidados a caminhar com ele; ver e ouvir os seus ensinamentos; recordar as muitas emoções sentidas durante esses quarenta dias.\r\n\r\nSeguindo os ritos litúrgicos da Semana Santa, entramos na celebração do mistério pascal, centro e ápice da história da salvação, que se abre com a Missa vespertina da quinta-feira santa em que se comemora a Ceia do Senhor.\r\n\r\nOs textos bíblicos convergem todos para o tema da Ceia pascal. Recordamos com o trecho do Êxodo (12,1-8.11-14) a instituição da Páscoa antiga, quando Deus ordenou aos hebreus imolarem, em cada família “um cordeiro sem defeito”, marcar as soleiras das portas de entrada das casas com seu sangue para que fossem poupadas do extermínio dos primogênitos e, comê-lo às pressas, como quem vai viajar.\r\n\r\nJesus escolhe a celebração da Páscoa hebraica para instituir a nova, a sua Páscoa, em que ele é o verdadeiro “Cordeiro sem mancha” imolado e consumido pela salvação do mundo. Ao sentar-se à mesa com os discípulos, inicia o novo rito. Aquele pão milagrosamente transformado no Corpo de Cristo, e aquele cálice que já não contém vinho, mas Sangue de Cristo, oferecidos, tornaram-se o anúncio e a antecipação da paixão do Senhor, na qual ele iria derramar todo o Sangue, e são hoje, seu memorial que celebramos em sua memória. Assim é apresentada a Eucaristia por S. Paulo, quando diz: “Todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, anunciareis a morte do Senhor”. Juntamente com a Ceia Pascal, Jesus nos deixa o mandamento do amor: “Tendo amado os seus... amou-os até o fim” (Jo 13, 1-15).\r\n\r\nA liturgia da Sexta-feira Santa convida para a comovente contemplação do mistério da Cruz, que não uma simples recordação, mas um convite para reviver a dolorosa Peixão do Senhor. Aparece a causa de tal sofrimento descrito pelo profeta Isaías: “Foi castigado por nossos crimes, esmagado por nossas iniquidades”; e mostra também o valor expiratório: “O castigo que nos salva caiu sobre ele; por suas chagas fomos curados” (Is 53,5). Tudo aponta para a Cruz de Cristo como centro da história da salvação, já apontado pelo profeta através da figura do Servo de Javé, como indicação do Messias que iria salvar a humanidade com a entrega de si.\r\n\r\nCom a celebração da Vigília Pascal, no sábado Santo, aparece o desfecho final de toda o percurso da celebração do Mistério Pascal. A grande vigília nos convida a contemplar, em síntese, o mistério Pascal da paixão-morte-ressurreição do Senhor, no qual converge e se realiza toda a história da salvação.\r\n\r\nA história da salvação, que culmina no mistério pascal de Cristo, torna-se história de cada homem, mediante o batismo que o insere nesse mistério. Por este sacramento, de fato, “fomos sepultados com Cristo na morte, a fim de que, como Cristo ressuscitou dos mortos... assim também nós levássemos vida nova” (Rm 6,4).\r\n\r\nCelebrar a Páscoa significa “passar” com Cristo da morte à vida, “passagem” iniciada com o batismo, mas que deve ser realizada de maneira sempre mais plena durante toda a vida do cristão.\r\n<p style=\"text-align: right;\">Desejo a todos uma fecunda e frutuosa celebração dos mistérios Pascais!</p>\r\n<img class=\"wp-image-10891 alignright\" src=\"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2022/04/copia_de_seguranca_de_miolo-768x234-1.png\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"122\" />\r\n\r\n&nbsp;"},{"nome":"QUARESMA: TEMPO DE GRAÇA E CONVERSÃO","imagem":false,"descricao":"Um novo tempo litúrgico se abre para nós. A Quaresma chega nos convidando para um exercício de renovação e conversão. Indica um itinerário a ser seguido em direção à Páscoa do Senhor!\r\n\r\nOs temas constantes que sempre retornam na Quaresma são: Jejum, Oração e esmola. São exercícios espirituais que dispõem o nosso coração para a caminhada de penitência e conversão. Assim diz o Senhor: “Voltai a mim de todo o vosso coração, com jejuns, lágrimas e gemidos de luto. Rasgai vossos corações e não vossas vestes” (Jl 2,12-13).\r\n\r\nO elemento principal da conversão é primordialmente a contrição do coração; o coração dilacerado, marcado pelo arrependimento dos pecados. De fato, a contrição sincera supõe o desejo de mudar de vida e leva, a essa mudança. Ninguém pode se considerar isento desta condição! Toda pessoa, até a mais virtuosa, tem sempre a necessidade de converter-se, isto é, de retornar para Deus com maior intensidade e fervor, superando as fraquezas e misérias que diminuem sua orientação integral para ele.\r\n\r\nA Quaresma é exatamente um tempo oportuno da renovação espiritual: “Eis o tempo favorável, eis o dia da salvação” (2Cor 6,2), nos lembra S. Paulo. Cabe a cada fiel fazer desse tempo um momento decisivo para a história da própria salvação. “Suplicamo-vos, em nome de Cristo: reconciliai-vos com Deus”, insiste o Apóstolo, e repete: “Exortamo-vos a não acolherdes em vão a graça de Deus” (2Cor 5,20; 6,1). Não é somente quem está em pecado mortal que precisa da reconciliação com o Senhor. Todos precisamos rever nossa consciência e reconhecer aquelas faltas, por menores que sejam, que impedem que a Graça de Deus cresça em nós. Toda falta de generosidade, de fidelidade à graça, diminui a amizade íntima com Deus, esfria nossa relação com Ele, e torna-se uma recusa de seu amor e requer, portanto, arrependimento, conversão e reconciliação.\r\n\r\nO próprio Jesus, no Evangelho (Mt 6,1-6.16-18) indica os grandes meios que ajudam no esforço da conversão: a esmola, a oração, o jejum; insiste sobretudo nas disposições interiores que os tornam eficazes.\r\n\r\nA esmola “expia os pecados” (Eclo 3,30), mas quando é realizada no intuito de agradar a Deus e para ajudar os que necessitam de ajuda, e não para buscar elogios e aplausos.\r\n\r\nA oração coloca o homem em sintonia com Deus e infunde a sua graça, de maneira especial quando brota do santuário do coração e não quando se reduz à vã ostentação ou ao simples mover de lábios.\r\n\r\nO jejum é sacrifício agradável a Deus e apaga as culpas, na medida que a mortificação do corpo for acompanhada por outra mais importante, a do amor-próprio. Nesse sentido conclui Jesus, “teu Pai, que vê o interior, recompensar-te-á” (Mt 6,4.6.18), ou seja, perdoará os pecados e concederá graça sempre mais abundante.\r\n\r\nQuaresma é esse tempo favorável para conversão do coração. Uma conversão que exige saída do individualismo e da indiferença, e convida para a solidariedade em diálogo no compromisso de amor. Um coração transformado pelos exercícios espirituais que nos conduzem à celebração da Páscoa de Jesus Cristo. E a Igreja no Brasil nos convida para uma reflexão e transformação interior que incida na realidade cotidiana. Para isso ela nos propõem a Campanha da Fraternidade “como um dos modos de viver a espiritualidade quaresmal.”\r\n\r\nA Campanha da Fraternidade quer contribuir “para uma mudança de vida profunda que nos leva, não somente a pedir a Deus perdão por nossos pecados, mas a unir forças na construção de uma sociedade que corresponda à proposta do Evangelho (cf. Mc 1,15).”\r\n\r\nNeste ano a Campanha da Fraternidade tem como temática a Educação e o lema é: “Fala com sabedoria, ensina com amor” (cf. Pr 31,26). Lembra-nos a Introdução do Texto Base: “9. É necessário a contribuição de todos e cada vez mais urgente um coral de difusão da <em>cultura da paz</em> e uma comum <em>educação para a paz,</em> sobretudo das nossas gerações.” Ainda mais urgente se torna para todos nós este empenho pela paz, quando vivemos um conflito que envolve as nações do Oriente e do Ocidente. Precisamos urgentemente dessa  cultura da paz, e uma conversão para o respeito pela vida de todos. Convoco a todos os fiéis da Diocese de Patos de Minas para intensificar nossas orações, neste tempo quaresmal, para uma paz duradoura entre todos os povos.\r\n\r\n<img class=\"alignnone wp-image-8302 aligncenter\" src=\"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/12/copia_de_seguranca_de_miolo-300x91.png\" sizes=\"(max-width: 478px) 100vw, 478px\" srcset=\"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/12/copia_de_seguranca_de_miolo-300x91.png 300w, https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/12/copia_de_seguranca_de_miolo-768x234.png 768w, https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/12/copia_de_seguranca_de_miolo.png 959w\" alt=\"\" width=\"478\" height=\"145\" />"},{"nome":"ACENDA UMA LUZ DE ESPERANÇA","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2022/02/sem-titulo-1-4.png","descricao":"<div dir=\"auto\">\r\n\r\nEntramos no mês de fevereiro com a festa da Apresentação do Senhor. Cumprindo a Lei de Moisés, quarenta dias após o nascimento de Jesus, “Maria e José levaram Jesus a Jerusalém, a fim de apresentá-lo ao Senhor” (Lc 2,22). Esta festa da Apresentação teve sua origem no oriente. A partir do século VI a festa se estende ao ocidente e então passou a ser celebrada no dia 2 de fevereiro, quarenta dias após o Natal, celebrado no ocidente em 25 de dezembro. Inicialmente, em Roma, a Apresentação foi unida a uma outra Festa de caráter mais penitencial. Mais tarde, no século X, na Galia, esta festa foi organizada com uma solene bênção das velas e procissão, que ficou conhecida popularmente como a festa da “candelária”, fazendo alusão à procissão com velas.