Notícias
Boletim Informativo Rádio Vaticano - 17/03/015 18/03/2015

 

Papa e Santa Sé

 

·    Francisco: "Igreja é a casa de Jesus, aberta a todos"

·    Papa à Igreja nigeriana: “não se cansem de fazer o bem”

·    Papa Francisco recebe o prior da Comunidade Ecumênica de Taizé

·    Francisco em Nápoles: "O sole mio" para recebê-lo. Ouça!

·    Santa Sé: "Se as mulheres prosperam, ganha toda a sociedade"

·    Cardeal Tauran na Costa do Marfim: juntos contra a intolerância

·    Cardeal Filoni: para a África, solidariedade e não espoliação dos recursos

 

Igreja na América Latina

·    Mensagem do Papa para criação da Paróquia São João Bosco

·    Bispos bolivianos lançam visita do Papa nas redes sociais

 

Igreja no Mundo

·    Secam convoca Ano da Reconciliação na África

·    EUA: convite a rezar pelas vítimas de perseguição

·    Tempo de luto e de oração para a Igreja no Paquistão

 

Formação

·    A crise da Vida Consagrada

·    Acre: Alerta para o perigo de doenças de veiculação hídrica

 

Atualidades

·    Santa Sé condena recrutamento de crianças no Oriente Médio

·    Bispos indianos indignados com estupro de religiosa idosa

·    Extremistas hasteiam bandeira negra no lugar da cruz

Papa e Santa Sé

 

Francisco: "Igreja é a casa de Jesus, aberta a todos"

  

◊Cidade do Vaticano (RV) - A Igreja é “a casa de Jesus”, uma casa de misericórdia que acolhe todos e sendo assim, não é um lugar onde os cristãos podem fechar as portas. Este foi o teor da homilia proferida pelo Papa na Missa celebrada na manhã desta terça-feira (17/03), na Casa Santa Marta.

 

Igrejas abertas a todos

 

Francisco já evidenciou outras vezes este conflito entre Jesus, que abre as portas a quem quer que o procure mesmo que seja distante dele e os cristãos, que muitas vezes fecham as portas da Igreja na cara de quem bate à sua porta. É um conflito entre a misericórdia total de Cristo e a escassez demonstrada muitas vezes por aqueles que creem Nele. A reflexão do Papa começa pela água, protagonista das leituras litúrgicas do dia: “A água que cura”, disse Francisco, comentando a descrição feita pelo Profeta Ezequiel do riacho surgido na porta do templo, que se transforma em um enorme torrente cheio de peixes, aonde todos podem ir se curar.  E a água do tanque de Betesda, descrita no Evangelho de João, aonde há 38 anos jazia um paralítico triste e para Francisco um “pouquinho preguiçoso” que nunca soube se imergir quando as águas se mexiam, e assim, encontrar a cura. Jesus o cura e o encoraja a “ir avante”, o que desencadeia a crítica dos doutores da lei, porque a cura se dá num sábado. “Uma estória observou o Papa que acontece muitas vezes hoje”. “Um homem, uma mulher que se sente doente na alma, triste, que cometeu muitos erros na vida, em algum momento sente que as águas estão se movendo, é o Espírito Santo que move algo, ou ouve uma palavra ou ... "Ah, eu quero ir! "... E toma coragem e vai. E quantas vezes hoje nas comunidades cristãs encontra as portas fechadas: ‘Mas você não pode, não, você não pode. Você errou aqui e não pode. Se você quiser vir, venha à missa no domingo, mas fique ali, mas não faça nada mais’. E aquilo que o Espírito Santo faz nos corações das pessoas, os cristãos com psicologia de doutores da lei destroem”. “Faz-me mal isso”, afirma em seguida Francisco. Que sublinha: a Igreja tem sempre as portas abertas: “É a casa de Jesus e Jesus acolhe. Mas não só acolhe, vai encontrar as pessoas como foi encontrar essa. E se as pessoas estão feridas, o que Jesus faz? A repreende porque está ferida? Não, vai e a carrega sobre os ombros. E isso se chama misericórdia. E quando Deus repreende seu povo - Desejo misericórdia, não sacrifício!" fala exatamente disso”. “Quem é você reafirma o Papa que fecha a porta do seu coração a um homem, a uma mulher que tem vontade de melhorar, de voltar a ser parte do povo de Deus após o Espírito Santo ter movimentado seu coração?”. Que a Quaresma, conclui o Papa, ajude a não cometer o erro de quem desprezou o amor de Cristo pelo paralítico somente porque era contrário à lei: “Peçamos hoje ao Senhor na Missa, para nós, para cada um de nós e para toda a Igreja, uma conversão em direção a Jesus, uma conversão em Jesus, uma conversão à misericórdia de Jesus e, assim, a Lei será completamente realizada, porque a Lei é amar a Deus e ao próximo, como a nós mesmos”. (CM/SP/RB)

 

 

Papa à Igreja nigeriana: “não se cansem de fazer o bem”

  

◊Cidade do Vaticano (RV) – Diante das “novas e violentas formas de extremismo e fundamentalismo” é preciso promover a paz construindo uma “cultura do encontro”. Esta é, em síntese, a mensagem do Papa aos bispos nigerianos, publicada nesta terça-feira (17/03). Em pouco mais de uma página, Francisco partilha suas reflexões acerca da atualidade da Nigéria, o “Gigante da África” com mais de 160 milhões de habitantes, a maior economia do continente. Logo no início, o Papa fala das graves dificuldades impostas pelos extremistas islâmicos do grupo Boko Haram, que atua principalmente no norte do país. Francisco condena estas pessoas que se “proclamam religiosas, mas que abusam da religião para fazer dela uma ideologia moldada de acordo com os próprios interesses ultrajantes e de morte”.

 

Cultura do encontro

 

Francisco recordou ainda que a paz não é a ausência de conflito tampouco o resultado de acordos políticos: “A paz é, para nós, o próprio Cristo”, disse, afirmando que para alcança-la é preciso “um compromisso diário, corajoso e autêntico em favor da reconciliação, de experiências de partilha e diálogo e do serviço aos mais fracos e excluídos”. O Papa ainda agradeceu à Igreja da Nigéria por, mesmo diante de tantas provações, não ter parado de testemunhar a misericórdia, a acolhida e o perdão. “Aos sacerdotes, religiosos e religiosas, missionários e catequistas que, apesar dos indizíveis sacrifícios, não abandonaram as ovelhas, digo: não se cansem de fazer o bem”, concluiu o Pontífice.

 

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Postado neste portal por: Leidiane Gondim –Assessoria de Imprensa Diocesana


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