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Giro Cristão 28/08/2017

Papa aos peregrinos de Czestochova: a Polônia tem um coração materno

 

Cidade do Vaticano (RV) – O Santo Padre enviou uma vídeomensagem este sábado (26/8) - dia da memória litúrgica de Nossa Senhora de Czestochova - pelos 300 anos da coroação da imagem milagrosa de Jasna Gora, ocorrida em 8 de setembro de 1717.
Em sua mensagem aos peregrinos, o Papa os cumprimenta e os abençoa nesta longa peregrinação ao Santuário de Jasna Gora, para venerar o quadro de Nossa Senhora da Virgem Negra, Padroeira da Polônia. E afirmou:
“Se Czestochova está no coração da Polônia, significa que a Polônia tem um coração materno; significa que toda palpitação da vida acontece com a Mãe de Deus. A ela, os peregrinos costumam confiar tudo: o passado, o presente, o futuro, as alegrias e as aflições da vida pessoal e nacional”.
O Santo Padre recorda que ele também teve a graça de ir em peregrinação ao Santuário mariano de Czestochova ano passado, por ocasião dos 1050 anos do Batismo da Polônia. E referindo-se ao jubileu da coroação da imagem mariana, disse:
“Há 300 anos, o Papa concedeu que a imagem da Virgem de Jasna Gora fosse coroada como Rainha da Polônia. Ela é uma Mãe verdadeira, que traz o rosto marcado pelos sofrimentos”.
Logo, recordou Francisco, este solene Jubileu é um momento favorável para que ninguém se sinta órfão, pelo contrário, nossa Mãe está sempre ao nosso lado, nas tribulações e nas alegrias”.
Francisco conclui sua Mensagem recordando que Nossa Senhora, nossa Mãe e Rainha, nos acompanha com a sua materna proteção. E a todos os peregrinos, que visitam o Santuário de Czestochova, na memória litúrgica de Nossa Senhora de Jasna Gora, o Papa concede sua propiciadora Bênção Apostólica. (MT)

Veja mais no site da Rádio Vaticano: http://br.radiovaticana.va/
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27 de agosto também marca a passagem de dom Hélder Câmara e dom Luciano Mendes

 

Dois arcebispos brasileiros que têm seus nomes inscritos, com destaque, na história da CNBB, dom Hélder Câmara e dom Luciano Mendes de Almeida, também faleceram no dia 27 de agosto.No dia 27 de agosto de 1999, após uma parada cardiorrespiratória, falecia em Recife (PE), dom Helder Câmara. No dia seguinte, o Jornal “Folha de São Paulo” noticiava: “Segundo Antonio da Matta, um dos voluntários que trabalhava com d. Hélder, o religioso morreu dormindo, às 22h20. A causa da morte teria sido uma parada cardiorrespiratória. Até as 0h25 de hoje, as informações ainda não eram oficiais. A secretária particular de d. Hélder, Maria José Duperron Cavalcanti, a Zezita, foi quem primeiro teria alertado sobre a morte do religioso. Ela percebeu que o arcebispo não estava bem quando foi dormir e, cerca de três horas depois, foi ao quarto verificar seu estado de saúde, segundo Da Matta. Ao notar que o religioso não respondia aos seus chamados, afirmou o voluntário, ela entrou em contato com um médico. A morte foi então confirmada. D. Hélder, segundo Da Matta, passou o dia “tranquilo”, mas, pouco antes de dormir, por volta das 20h, aparentava estar “cansado, com falta de ar”. Ainda segundo o voluntário, dias antes de morrer, o arcebispo disse que sua maior preocupação era que um dia sua alma ‘fosse embora e que seu corpo resistisse‘”.

Era também domingo, dia 27 de agosto de 2006, quando falecia, em São Paulo (SP), dom Luciano Mendes de Almeida. A “Folha” deu a notícia no mesmo dia: “Morreu neste domingo dom Luciano Pedro Mendes de Almeida, 75, arcebispo de Mariana (MG), em decorrência de falência múltipla de órgãos. Dom Luciano estava internado no Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP, desde o dia 17 de julho, para tratar de um câncer no fígado. Ele foi transferido para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva), onde permaneceu em estado grave, sedado e respirando com a ajuda de aparelhos. No Hospital das Clínicas, Dom Luciano tratava de um tumor provocado por uma recidiva do câncer desenvolvido há dois anos. Em 2004, submeteu-se a uma cirurgia no fígado para retirada do tecido doente. Ele havia contraído hepatite C há cerca de cinco anos, devido a uma transfusão. Em alguns casos, o câncer de fígado aparece como uma das complicações da hepatite C. Presidiu a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) de 1987 a 1994, tendo sido também secretário-geral de 1979 a 1987. Foi vice-presidente do Celam (Conselho Episcopal Latino-Americano) de 1995 a 1998“.

Veja mais no site da CNBB: http://cnbb.net.br/

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Nota de falecimento: Dom José Maria Pires

 

O arcebispo emérito da Paraíba, Dom José Maria Pires, faleceu aos 98 anos, na noite desse domingo, dia 27, após sentir-se mal em Belo Horizonte (MG).

Dom José nasceu em 15 de março de 1919, no distrito de Córregos, que pertence a Conceição do Mato Dentro (MG). Entrou para o seminários aos 12 anos de idade. Foi ordenado sacerdote em 20 de dezembro de 1941, e recebeu a ordenação episcopal em 22 de setembro de 1957. Seu lema episcopal: Scientiam Salutis (A Ciência da Salvação).

Sua trajetória foi marcada pela defesa dos negros, dos pobres e dos oprimidos. O bispo mais antigo (em ordenação episcopal) do Brasil, foi bispo de Araçuaí, membro da Comissão Central da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), presidente da Comissão Episcopal Regional do Nordeste, escritor, palestrante e um dos poucos sacerdotes que participaram do Concílio Vaticano II. Também se posicionou com firmeza ao lado dos que lutavam pelo fim da ditadura, mas sem perder a singular capacidade que tinha de dialogar com aqueles a quem claramente se opunha.

O arcebispo dom Walmor, os bispos auxiliares, sacerdotes, religiosos e todo o povo de Deus da Arquidiocese de Belo Horizonte se unem em oração aos familiares e amigos Dom José Maria Pires, o Dom Pelé, como era carinhosamente chamado.

Dom José Maria Pires será velado a partir das 10h30, dessa segunda-feira, dia 28, na Paróquia Nossa Senhora das Dores, bairro Floresta, em Belo Horizonte.

 

Caminhada eclesial


Participou do Concílio Vaticano II, entre 1962 e 1965. Transferido para João Pessoa (PB), em 1965, onde ficou mais próximo de dom Helder Câmara, um aliado na luta pelos direitos humanos, teve participação valiosa nos conflitos pela terra na Paraíba, ao defender camponeses.
Participante ativo da luta pelos direitos dos negros, em 2013, publicou o livro “A cultura religiosa afro-brasileira e seu impacto na cultura universitária”. Tornou-se emérito e voltou a ser pároco de Córregos e Santo Antônio do Norte, no Vale do Jequitinhonha, desde 1995, onde se dedicou também a um projeto de geração de renda para centenas de famílias carentes dessa região.


Veja mais no site do Regional Leste 2: http://www.cnbbleste2.org.br/

 

Postado neste portal por: Leidiane Trigueiro - Assessoria de Imprensa Diocesana

 


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