\r\n\r\nAssocia-se ainda à festa da apresentação do Senhor, a comemoração dos religiosos/as e consagrados/as, que geralmente emitiam seus primeiros votos religiosos nesta data. Esta é também conhecida como a festa da luz, porque Jesus, apresentado no templo por José e Maria, é reconhecido por Simeão como luz do mundo, luz para iluminar as nações, como nos fala o evangelista Lucas. É anunciado também como esperança de libertação de Israel, pela profetiza Ana.\r\n\r\nCom esta festa somos convidados à vigilância, ao compromisso de andarmos no caminho da luz, tornando-nos também luz para os irmãos, nutrindo a esperança de chegar à luz que não se apaga. As mesmas velas que foram abençoadas na festa da Apresentação são usadas na bênção da garganta, na comemoração de São Brás. Assim, pedimos a Deus que proteja a nossa voz para que ela ecoe aos confins da terra, anunciando as suas maravilhas do Senhor, a exemplo de Simeão, Ana e tantos outros profetas. Simeão enxerga a “luz que veio para iluminar as nações e glória do seu povo, Israel”. A profetisa Ana também vê no Menino a esperança do povo de Israel. Por essa razão age como profetisa, falando do Menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém.\r\n\r\nCelebrar a apresentação de Jesus é celebrar a luz que veio ao mundo. É também assumir o nosso compromisso de batizados, discípulos e missionários, de assumir nossa missão evangelizadora na Igreja e na sociedade em que vivemos. Que sejamos portadores da luz que veio para iluminar as trevas do pecado e do erro levando a esperança ao nosso povo sofrido.\r\n\r\nNa retomada da caminhada pastoral precisamos de pensamentos novos, novas ideias, novos planos. Grande esperança com perspectiva iluminadora. São os nossos sentimentos e desejos de um novo ano de ação evangelizadora. Nosso olhar e nosso coração estejam voltados para a luz que nos projeta para os grandes objetivos de nossa vida. Cultivar sentimentos bons e encher nossos corações de nobres e belos desejos vai moldando em nós os elementos positivos de que necessitamos. Na retomada pastoral, vamos oferecer interiormente a nossa vida a Deus. Queremos, mais uma vez, consagrar-nos ao Senhor para que a nossa vida se adorne daqueles bens com que Deus nos quer presentar. Que cada um de nós se dedique a cultivar a bondade e a generosidade que edificam o dia a dia de nossa vida.\r\n\r\nNão percamos de vista a nossa relação com Deus, que se manifesta e está presente na vida de nossas famílias e nossas comunidades. Cultivemos sonhos positivos e grandiosos em tudo aquilo que vai construindo os dias da nossa vida. Nossos objetivos são certamente para a edificação da vida. E os atos que vão tecendo a rede de boas coisas, são atos diários e permanentes. Não podemos imaginar que Deus nos traga suas bênçãos sem a atenção cuidadosa de nossa relação com Ele. Isso seja em nossa vida pessoal, familiar e comunitária.\r\n\r\nA caminhada será melhor se desde o começo nosso olhar se voltar para Deus. E de coração sincero, consagremos nossa vida e a vida de nossa família a Deus que nos acompanha durante toda a caminhada. Como Simeão e Ana, estejamos atentos aos sinais de Deus em nossa vida.\r\n\r\n</div>\r\n<div dir=\"auto\"></div>\r\n<div dir=\"auto\"><img class=\"alignnone wp-image-8302 aligncenter\" src=\"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/12/copia_de_seguranca_de_miolo-300x91.png\" sizes=\"(max-width: 478px) 100vw, 478px\" srcset=\"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/12/copia_de_seguranca_de_miolo-300x91.png 300w, https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/12/copia_de_seguranca_de_miolo-768x234.png 768w, https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/12/copia_de_seguranca_de_miolo.png 959w\" alt=\"\" width=\"478\" height=\"145\" /></div>"},{"nome":"Oração","imagem":false,"descricao":"<div dir=\"auto\">Paz e bem!</div>\r\n<div dir=\"auto\"></div>\r\n<div dir=\"auto\">\"A chave da sabedoria é a oração. Para rezar bem, escutemos Deus. Deixemo-nos confrontar com a liberdade do Espírito, que age como quer. Não nos esqueçamos que o discernimento orante exige partir da predisposição para escutar: o Senhor, os outros, a própria realidade que não cessa de nos interpelar de novas maneiras.\"</div>\r\n<div dir=\"auto\"></div>\r\n<div dir=\"auto\"><img class=\"alignnone  wp-image-8302 aligncenter\" src=\"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/12/copia_de_seguranca_de_miolo-300x91.png\" sizes=\"(max-width: 478px) 100vw, 478px\" srcset=\"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/12/copia_de_seguranca_de_miolo-300x91.png 300w, https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/12/copia_de_seguranca_de_miolo-768x234.png 768w, https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/12/copia_de_seguranca_de_miolo.png 959w\" alt=\"\" width=\"478\" height=\"145\" /></div>"},{"nome":"Advento e Natal: tempo de esperança e alegria","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/12/advento.png","descricao":"Estamos vivendo um tempo especial na liturgia da Igreja, o Advento. É o tempo que nos prepara para a celebração da vinda do Senhor, que se apresenta em dois momentos e movimentos distintos, a Parusia que é segunda vinda do Senhor no fim dos tempos e a sua primeira vinda na Encarnação que  nos recorda a manifestação do amor de Deus na história da Salvação .A  segunda vinda nos projeta para o futuro, e nos  chama a observar os sinais de Deus em vista da vinda definitiva no fim dos tempos.\r\n\r\nO tempo litúrgico nos apresenta esta dinâmica especial através das leituras bíblicas que descrevem toda a ação de Deus na história. Este tempo convida-nos à esperança. Não se trata de uma esperança passiva, mas ativa e comprometida com a vinda do Senhor. Quem nos acompanha neste tempo litúrgico é o profeta Isaías, chamado também o profeta da esperança. O que caracteriza esse tempo é a visão otimista e positiva, que nos leva a olhar além das dificuldades que encontramos no dia a dia. Assim, neste tempo do advento, somos convidados a deixar brilhar a luz da esperança da qual nos fala o profeta Isaías.\r\n\r\nTer esperança é acreditar que as coisas poderão melhorar, apesar das nuvens escuras que cobrem nosso horizonte. As trevas darão lugar à luz que vai se aproximando à medida que caminhamos ao encontro do Senhor que vem. Já podemos vislumbrar a luz de um tempo novo que em breve se atualizará no Natal do Senhor.\r\n\r\nEm preparação a esta festa, a Palavra de Deus especialmente, proferida pelo profeta Isaías, nos alenta com imagens e símbolos de esperança. Tivemos oportunidade em ver este novo tempo comparado a um banquete de ricas iguarias, no qual todos poderão participar; foi comparado também com uma cidade fortificada, onde todos se sentirão seguros; em outro lugar Isaías nos brinda com a imagem de um jardim, um lugar de paz e tranquilidade. Coisas maravilhosas estão por acontecer; mãos e joelhos enfraquecidos ficam fortes; pessoas deprimidas ganham ânimo e coragem; cegos enxergam e surdos começam ouvir; aleijados caminham sem nenhuma dificuldade; mudos falam e águas brotam nos lugares desertos e ressequidos; terra árida se transforma em lago; plantas crescem em lugares antes desertos, e tantas outras coisas maravilhosas e inenarráveis são anunciadas por Isaias para indicar esse tempo novo que vem chegando.\r\n\r\nAcreditando nesta boa notícia, caminhemos firmes na preparação para esta grande festa do nosso calendário litúrgico. Sigamos com fé a Luz que está para chegar. Dois elementos importantes não podem nos faltar em nosso caminhar para o Natal do Senhor: a fé e a esperança. Preparemo-nos com o coração renovado e cheio de esperança para acolher Jesus e celebrar com alegria o seu nascimento.\r\n\r\nEste novo tempo que nos fala de Deus que ama os seres humanos; por isso, Ele não nos deixa perdidos e abandonados a percorrer caminhos de sofrimento e de morte, mas envia “um menino” para nos apresentar uma proposta de vida e liberdade. Nas “trevas” da Noite, queremos vislumbrar a chegada do “menino Deus” que veio para ser a “Luz” de todos os Povos.\r\n\r\nDesejo a todos um Feliz e Santo Natal e que Sua Luz nos encha de alegria e esperança para o Ano Novo que vai chegar.\r\n\r\n&nbsp;\r\n\r\n<img class=\"alignnone  wp-image-8302 aligncenter\" src=\"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/12/copia_de_seguranca_de_miolo-300x91.png\" alt=\"\" width=\"478\" height=\"145\" />\r\n<p style=\"text-align: center;\"></p>"},{"nome":"Novembro: de todos os Santos e dos Fiéis defuntos","imagem":false,"descricao":"Iniciamos o mês de novembro com a solenidade de todos os Santos. Porém, a celebração Litúrgica não acontece no dia primeiro de novembro como era tradição, antes da reforma litúrgica. Como deixou de ser feriado, a Conferência dos Bispos do Brasil, optou por passar a celebração para o Domingo subsequente, a não ser que a data coincida com o Domingo. Este ano a Solenidade de todos os Santos é celebrada no primeiro Domingo do mês, dia sete de novembro.\r\n\r\nA comemoração de todos os fiéis defuntos (finados), que é lembrada no dia dois de novembro, permanece como feriado, portanto, as celebrações desse dia acontecem em todas as Igrejas e algumas até nos cemitérios. Nesta data, os fiéis se reúnem para fazer memória dos seus entes queridos, pessoas que fizeram parte de sua história, e que deixaram marcas nas suas memórias. Não é dia de chorar os mortos, mas recordar com gratidão a vida deles, na certeza de que passaram para a eternidade e estão junto de Deus. Essa é a esperança que nos conforta e nos anima para continuamos a nossa caminhada neste mundo, procurando ser melhores a cada dia.\r\n\r\nA Igreja oferece uma graça especial para quem participar das celebrações com fé e esperança neste dia de finados. Neste sentido, do dia primeiro ao dia oito de novembro, concede-se aos fiéis que visitarem o cemitério e rezarem, mesmo só mentalmente, pelos defuntos, uma indulgência plenária, só aplicável aos defuntos. Neste ano, devido à Pandemia, esse prazo foi estendido até o final do mês pela Penitenciaria Apostólica, assim como aconteceu no ano passado.\r\n\r\nTambém em todas as Igrejas, oratórios públicos ou semipúblicos, igualmente lucra-se uma Indulgência Plenária, só aplicável aos defuntos: a obra que se prescreve é a piedosa visitação à Igreja, durante a qual se deve rezar a Oração Dominical e o Símbolo Apostólico (Pai Nosso e o Credo), com confissão sacramental, comunhão eucarística e oração na intenção do Sumo Pontífice (que pode ser um Pai Nosso e uma Ave Maria, ou qualquer outra oração conforme inspirar a piedade e devoção).\r\n\r\nNo dia dos finados é uma ótima oportunidade para refletirmos sobre o sentido da vida, ou seja, pensar na brevidade dessa vida. Nossa passagem por este mundo é muito breve se a compararmos à eternidade. Cabe-nos aproveitar bem este curto espaço de tempo que nos é concedido, para que vivamos da melhor maneira possível, sem perder tempo com tristezas, lamúrias, desentendimentos e desavenças que nos fazem perder a qualidade de vida. Viemos a este mundo para nos aperfeiçoar e viver em plenitude cada etapa de nossa existência. Que saibamos viver bem cada instante de nossa vida. Assim, poderemos cumprir nossa missão que consiste em deixar rastros de bondade por onde passarmos.\r\n\r\nRezar pelos falecidos é uma expressão de amor e comunhão para com aqueles que nos precederam na vida eterna. Por isso, ao celebrar a Eucaristia pelos fiéis defuntos expressemos a nossa comunhão com eles. Continuemos lembrando-os, e não abandonemos aqueles que continuam fazendo parte de nós e permanecem em na nossa memória.\r\n\r\nO mês de novembro também nos encaminha para a conclusão do Ano Litúrgico que culmina com a solenidade de Cristo Rei. Vivamos intensamente este tempo que ainda nos resta, em busca do Reino definitivo.\r\n\r\n<img class=\"wp-image-5752 aligncenter\" src=\"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/09/b-300x72.png\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" srcset=\"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/09/b-300x72.png 300w, https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/09/b.png 478w\" alt=\"\" width=\"267\" height=\"64\" />\r\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Dom Frei Claudio Nori Sturm</strong>\r\n<em>Bispo da Diocese de Patos de Minas/MG</em></p>"},{"nome":"Mês de Outubro","imagem":false,"descricao":"A Igreja no Brasil apresenta cada mês uma temática para nossa reflexão e aprofundamento de nossa vivência da fé. E nos últimos meses tivemos temáticas que se complementam. No mês de agosto refletimos sobre as vocações, enfocando o chamado de Deus para os diversos serviços e ministérios na comunidade eclesial. Em setembro fomos convidados à escuta da Palavra de Deus. E nesse mês de outubro somos todos enviados em missão.\r\n\r\nIniciamos o Mês Missionário com o tema: “Não podemos deixar de afirmar o que vimos e ouvimos” (At 4,20). Quer dizer que não podemos permanecer acomodados e indiferentes ao convite que recebemos do chamado à missão. Quer como pai ou mãe de família; quer como jovem; quer como religioso/a; quer como diácono; quer como padre ou bispo; somos todos chamados a viver o testemunho da nossa vocação.\r\n\r\nO Papa Francisco escreve uma bela mensagem para o Dia Mundial das Missões e insiste no nosso compromisso missionário: “Como os Apóstolos e os primeiros cristãos, também nós exclamamos com todas as nossas forças; ‘Não podemos deixar de afirmar o que vimos e ouvimos’ (At 4,20). Este apelo do Papa nos recorda ‘que tudo o que recebemos, tudo o que o Senhor nos tem concedido, ofereceu-nos para pormos a render, doando-o gratuitamente aos outros’.\r\n\r\nAssim como recebemos a missão do Senhor, somos convidados a transmitir aos nossos irmãos. “Como os Apóstolos viram, ouviram e tocaram a salvação de Jesus (cf. 1Jo 1,1-4), também nós, hoje podemos tocar a carne sofredora e gloriosa de Cristo na história de cada dia e encontrar coragem para partilhar com todos um destino de esperança, esse traço indubitável que provém de saber que estamos acompanhados pelo Senhor”.\r\n\r\nNa medida que experimentamos essa presença amorosa de Deus em nossa vida, não podemos ficar fechados em nós mesmos, mas sentimo-nos impelidos para levar essa nossa alegria do encontro com\r\n\r\nDeus, para partilhar com os irmãos. Missão é testemunho daquilo que vimos e ouvimos; é proclamar com a própria vida aquilo que experimento no encontro pessoal com Jesus.\r\n\r\nNeste mês missionário, queremos recordar, de modo particular, inúmeros irmãos, cujo testemunho de vida nos ajuda a renovar o nosso compromisso batismal de sermos discípulos generosos e jubilosos do Senhor. Deixemo-nos contagiar pelo ardor missionário de muitos que ainda hoje tem coragem de sair de suas terras par ir em missão.\r\n\r\n“Maria, a primeira discípula missionária, faça crescer em todos os batizados o desejo de ser sal e luz nas nossas comunidades (cf. Mt 5,13-14).\r\n\r\n&nbsp;\r\n<p style=\"text-align: center;\"><img class=\"wp-image-5752 size-medium aligncenter\" src=\"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/09/b-300x72.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"72\" /></p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Dom Frei Claudio Nori Sturm</strong>\r\n<em>Bispo da Diocese de Patos de Minas/MG</em></p>"},{"nome":"Setembro, mês da Bíblia","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/09/artigo-dom.png","descricao":"<div class=\"wrapper-conteudo font-nd\">\r\n\r\nJá se passaram cinquenta (50) anos, em que a Igreja no Brasil celebra o mês da Bíblia para que a Palavra de Deus se torne uma presença constante na vida dos cristãos.  A Sagrada Escritura é uma fonte inesgotável e segura da Palavra de Deus. A Igreja enfatiza com maior destaque, mediante a apresentação de um tema específico, a proposta de reflexão para todos os fiéis no mês da Bíblia.\r\n\r\nPara o ano 2021, o livro proposto é a Carta de São Paulo aos Gálatas, que tem como lema; “Pois todos vós sois um só, em Cristo Jesus” (Gl 3,28), e convida a viver a unidade em comunidade. Podemos entender esta carta “como evangelho de Jesus crucificado”, ou tomar como ponto de partida o “hino Batismal”, para entender esse escrito de Paulo, captar seu ardor bíblico na unidade em Cristo, que conduz à comunhão fraterna.\r\n\r\nPela sua Palavra, Deus infunde a esperança na vida do povo, suscita coragem e ânimo nos ouvintes, e leva ao exercício fecundo da liberdade cristã. Essa Palavra deve ser ouvida, acolhida, guardada no coração e transmitida com fidelidade, gerando nas pessoas o compromisso de assumir as propostas do Reino de Deus. Palavra que abre para o caminho da vida e gera dignidade, porque nela se revela a ação de Deus na vida daqueles que a acolhem.\r\n\r\nCom a força da Palavra de Deus, o cristão se sustenta e resiste às insídias do mundo secularizado e desumanizado. Ela ajuda a detectar os instrumentos que desvirtuam os fundamentos da fé. Ao mesmo tempo aponta caminho seguro e desperta confiança na restauração das forças para um modo seguro do agir cristão. Muitas deficiências da vida das pessoas podem ser superadas e sanadas com a ajuda da reflexão bíblica sobre a Palavra de Deus.\r\n\r\nA Bíblia é um conjunto de escritos que nasceram das experiências comunitárias e da tradição oral, baseada nas práticas religiosas de um povo e da ação salvífica de Deus. Essas práticas comunitárias trazem marcas históricas milenares e são reconhecidas como inspiração divina e traz a contribuição dos seus escritores sagrados com suas limitações humanas.\r\n\r\nPortanto, a Palavra de Deus sempre articula fé e vida, porque une a ação de Deus e a experiência de vida das pessoas. Esta interação entre Deus e o homem estabelece um vínculo que exige o exercício da justiça e a prática do amor para conferir dignidade às pessoas e estabelecer vínculos fraternos.\r\n\r\nUma das características do escrito paulino, que nos é proposto para a reflexão deste mês, nos apresenta a liberdade cristã e os conflitos nas comunidades. Este estudo, à luz das dificuldades da comunidade, enfatiza a missão do apóstolo Paulo na condução e orientação da comunidade para que esta não perca de vista o verdadeiro Evangelho e não se deixe envolver pelas armadilhas do “outro Evangelho”, aquele ainda preso à Lei. Essa perspectiva de Paulo pode servir de guia e luz para todas as lideranças das nossas comunidades eclesiais missionárias.\r\n\r\nAprendamos com Paulo discernir e distinguir a verdadeira Palavra de Deus e a radicalidade do Evangelho que ele pregou. Ele nos ensina como distinguir a relação do Evangelho de Cristo com qualquer variante que compactua com grupos de poder (“Cristo e a Lei”, “Cristo e a circuncisão”, “Cristo e a raça”, “Cristo e o Imperador”). Significa que não podemos fazer da religião um instrumento de poder e jamais nos afastar do verdadeiro Evangelho de Cristo.\r\n\r\nA Palavra de Deus ainda nos convida à solidariedade e ao compromisso do cuidado com todo ser humano, sobretudo os mais fracos e indefesos. A partir da Palavra, cada pessoa é vista como imagem e semelhança de Deus, e por isso mesmo deve ser atendida em todas as suas necessidades. Foi assim que Jesus ensinou e agiu em relação aos doentes, aos surdos, mudos, coxos, devolvendo a dignidade que haviam perdido.\r\n\r\nNeste mês da Bíblia, deixemo-nos transformar pela Palavra de Deus, que cada dia ela penetre em nossos corações, para que nos tornemos verdadeiros ouvintes e servidores da Palavra de Deus.\r\n<div class=\"wrapper-conteudo font-nd\">\r\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Dom Frei Claudio Nori Sturm</strong>\r\n<em>Bispo da Diocese de Patos de Minas/MG</em></p>\r\n\r\n</div>\r\n</div>"},{"nome":"Solenidade de Pentecostes","imagem":false,"descricao":"O evangelho de hoje é Jo 20,19-23. Nesta passagem, após a ressurreição, mostra como o Senhor apareceu algumas vezes, soprando o Espírito Santo sobre os apóstolos para preencher os seus corações com a força do seu amor! Mas o melhor estava por vir, a verdadeira efusão, o derramamento total que transformaria as suas vidas para sempre. Esse mesmo Espírito, que em João é dado no primeiro dia da semana, isto é, no mesmo dia da Ressurreição do Senhor, em Atos dos Apóstolos (At 2,1-11) Ele é dado cinquenta dias depois! Ao descer sobre eles, o Espírito Santo inunda os seus corações e suas almas, afastando todo o medo e dando a coragem de falar abertamente sobre o amor de Deus e conduzir os batizados à presença do Senhor.\r\nQueridos filhos e filhas, no dia do batismo recebemos esse mesmo Espírito que nos une a Cristo, tirando todo o mal, tornando-nos filhos e filhas amados de Deus. E ao recebermos o crisma acontece um o novo Pentecostes, ficamos cheios do Espírito Santo para nos tornarmos discípulos missionários de Jesus Cristo. Mas isso só pode acontecer se os nossos corações estiverem abertos e disponíveis para deixar o amor de Deus penetrar em nós. Todos os anos a igreja nos convida, no último dia do tempo Pascal, a nos abrirmos para recebermos essa efusão do Espírito Santo.\r\nQue Deus vos abençoe e o Espírito Santo derrame abundantemente o seu fogo abrasador no seus corações .\r\n<p style=\"text-align: right;\"><em>+ Dom Frei Claudio Nori Sturm, OFMCap.</em></p>\r\n&nbsp;\r\n\r\n&nbsp;"},{"nome":"SEMANA SANTA","imagem":false,"descricao":"<div dir=\"auto\" style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">Estamos na Semana Santa!</span></strong></div>\r\n<div dir=\"auto\"></div>\r\n<div dir=\"auto\">No primeiro canto do servo sofredor, o Profeta Isaías, fala da serenidade daquele que veio ao mundo para trazer a paz. Veio para tomar-nos pela mão e conduzir-nos pelo caminho do amor, mesmo que isso desperte uma reação de hostilidade, perseguição e morte. O julgamento será justo e sua palavra firme; sua vida será exemplo não pelo poder que oprime, mas pela humildade que liberta. Eis o Servo, o Senhor que esperamos e em quem depositamos nossa fé. Aquele que abre os olhos aos cegos e liberta os cativos.</div>\r\n<div dir=\"auto\"></div>\r\n<div dir=\"auto\">Entremos nesta semana Santa com um coração desarmado e disponível! Aprendamos com Maria, irmã de Lázaro e Marta, a acolher o Senhor com gesto de humildade e mansidão!</div>"},{"nome":"Solenidade de São José","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2021/01/solenidade-de-sao-jose.png","descricao":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Patrono universal da Igreja Católica!</strong></p>\r\nA comemoração de São José tem profundas raizes bíblicas. Ele é considerado o “último patriarca que recebe as manifestações do Senhor através da humilde via dos sonhos” (CF Gn 28,12-14; Mt 1,20-24). É considerado homem justo e fiel (Mt 1,19), que Deus pôs como guarda de sua casa. Ele liga Jesus, rei messiânico, à descendência de Davi (Mt 1,1-16; Lc 3,23-38). Esposo de Maria e pai putativo de Jesus, guia a sagrada família na fuga e retorno do Egito (Gn 37; 50,22-26; Mt 2,13-21).\r\n\r\nAlegremo-nos hoje porque Deus se manifesta na figura de São José como Pai bondoso e compassivo.\r\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Dom Claudio Nori Sturm, OFM</strong>\r\nBispo Diocesano de Patos de Minas</p>"}],"paroquias":[],"noticias":[{"id":19160,"titulo":"Mutirão de Confissões 2026","descricao":"Como de costume, durante o período da Quaresma, a Diocese de Patos de Minas promove nas Foranias o Mutirão de Confissões, momento importante de oferecer aos fiéis o sacramento da penitência e ajudá-los a preparar melhor o coração para celebrar a Páscoa da Ressurreição do Senhor.\r\n\r\nEstas serão as datas e horários dos mutirões nas Foranias:\r\n\r\n<strong>FORANIA NOSSA SENHORA DA ABADIA</strong>\r\n\r\n<strong>Paróquia Senhora SantAna (Coromandel)</strong> - 24 de fevereiro - A partir das 16 horas\r\n<strong>Quase-Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Coromandel)</strong> - 24 de fevereiro - A partir das 16 horas\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora das Graças (Coromandel)</strong> - 25 de fevereiro - A partir das 09 horas\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora do Rosário (Iraí de Minas)</strong> - 04 de março - A partir das 16 horas\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora da Abadia (Abadia dos Dourados)</strong> - 05 de março - A partir das 16 horas\r\n<strong>Paróquia Santa Cruz e Nossa Senhora de Fátima (Douradoquara)</strong> - 05 de março - A partir das 16 horas\r\n<strong>Paróquia Bom Pastor (Monte Carmelo)</strong> - 10 de março - A partir das 16 horas\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora de Fátima (Monte Carmelo)</strong> - 11 de março - A partir das 16 horas\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora do Carmo (Monte Carmelo)</strong> - 12 de março - A partir das 09 horas\r\n\r\n<strong>FORANIA SANTO ANTÔNIO</strong>\r\n\r\n<strong>Paróquia São Benedito (Patos de Minas)</strong> - 24 de fevereiro - 14h - 17h | 18h - 20h\r\n<strong>Paróquia Cristo Redentor (Patos de Minas)</strong> - 25 de fevereiro - 14h - 17h | 18h - 20h\r\n<strong>Paróquia São Vicente de Paulo (Patos de Minas)</strong> - 25 de fevereiro - 14h - 17h | 18h - 20h\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora do Rosário (Patos de Minas)</strong> - 26 de fevereiro - 14h - 17h | 18h - 20h\r\n<strong>Paróquia São João Batista (Patos de Minas)</strong> - 04 de março - 14h - 17h | 18h - 20h\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora das Dores (Major Porto)</strong> - 05 de março - 17h - 20h\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora da Abadia (Patos de Minas)</strong> - 05 de março - 14h - 17h | 18h - 20h\r\n<strong>Paróquia Santa Terezinha (Patos de Minas)</strong> - 11 de março - 14h - 17h | 18h - 20h\r\n<strong>Paróquia Divino Espírito Santo (Patos de Minas)</strong> - 12 de março - 14h - 17h | 18h - 20h\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora das Graças (Patos de Minas)</strong> - 12 de março - 14h - 17h | 18h - 20h\r\n<strong>Paróquia Santo Antônio de Pádua (Patos de Minas)</strong> - 18 de março - 14h - 17h | 18h - 20h\r\n\r\n<strong>FORANIA SÃO FRANCISCO</strong>\r\n\r\n<strong>Paróquia São João Batista (Arapuá)</strong> - 10 de março - 14h - 16h30 | 18h\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora da Piedade (Lagoa Formosa)</strong> - 11 de março - 09h | 14h - 16h30 | 18h\r\n<strong>Paróquia São José Operário (Carmo do Paranaíba)</strong> - 12 de março - 09h | 14h - 16h30 | 18h\r\n<strong>Paróquia São Francisco das Chagas (Rio Paranaíba)</strong> - 17 de março - 09h | 14h - 16h30 | 18h\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora do Carmo (Carmo do Paranaíba)</strong> - 18 de março - 09h | 14h - 16h30 | 18h\r\n\r\n<strong>FORANIA SANTO ANTÔNIO</strong>\r\n\r\n<strong>Paróquia São Geraldo (Patrocínio)</strong> - 24 de fevereiro - 15h - 20h\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora da Conceição (Perdizes)</strong> - 24 de fevereiro - 15h - 20h\r\n<strong>Paróquia São Sebastião (Serra do Salitre)</strong> - 25 de fevereiro - 15h - 20h\r\n<strong>Paróquia São João Paulo II (Patrocínio)</strong> - 26 de fevereiro - 15h - 20h\r\n<strong>Paróquia São Damião de Molokai (Patrocínio)</strong> - 04 de março - 15h - 20h\r\n<strong>Paróquia Santa Cruz (Cruzeiro da Fortaleza)</strong> - 05 de março - 15h - 20h\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora do Patrocínio (Patrocínio)</strong> - 10 de março - 15h - 20h\r\n<strong>Paróquia Santa Terezinha (Patrocínio)</strong> - 12 de março - 15h - 20h\r\n<strong>Paróquia São José (Patrocínio)</strong> - 17 de março - 15h - 20h\r\n<strong>Paróquia São Sebastião (Guimarânia)</strong> - 18 de março - 09h - 11h | 14h - 20h\r\n\r\n<strong>FORANIA SANTA RITA DE CÁSSIA</strong>\r\n\r\n<strong>Paróquia Imaculada Conceição (São Gonçalo do Abaeté)</strong> - 03 de março - 15h - 17h | 18h - 20h\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora da Guia (Varjão de Minas)</strong> - 04 de março - 09h - 11h | 15h - 17h | 18h - 20h\r\n<strong>Paróquia São Sebastião (Lagoa Grande)</strong> - 10 de março - 09h - 11h | 15h - 17h | 18h - 20h\r\n<strong>Paróquia Santa Rita de Cássia (Presidente Olegário)</strong> - 11 de março - 09h - 11h | 15h - 17h | 18h - 20h\r\n<strong>Paróquia Santa Rita de Cássia (Presidente Olegário)</strong> - 12 de março - 09h - 11h | 15h - 17h | 18h - 20h\r\n<strong>Paróquia Cristo Rei (Lagamar)</strong> - 18 de março - 09h - 11h | 15h - 17h | 18h - 20h\r\n\r\n<strong>FORANIA SÃO SEBASTIÃO</strong>\r\n\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora da Abadia (Matutina)</strong> - 25 de fevereiro - 14:30h - 17h | 19h - 21h\r\n<strong>Paróquia Santo Antônio (Tiros)</strong> - 26 de fevereiro - 09h - 11h | 14:30h - 17h | 19h - 21h\r\n<strong>Paróquia Santa Cruz (Guarda dos Ferreiros)</strong> - 27 de fevereiro - 14:30h - 17h | 19h - 21h\r\n<strong>Paróquia São Benedito (Ibiá)</strong> - 04 de março - 14:30h - 17h | 19h - 21h\r\n<strong>Paróquia São Pedro de Alcântara (Ibiá)</strong> - 05 de março - 14:30h - 17h | 19h - 21h\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora Aparecida (São Gotardo)</strong> - 10 de março - 09h - 11h | 14:30h - 17h | 19h - 21h\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora do Rosário (São Gotardo)</strong> - 11 de março - 09h - 11h | 14:30h - 17h | 19h - 21h\r\n<strong>Paróquia São Sebastião (São Gotardo)</strong> - 12 de março - 19h - 21h\r\n<strong>Paróquia São Sebastião (São Gotardo)</strong> - 13 de março - 09h - 11h | 14:30h - 17h | 19h - 21h\r\n\r\n[gallery columns=\"6\" ids=\"19161,19163,19164,19165,19166,19316\"]","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2026/02/sem-titulo-1.png","data_hora":"2026-02-19 06:00","categoria":"Notícias da Diocese"},{"id":19272,"titulo":"POSSE CANÔNICA MONSENHOR LEANDRO SIQUEIRA SILVA","descricao":"Aconteceu no dia 11 de fevereiro, na Catedral de Santo Antônio, em Patos de Minas, a Posse Canônica de seu novo Administrador Paroquial, Monsenhor Leandro Siqueira. Foi um momento de graça e renovação, marcado pela Santa Missa presidida pelo Sr. Bispo Diocesano, Dom Claudio, que contou com expressiva presença do clero, dos fiéis leigos e de autoridades civis e militares.\r\n\r\nEm clima de fé, unidade e esperança, a comunidade reuniu-se para acolher aquele que assume a missão de conduzir, servir e pastorear nosso povo, dando continuidade à caminhada evangelizadora desta paróquia.\r\n\r\nQue o Espírito Santo o ilumine abundantemente, concedendo-lhe sabedoria, coragem e zelo pastoral, e que Santo Antônio interceda por seu ministério, para que seja fecundo e repleto de bênçãos.\r\n\r\nRezemos por Monsenhor Leandro e por toda a nossa Diocese!\r\n<p style=\"text-align: right;\"><em>Imagens: Eclesiástico Fotografias</em></p>\r\n[gallery columns=\"5\" ids=\"19283,19274,19275,19276,19277,19278,19279,19280,19281,19282,19284,19285,19273\"]","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2026/02/sem-titulo-1-4.png","data_hora":"2026-02-13 15:23","categoria":"Notícias da Diocese"},{"id":19269,"titulo":"Celebrações da Quarta-feira de Cinzas","descricao":"A Quarta-feira de Cinzas marca o início ao tempo da Quaresma na Igreja. Na celebração deste dia, a liturgia nos recorda com ênfase a passagem de Gênesis 3,19: “Tu és pó e ao pó voltarás”. A Quaresma começa, portanto, com uma recordação clara da morte, da nossa fragilidade e da fugacidade da vida presente.\r\n\r\nLembramos, nesta celebração, a morte e o afastamento que o homem estabelece de Deus por meio do pecado. Mas essa morte, que agora ocupa nossa meditação, dará lugar, dentro de poucos dias, à Páscoa da Ressurreição, quando Cristo, depois de imolar-se no altar da cruz para reparar a honra divina ultrajada pelo pecado, ressurgirá glorioso dentre os mortos.\r\n\r\nEssa morte, vencida por Cristo, foi anunciada como castigo a nossos primeiros pais, caso transgredissem o mandamento divino; essa mesma morte, nas palavras do Apóstolo, é o salário do pecado, que tem o poder não só de corromper o nosso corpo físico, mas também de afastar a nossa alma de Deus, tornando-a como um rio seco, incapaz de receber o influxo vital de sua fonte.\r\n\r\nA partir da Quarta-feira de Cinzas, a Igreja inicia um caminho, junto com seus fiéis, de interiorização. É um momento de voltar-se para dentro de si e perceber quais mudanças de vida precisamos assumir para celebrar melhor o momento principal da fé cristã: a Páscoa do Senhor.\r\n\r\nA Quaresma é um tempo em que a Igreja convida à conversão e à mudança de vida. Não somente nestes quarenta dias que antecedem o Tríduo Pascal, mas a uma mudança de vida verdadeira, para que cada um procure ser melhor a cada dia e caminhe na estrada da salvação. É também um tempo de penitência: não apenas de privar-se, nesses dias, de algo supérfluo, mas de algo que faça a pessoa sentir, ainda que minimamente, a agonia que Nosso Senhor sofreu no Horto das Oliveiras, na noite da Paixão.\r\n\r\nOs três pilares que norteiam esse período importante são a oração, o jejum e a esmola. Devem sempre caminhar juntos, como um banco de três pernas: se uma cede, as outras também não conseguem sustentar-se. Não adianta fazer penitência ou dar esmola sem oração; assim como não adianta rezar sem praticar a penitência e a caridade.\r\n\r\nAbaixo, apresentamos os horários das missas nesta Quarta-feira de Cinzas, nas Paróquias da Diocese:\r\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>FORANIA NOSSA SENHORA DA ABADIA</strong></em></p>\r\n<strong>Paróquia Senhora SantAna (Coromandel)</strong>\r\n<strong>07h</strong> – Igreja São Sebastião\r\n<strong>19h</strong> – Igreja São Sebastião\r\n\r\n<strong>Quase-Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Coromandel) </strong>\r\n<strong>05h30min</strong> – Santa Missa\r\n<strong>19h</strong> – Celebração da Palavra\r\n\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora das Graças (Coromandel) </strong>\r\n<strong>06h</strong> – Igreja Matriz\r\n<strong>09h</strong> – Igreja Nossa Senhora da Abadia – Brasil Novo\r\n<strong>19h</strong> – Igreja Matriz\r\n<strong>19h</strong> – Santa Rosa\r\n\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora do Rosário (Iraí de Minas) </strong>\r\n<strong>09h</strong> – Igreja Matriz\r\n<strong>18h30min</strong> – Igreja São José\r\n<strong>19h30min</strong> – Igreja Matriz\r\n\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora da Abadia (Abadia dos Dourados) </strong>\r\n<strong>18h</strong> – Igreja São João Batista\r\n<strong>19h30min</strong> – Santuário Nossa Senhora da Abadia\r\n\r\n<strong>Paróquia Santa Cruz e Nossa Senhora de Fátima (Douradoquara)</strong>\r\n\r\n<strong>Paróquia Bom Pastor (Monte Carmelo) </strong>\r\n<strong>7h</strong> – Igreja Matriz Bom Pastor\r\n<strong>12h</strong> – Igreja do Rosário\r\n<strong>19h</strong> – Igreja Santa Luzia\r\n<strong>20h</strong> – Igreja Santa Rita\r\n\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora de Fátima (Monte Carmelo) </strong>\r\n<strong>07h</strong> – Matriz Nossa Senhora de Fátima\r\n<strong>19h</strong> – Matriz Nossa Senhora de Fátima\r\n\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora do Carmo (Monte Carmelo) </strong>\r\n<strong>7h</strong> – Igreja Menino Jesus de Praga\r\n<strong>19h</strong> – Igreja Menino Jesus de Praga\r\n\r\n&nbsp;\r\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>FORANIA SANTO ANTÔNIO</strong></em></p>\r\n<strong>Paróquia São Benedito (Patos de Minas) </strong>\r\n<strong>06h</strong> – Matriz São Benedito\r\n<strong>06h</strong> – Comunidade Nossa Senhora das Dores\r\n<strong>09h</strong> – Matriz São Benedito\r\n<strong>17h30min</strong> – Matriz São Benedito\r\n<strong>18h</strong> – Comunidade Nossa Senhora das Dores\r\n<strong>19h</strong> – Matriz São Benedito\r\n<strong>19h</strong> – Comunidade Sagrada Família\r\n<strong>19h</strong> – Comunidade Nossa Senhora Aparecida\r\n<strong>19h30min</strong> – Comunidade Santa Dulce\r\n\r\n<strong>Paróquia Cristo Redentor (Patos de Minas) </strong>\r\n<strong>07h</strong> – Matriz Cristo Redentor\r\n<strong>19h</strong> – Matriz Cristo Redentor\r\n\r\n<strong>Paróquia São Vicente de Paulo (Patos de Minas) </strong>\r\n<strong>07h</strong> – Capela Bom Jesus\r\n<strong>19h</strong> – Matriz Nossa Senhora de Fátima\r\n\r\n<strong>Paróquia Santa Terezinha (Patos de Minas) </strong>\r\n<strong>06h</strong> – Comunidade Nossa Senhora Aparecida\r\n<strong>07h</strong> – Igreja Santa Terezinha\r\n<strong>07h</strong> – Comunidade Santa Clara\r\n<strong>09h</strong> – Igreja Santa Terezinha\r\n<strong>09h</strong> – Comunidade São José\r\n<strong>14h</strong> – Comunidade São Sebastião\r\n<strong>15h</strong> – Igreja Santa Terezinha\r\n<strong>19h</strong> – Comunidade São Geraldo\r\n<strong>19h</strong> – Comunidade Nossa Senhora de Fátima\r\n<strong>19h</strong> – Comunidade São Francisco\r\n<strong>19h</strong> – Igreja Santa Terezinha\r\n<strong>19h</strong> – Comunidade Nossa Senhora da Abadia\r\n\r\n<strong>Paróquia São João Batista (Patos de Minas) </strong>\r\n<strong>06h</strong> – Igreja Matriz São João Batista\r\n<strong>06h</strong> – Igreja São Brás\r\n<strong>09h</strong> – Comunidade São Judas\r\n<strong>12h</strong> – Igreja Matriz São João Batista\r\n<strong>17h</strong> – Comunidade São Judas\r\n<strong>19h</strong> – Igreja Matriz São João Batista\r\n<strong>19h</strong> – Igreja N. Sra. Aparecida – Pindaíbas\r\n\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora das Dores (Major Porto) </strong>\r\n<strong>10h</strong> – Igreja de Areado\r\n<strong>16h</strong> – Igreja de Bom Sucesso\r\n<strong>19h</strong> – Igreja Matriz de Major Porto\r\n\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora da Abadia (Patos de Minas) </strong>\r\n<strong>06h</strong> – Igreja Matriz Nossa Senhora da Abadia\r\n<strong>07h</strong> – Igreja Santa Rita\r\n<strong>09h</strong> – Igreja Matriz Nossa Senhora da Abadia\r\n<strong>15h</strong> – Igreja Matriz Nossa Senhora da Abadia\r\n<strong>19h</strong> – Igreja Matriz Nossa Senhora da Abadia\r\n\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora do Rosário (Patos de Minas) </strong>\r\n<strong>07h</strong> – Igreja Matriz\r\n<strong>18h</strong> – Comunidade Santa Tereza de Calcutá\r\n<strong>19h</strong> – Igreja Matriz\r\n\r\n<strong>Paróquia Divino Espírito Santo (Patos de Minas) </strong>\r\n<strong>07h</strong> – Comunidade São Pedro\r\n<strong>19h</strong> – Comunidade Mãe Rainha\r\n<strong>19h</strong> – Comunidade Divino Espírito Santo\r\n\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora das Graças (Patos de Minas) </strong>\r\n<strong>06h</strong> – Matriz Nossa Senhora das Graças\r\n<strong>07h30min</strong> – Comunidade São Sebastião\r\n<strong>18h</strong> – Comunidade Sagrada Família\r\n<strong>19h30min</strong> – Matriz Nossa Senhora das Graças\r\n\r\n<strong>Paróquia Santo Antônio de Pádua (Patos de Minas) </strong>\r\n<strong>06h30min</strong> – Catedral Santo Antônio\r\n<strong>12h</strong> – Catedral Santo Antônio\r\n<strong>19h</strong> – Matriz Senhora Sant’Ana – Santana de Patos\r\n<strong>19h</strong> – Catedral Santo Antônio\r\n\r\n&nbsp;\r\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>FORANIA SÃO FRANCISCO</strong></p>\r\n<strong>Paróquia São João Batista (Arapuá) </strong>\r\n<strong>06h</strong> – Igreja Matriz\r\n<strong>17h30min</strong> – Capela de Chaves\r\n<strong>19h</strong> – Igreja Matriz\r\n\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora da Piedade (Lagoa Formosa) </strong>\r\n<strong>06h</strong> – Igreja Matriz Nossa Senhora da Piedade\r\n<strong>06h</strong> – Capela Nossa Senhora Aparecida\r\n<strong>17h30min</strong> – Capela São Francisco de Assis\r\n<strong>17h30min</strong> – Capela São Vicente de Paulo\r\n<strong>19h30min</strong> – Igreja matriz Nossa Senhora da Piedade\r\n<strong>19h30min</strong> – Capela Nossa Senhora do Rosário\r\n\r\n<strong>Paróquia São José Operário (Carmo do Paranaíba) </strong>\r\n<strong>07h</strong> – Igreja Santo Antônio – Niterói\r\n<strong>07h</strong> – Igreja Matriz São José Operário\r\n<strong>15h</strong> – Igreja Matriz São José Operário\r\n<strong>19h</strong> – Igreja Matriz São José Operário\r\n<strong>19h</strong> – Igreja São José - Quintinos\r\n\r\n<strong>Paróquia São Francisco das Chagas (Rio Paranaíba) </strong>\r\n<strong>07h</strong> – Missa na Igreja do Divino Pai Eterno\r\n<strong>09h</strong> – Missa na Igreja Matriz\r\n<strong>15h</strong> – Missa na Igreja Nossa Senhora de Fátima\r\n<strong>19h</strong> – Missa na Igreja São José\r\n<strong>19h</strong> – Missa em Abaeté dos Mendes\r\n\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora do Carmo (Carmo do Paranaíba)</strong>\r\n<strong>05h</strong> - Matriz Nossa Senhora do Carmo\r\n<strong>07h</strong> - São Francisco e Santa Clara de Assis\r\n<strong>15h</strong> - São Francisco e Santa Clara de Assis\r\n<strong>19h</strong> - São Francisco e Santa Clara de Assis\r\n<strong>19h</strong> - Nossa Senhora Aparecida e São Judas Tadeu\r\n<strong>19h</strong> - Santos Reis\r\n\r\n&nbsp;\r\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>FORANIA SANTO ANTÔNIO</strong></em></p>\r\n<strong>Paróquia São Geraldo (Patrocínio)</strong>\r\n<strong>07h</strong> – Igreja Santa Expedito\r\n<strong>15h</strong> – Igreja São Geraldo\r\n<strong>18h</strong> – Igreja Santo Expedito\r\n<strong>19h30min</strong> – Igreja São Geraldo\r\n\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora da Conceição (Perdizes) </strong>\r\n<strong>07h</strong> – Igreja Matriz\r\n<strong>09h30min</strong> – Igreja São Vicente\r\n<strong>18h</strong> – Igreja Nossa Senhora Aparecida\r\n<strong>19h</strong> – Igreja Santo Expedito\r\n<strong>19h30min</strong> – Santuário Nossa Senhora da Cabeça\r\n\r\n<strong>Paróquia São Sebastião (Serra do Salitre) </strong>\r\n<strong>06h</strong> – Igreja Matriz\r\n<strong>09h</strong> – Igreja São Cristóvão\r\n<strong>11h</strong> – Igreja Matriz\r\n<strong>19h</strong> – Igreja do Rosário\r\n\r\n<strong>Paróquia São João Paulo II (Patrocínio) </strong>\r\n<strong>06h</strong> – Igreja Matriz Nossa Senhora da Piedade\r\n<strong>15h</strong> – Igreja São Sebastião\r\n<strong>19h30min</strong> – Igreja Matriz Nossa Senhora da Piedade\r\n\r\n<strong>Paróquia São Damião de Molokai (Patrocínio) </strong>\r\n<strong>07h</strong> – Igreja Nossa Senhora de Fátima\r\n<strong>15h</strong> – Igreja Nossa Senhora de Fátima\r\n<strong>19h</strong> – Igreja Nossa Senhora de Fátima\r\n<strong>19h</strong> – Igreja São Judas Tadeu\r\n<strong>19h</strong> – Igreja Imaculada Conceição\r\n\r\n<strong>Paróquia Santa Cruz (Cruzeiro da Fortaleza) </strong>\r\n<strong>08h30min</strong> – Igreja Matriz (Cruzeiro da Fortaleza)\r\n<strong>19h</strong> – Igreja São José (Brejo Bonito)\r\n\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora do Patrocínio (Patrocínio) </strong>\r\n<strong>07h</strong> – Igreja Matriz\r\n<strong>07h</strong> – Igreja Santa Luzia\r\n<strong>10h</strong> – Igreja Frei Galvão\r\n<strong>15h</strong> – Igreja São Vicente\r\n<strong>19h</strong> – Igreja Matriz\r\n<strong>19h</strong> – Igreja Santa Luzia\r\n\r\n<strong>Paróquia Santa Terezinha (Patrocínio) </strong>\r\n<strong>07h</strong> – Igreja São Francisco\r\n<strong>19h</strong> – Igreja Santa Terezinha\r\n<strong>19h</strong> – Igreja Nossa Senhora do Rosário\r\n\r\n<strong>Paróquia São José (Patrocínio) </strong>\r\n<strong>07h</strong> – Igreja Santo Antônio\r\n<strong>09h</strong> – Igreja São Cristóvão\r\n<strong>19h</strong> - Igreja Matriz São José\r\n\r\n<strong>Paróquia São Sebastião (Guimarânia) </strong>\r\n<strong>07h</strong> - Missa Matriz\r\n<strong>07h</strong> - Missa Fátima\r\n<strong>13h</strong> - Missa Borges\r\n<strong>14h</strong> - Missa Caixetas\r\n<strong>19h</strong> - Missa Matriz\r\n<strong>19h</strong> - Missa São João\r\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>FORANIA SANTA RITA DE CÁSSIA</strong></em></p>\r\n<strong>Paróquia Imaculada Conceição (São Gonçalo do Abaeté) </strong>\r\n<strong>09h</strong> – Igreja Santo Expedito\r\n<strong>19h</strong> – Igreja Matriz\r\n\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora da Guia (Varjão de Minas) </strong>\r\n<strong>06h</strong> – Igreja Matriz\r\n<strong>15h</strong> – Igreja Matriz\r\n<strong>19h</strong> – Igreja Matriz\r\n\r\n<strong>Paróquia São Sebastião (Lagoa Grande) </strong>\r\n<strong>07h</strong> – Igreja Matriz\r\n<strong>12h</strong> – Igreja Matriz\r\n<strong>19h</strong> – Igreja Matriz\r\n\r\n<strong>Paróquia Santa Rita de Cássia (Presidente Olegário) </strong>\r\n<strong>07h</strong> – Igreja Matriz\r\n<strong>07h</strong> – Capela Imaculada Conceição\r\n<strong>12h</strong> – Igreja Matriz\r\n<strong>19h</strong> – Igreja Matriz\r\n<strong>19h</strong> – Capela Nossa Senhora Aparecida\r\n\r\n<strong>Paróquia Cristo Rei (Lagamar) </strong>\r\n<strong>06h</strong> – Matriz Cristo Rei\r\n<strong>08h</strong> – Capela da Boa Vista\r\n<strong>09h</strong> – Capela do Pilar\r\n<strong>10h</strong> – Capela de São Brás\r\n<strong>10h30min</strong> – Capela da Rocinha\r\n<strong>11h30min</strong> – Capela do Retiro da Roça\r\n<strong>19h</strong> – Matriz Cristo Rei\r\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>FORANIA SÃO SEBASTIÃO</strong></em></p>\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora da Abadia (Matutina) </strong>\r\n<strong>07h</strong> – Igreja Matriz\r\n<strong>10h</strong> – Capela da Baixada\r\n<strong>19h</strong> – Igreja Matriz\r\n\r\n<strong>Paróquia Santo Antônio (Tiros) </strong>\r\n<strong>09h</strong> – Capela Nossa Senhora do Rosário\r\n<strong>09h</strong> – Igreja Matriz\r\n<strong>19h</strong> – Capela São Sebastião\r\n<strong>19h</strong> – Igreja Matriz\r\n\r\n<strong>Paróquia Santa Cruz (Guarda dos Ferreiros) </strong>\r\n<strong>08h</strong> – Capela Sagrados Corações (Igrejinha)\r\n<strong>19h</strong> – Matriz Santa Cruz\r\n\r\n<strong>Paróquia São Benedito (Ibiá) </strong>\r\n<strong>07h</strong> – Capela São Vicente;\r\n<strong>19h</strong> – Matriz São Benedito.\r\n\r\n<strong>Paróquia São Pedro de Alcântara (Ibiá) </strong>\r\n<strong>07h</strong> – Capela Nossa Senhora de Fátima\r\n<strong>09h</strong> – Matriz São Pedro de Alcântara\r\n<strong>19h</strong> – Matriz São Pedro de Alcântara\r\n\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora Aparecida (São Gotardo) </strong>\r\n<strong>06h</strong> – Igreja São Geraldo\r\n<strong>09h</strong> – Igreja Nossa Senhora de Fátima\r\n<strong>17h</strong> – Comunidade Abaeté dos Venâncios\r\n<strong>19h</strong> – Igreja São Geraldo\r\n\r\n<strong>Paróquia Nossa Senhora do Rosário (São Gotardo) </strong>\r\n<strong>07h</strong> – Matriz Nossa Senhora do Rosário\r\n<strong>19h</strong> – Matriz Nossa Senhora do Rosário\r\n<strong>19h</strong> – Igreja Santa Luzia\r\n\r\n<strong>Paróquia São Sebastião (São Gotardo) </strong>\r\n<strong>07h</strong> – Matriz São Sebastião\r\n<strong>10h</strong> – Matriz São Sebastião\r\n<strong>19h</strong> – Matriz São Sebastião\r\n\r\n&nbsp;","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2026/02/02.png","data_hora":"2026-02-13 09:33","categoria":"Notícias da Diocese"},{"id":19237,"titulo":"POSSE CANÔNICA PADRE IRAM ALVES MARTINS JUNIOR","descricao":"No dia 06 de fevereiro, na Igreja Matriz São Sebastião, realizou-se a Posse Canônica do novo pároco, Pe. Iram Alves Martins Júnior. A solene celebração contou com a presença de diversas autoridades eclesiásticas e civis, dentre elas o Bispo Diocesano, Dom Claudio Nori Sturm, sacerdotes da Diocese, bem como a presença do Pe. Edson, da Arquidiocese de Uberlândia, e do prefeito do município de Guimarânia.\r\n\r\nA celebração foi marcada pela expressiva participação dos fiéis, que lotaram a Igreja Matriz São Sebastião, incluindo visitantes das cidades de Presidente Olegário, Brejo Bonito, Monte Carmelo, Patrocínio e Guimarânia, evidenciando a comunhão, a fé e a alegria da comunidade neste importante momento para a vida paroquial\r\n<p style=\"text-align: right;\"><em>Pascom - Paróquia São Sebastião, Guimarânia/MG</em></p>\r\n[gallery columns=\"4\" ids=\"19238,19239,19240,19241,19242,19243,19244,19245\"]","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2026/02/sem-titulo-1-3.png","data_hora":"2026-02-11 13:56","categoria":"Notícias da Diocese"},{"id":19182,"titulo":"POSSE CANÔNICA PADRE FREDERICO HONÓRIO DE OLIVEIRA","descricao":"Aconteceu no dia 31 de janeiro, às 19 horas, na Igreja Matriz São Benedito, em Patos de Minas, a Posse Canônica do nosso novo pároco, Padre Frederico Honório de Oliveira.\r\n\r\nA celebração foi presidida pelo bispo diocesano, Dom Frei Claudio Nori Sturm, e contou com a presença de Padre Nilson André Fernandes, Padre Sizenando Roberto de Oliveira, Padre Maurino Pinheiro Mota, Padre João Gonçalves Ferreira, Padre Leonildo Eustáquio da Silva e Padre Vartene Barcelos Palma da Diocese de Paracatu. Bem como dos Diáconos Jarbas de Sousa Silva e Kênio Ferreira da Silveira. Estiveram presentes também o Acólito Kairo Marinao e os seminaristas Diego Felipe e Rafael Silva.\r\n\r\nCom o coração cheio de alegria, acolhemos o Padre Frederico, que aqui cresceu na fé e aqui respondeu ao chamado de Deus, sendo ordenado sacerdote em nossa paróquia. Hoje, retorna como nosso pároco, sinal de que Deus continua conduzindo nossa história.\r\n\r\nQue possamos caminhar juntos, em comunhão, fé e serviço, construindo uma paróquia cada vez mais fraterna, unida e comprometida com o Evangelho.\r\n<p style=\"text-align: right;\"><em>Pascom | Paróquia São Benedito de Patos de Minas.</em></p>\r\n[gallery columns=\"5\" ids=\"19183,19184,19185,19186,19187,19188,19189,19190,19191,19192\"]\r\n<p style=\"text-align: right;\"></p>","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2026/02/sem-titulo-1-2.png","data_hora":"2026-02-09 13:45","categoria":"Notícias da Diocese"},{"id":19170,"titulo":"POSSE CANÔNICA PADRE IVAN JOSÉ RIBEIRO","descricao":"<p style=\"text-align: left;\">Aconteceu no dia 30 de janeiro, às 19 horas, na igreja Matriz Imaculada Conceição, em Major Porto, a posse canônica do novo Pároco da Paróquia Nossa Senhora das Dores, Padre Ivan José Ribeiro.</p>\r\n<p style=\"text-align: left;\">A celebração foi presidida pelo bispo diocesano, Dom Frei Claudio Nori Sturm, e contou com a presença de Padre Sizenando Roberto de Oliveira, representante dos presbíteros, Padre Maurino Pinheiro Mota, vigário forâneo da forania Santo Antônio, e do Acólito Kairo Mariano.</p>\r\n<p style=\"text-align: left;\">Rezamos para que o ministério do Padre Ivan seja fecundo, guiado pelo Espírito Santo e fortalecido pelo apoio de toda a comunidade.</p>\r\n<p style=\"text-align: right;\">\r\n<em>Pascom | Pa</em></p>\r\n[gallery columns=\"5\" ids=\"19171,19172,19173,19174,19175,19176,19177,19178,19179,19180\"]\r\n<p style=\"text-align: right;\"><em>róquia São Benedito de Patos de Minas.</em></p>","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2026/02/sem-titulo-1-1.png","data_hora":"2026-02-09 13:39","categoria":"Notícias da Diocese"},{"id":19060,"titulo":"Nulidade matrimonial: esclarecimentos essenciais à luz do Direito Canônico","descricao":"Não se deve confundir a nulidade matrimonial com o divórcio. Apesar de ser uma distinção essencial, ainda hoje ela gera dúvidas e interpretações equivocadas, inclusive em ambientes jurídicos. Por isso, quando o tema é tratado no contexto da vida da Igreja, torna-se necessário um esclarecimento técnico, responsável e, sobretudo, pastoralmente atento às pessoas envolvidas.\r\n\r\nO processo de nulidade matrimonial na Igreja Católica é um procedimento jurídico-canônico de natureza declaratória, destinado a verificar se um matrimônio foi válido desde a sua origem, segundo os critérios do Direito Canônico. Diferentemente do divórcio civil, ele não dissolve um vínculo existente, mas declara que, por ausência de elementos essenciais no momento da celebração, o vínculo nunca se constituiu validamente.\r\n\r\nNa Igreja o matrimônio goza do favor do direito, ou seja, existe a presunção de validade do vínculo sacramental (cf. cân. 1060). Por isso, a nulidade não é automática nem concedida por conveniência pessoal ou simples dificuldade na vida conjugal. A finalidade do processo é a busca da verdade sobre o consentimento matrimonial, preservando simultaneamente a justiça e o próprio sacramento do matrimônio, que é bem público da Igreja.\r\n\r\nTrata-se de um procedimento sério, conduzido pelos Tribunais Eclesiásticos, com observância das garantias fundamentais do processo, como o contraditório (realizado na fase de litiscontestação), a ampla defesa e a imparcialidade dos juízes, conforme a tradição jurídica da Igreja. A experiência pastoral demonstra que esse cuidado é essencial, sobretudo porque estão em jogo histórias pessoais marcadas, muitas vezes, por sofrimento, rupturas e expectativas legítimas de esclarecimento e seguimento em suas vidas.\r\n\r\nAs causas de nulidade não são genéricas nem abertas, elas são taxativas. Estão expressamente previstas no Código de Direito Canônico e dizem respeito, sobretudo, a situações que envolvem: impedimentos dirimentes (cânn. 1073–1094); incapacidades (cf. cân. 1095); vícios de consentimento matrimonial (cf. cânn. 1096–1107); inobservância da forma canônica exigida para a celebração válida do matrimônio (cf. cânn. 1108–1123).\r\n\r\nQuanto ao procedimento em si ele tem início com a apresentação do libelo (cf. cânn. 1501-1506), no qual são indicados os fatos e os fundamentos jurídicos que justificam a investigação da validade do matrimônio. No rito ordinário, a parte que não propôs a ação é regularmente citada a participar do processo. Segue-se a fase de instrução probatória, na qual são colhidos os depoimentos das partes, feito o interrogatório das testemunhas, juntados documentos e outras provas relevantes.\r\n\r\nDurante todo o processo atua o Defensor do Vínculo, cuja missão é sustentar a presunção de validade do matrimônio e zelar pela correta aplicação do direito (cf. cân. 1432).\r\n\r\nConcluída a instrução, é assegurado às partes o acesso aos autos, para conhecimento das provas produzidas e eventual solicitação de complementações (cf. cân. 1598). Ao final, o Tribunal Eclesiástico profere sentença afirmativa ou negativa quanto à nulidade matrimonial, sempre de forma fundamentada.\r\n\r\nA reforma promovida pelo Papa Francisco em 2015, por meio do Motu Proprio Mitis Iudex Dominus Iesus, tornou o processo mais célere e pastoralmente mais acessível, inclusive com a possibilidade do chamado processo mais breve diante do Bispo, previsto nos cânones 1683 a 1687 do Código de Direito Canônico.\r\n\r\nO rito mais breve é reservado a situações claras e evidentes, nas quais ambos os cônjuges concordam com a proposição da causa e as provas indicam, de modo imediato, a possível nulidade do matrimônio. Nesses casos, a causa é julgada pelo Bispo Diocesano, juiz nato da Igreja particular (cf. cân. 1419 §1).\r\n\r\nEntrementes, a maior celeridade introduzida pela reforma, não significa que o processo tenha se tornado “mais fácil”. As causas de nulidade permaneceram as mesmas, e o rigor jurídico, bem como a tutela do vínculo matrimonial, continuam sendo princípios fundamentais do ordenamento canônico.\r\n\r\nNo Brasil, a sentença eclesiástica pode ser homologada pelo Superior Tribunal de Justiça, com fundamento no Acordo firmado entre o Brasil e a Santa Sé, produzindo efeitos civis quanto ao vínculo matrimonial. Na prática, porém, esse procedimento é pouco utilizado, sobretudo em razão de sua complexidade e burocracia.\r\n\r\nOferecer informação correta e bem fundamentada sobre a nulidade matrimonial também é uma forma concreta de cuidado institucional e pastoral, especialmente quando fé, direito e vida pessoal se encontram em situações que exigem discernimento, verdade e acompanhamento responsável.\r\n\r\n&nbsp;\r\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Ms. Marina Ferreira Caixeta</strong>\r\n<em>Juíza no Tribunal Eclesiástico Interdiocesano de Uberaba -MG</em>\r\n<em>Membro da Sociedade Brasileira de Canonistas</em></p>","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2026/01/texto.png","data_hora":"2026-01-06 14:03","categoria":"Direito Canônico"},{"id":19057,"titulo":"Nota de Falecimento – Padre Sérgio Paulo Machado","descricao":"A Diocese de Patos de Minas comunica, com pesar, ao Clero e todo o povo de Deus, o falecimento do Padre Sérgio Paulo Machado, em Coromandel/MG.\r\n\r\nAinda não temos informações sobre o velório e o sepultamento, que atualizaremos em tempo oportuno.\r\n\r\nRezemos pedindo a intercessão de Maria, para que o acompanhe à morada celeste, onde ele contemplará o rosto d'Aquele a quem tanto amou e serviu na terra.\r\n\r\nEm nome de Dom Frei Claudio Nori Sturm e de todos os fiéis da Diocese de Patos de Minas, manifestamos aos familiares e amigos, que vivem a dor da separação, a nossa proximidade unidos na oração e na solidariedade fraterna.","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2026/01/nota-de-falecimento.png","data_hora":"2026-01-06 13:36","categoria":"Notícias da Diocese"},{"id":18823,"titulo":"Com a presença de cinco bispos, o I Fórum de Bens Culturais inaugura um novo capítulo na preservação do patrimônio sacro","descricao":"<p style=\"font-weight: 400;\">Com um cenário de fé e cultura como pano de fundo, teve início na manhã desta terça-feira, 21 de outubro, o I Fórum de Bens Culturais da Província Eclesiástica de Uberaba. A abrangência da iniciativa demonstra sua relevância para a Igreja: cinco bispos participam deste evento histórico: Dom Paulo Mendes Peixoto, Arcebispo de Uberaba; Dom Paulo Francisco Machado, Bispo de Uberlândia; Dom Claudio Nori Sturm, Bispo de Patos de Minas; Dom Valter Magno de Carvalho, Bispo de Ituiutaba; e Dom Geovane Luís da Silva, Bispo de Divinópolis e Presidente da Comissão para os Bens Culturais da Igreja no Regional Leste 2.</p>\r\n<p style=\"font-weight: 400;\">A missa de abertura aconteceu às 7h no Mosteiro Nossa Senhora da Glória, antecipando a dimensão sagrada presente em um Fórum que se reveste também do primado acadêmico. Durante a celebração, Dom Paulo Mendes destacou a importância do evento como \"um marco na valorização da nossa história e identidade\", pedindo as bênçãos de Deus para todos os participantes em seu trabalho de preservação do patrimônio da fé.</p>\r\n<p style=\"font-weight: 400;\">No Centro de Pastoral da Arquidiocese de Uberaba os trabalhos tiveram início às 9h30, após o credenciamento e o café da manhã de recepção aos participantes. Os especialistas presentes foram unânimes em apontar o caráter inédito da iniciativa. Padre José Rinaldo, um dos idealizadores do Fórum e  secretário da comissão organizadora registrou que: \"Hoje é um dia muito especial, pois estamos transformando o discurso sobre a importância dos bens culturais em ação efetiva. Esta rede que se forma hoje não é apenas simbólica - é uma ferramenta concreta de gestão que vai permitir desde a troca de expertise técnica até a criação de um sistema unificado de catalogação\", frisou</p>\r\n<p style=\"font-weight: 400;\">Para a Irmã Maria Silvoneide, representante da vida religiosa no evento que vai até amanhã (22), trouxe um olhar concreto sobre a importância de preservar a riqueza cultural sacra: \"Nossos conventos e mosteiros guardam verdadeiros tesouros que precisam ser integrados a esta rede. Como religiosa, vejo neste Fórum a oportunidade de formar uma nova geração de guardiões da memória, unindo o cuidado espiritual com a competência técnica\".</p>\r\n<p style=\"font-weight: 400;\">Dom Geovane Luís da Silva não poupou elogios ao ineditismo da iniciativa. \"O que testemunhamos hoje em Uberaba é mais do que um fórum regional; é a semente de um movimento nacional. Esta articulação entre bispos, especialistas e comunidades religiosas em torno de um patrimônio que é de todos os fiéis estabelece um novo paradigma de gestão sinodal. Estamos demonstrando, na prática, que a preservação da memória material da Igreja não é um apêndice, mas dimensão constitutiva da evangelização”, afirmou o Presidente da Comissão para os Bens Culturais da Igreja no Regional Leste 2.</p>\r\n<p style=\"font-weight: 400;\">O I Fórum de Bens Culturais da Província Eclesiástica de Uberaba se encerra amanhã (22) deixando como legado mais do que documentos e propostas, o nascimento de um novo olhar sobre o patrimônio sacro. O que se constrói aqui ultrapassa os limites institucionais e cronológicos: é o reconhecimento de que a fé se encarna na história, e que preservar sua memória material é garantir que as futuras gerações possam continuar a ler, nos objetos e nas artes, a narrativa viva do encontro entre Deus e seu povo. Uma missão que, a partir de Uberaba, reafirma seu lugar essencial no coração da Igreja.</p>\r\n<p style=\"font-weight: 400;\"></p>\r\n<p style=\"font-weight: 400;\">Jorn. François Ramos - Assessoria de Imprensa/Arquidiocese de Uberaba</p>\r\n[gallery columns=\"5\" ids=\"18825,18826,18827,18828,18829,18830,18831,18832,18833,18834\"]","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2025/10/bens-culturais.png","data_hora":"2025-10-23 10:26","categoria":"Notícias da Diocese"},{"id":18801,"titulo":"Ordenação Sacerdotal – Diácono Bruno Francisco de Oliveira","descricao":"A Diocese de Patos de Minas, minha família e eu, DIÁCONO BRUNO FRANCISCO DE OLIVEIRA, convidamos você e sua família para a Concelebração Eucarística na qual, pela Oração Consecratória e Imposição das Mãos do Exmo. Revmo. Dom Frei Claudio Nori Sturm, Bispo Diocesano de Patos de Minas, serei ordenado Presbítero a serviço do povo de Deus.\r\n<p style=\"text-align: center;\">13 de dezembro de 2025\r\n09 horas\r\nIgreja Matriz São Sebastião\r\n<em>Rua João Galvão, 176, Centro - Lagoa Grande-MG</em></p>\r\n&nbsp;\r\n\r\n<strong>PRIMÍCIAS SACERDOTAIS</strong>\r\n\r\n<strong>PARÓQUIA SÃO SEBASTIÃO</strong>\r\n<em>LAGOA GRANDE</em>\r\n\r\n<strong>13/12 - 18h</strong> - Matriz São Sebastião\r\n<strong>14/12 - 10h</strong> - Igreja São Geraldo (Taboca)\r\n<strong>16/12 - 19h</strong> - Igreja N. S. Aparecida\r\n<strong>17/12 - 19h</strong> - Igreja Santa Cruz\r\n<strong>19/12 - 19h</strong> - Igreja Coração Eucarístico\r\n\r\n&nbsp;\r\n\r\n<strong>PARÓQUIA DIVINO ESPÍRITO SANTO</strong>\r\n<em>PATOS DE MINAS</em>\r\n\r\n<strong>20/12 - 18h</strong> - Igreja São Frei Galvão\r\n<strong>20/12 - 19:30</strong> - Igreja Mãe Rainha\r\n<strong>21/12 - 7:30 -</strong> Igreja São Pedro\r\n<strong>21/12 - 9:30</strong> - Igreja N. S. Do Carmo (Batalhão)\r\n<strong>21/12 - 19h</strong> - Igreja Divino Espírito Santo\r\n\r\n&nbsp;\r\n\r\n<strong>PARÓQUIA SÃO GERALDO</strong>\r\n<em>PATROCÍNIO</em>\r\n\r\n<strong>28/12 - 8h</strong> - Matriz São Geraldo\r\n<strong>28/12 - 9:30</strong> - Igreja Santo Expedito\r\n\r\n&nbsp;\r\n\r\n<strong>PARÓQUIA SÃO SEBASTIÃO</strong>\r\n<em>GUIMARÂNIA</em>\r\n\r\n<strong>28/12 - 19h</strong> - Matriz São Sebastião\r\n\r\n<img class=\" wp-image-18802 aligncenter\" src=\"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2025/10/01-240x300.png\" alt=\"\" width=\"470\" height=\"588\" />","imagem":"https://diocesedepatosdeminas.org.br/wp-content/uploads/2025/10/03.png","data_hora":"2025-10-01 10:31","categoria":"Notícias da Diocese"}],"qtd_noticias":"473","missas":{"1":[{"tipo":"Missa","dia":"Domingo","hora":"08","minuto":"30","local":"Fixa - Matriz Santa Cruz","endereco":""},{"tipo":"Missa","dia":"Domingo","hora":"07","minuto":"00","local":"Fixa - Igreja Matriz ","endereco":""},{"tipo":"Missa","dia":"Domingo","hora":"19","minuto":"00","local":"Fixa - 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