Bispo

Dom Cláudio

Dom Claudio Nori Sturm, OFM Cap nasceu aos 12 de maio de 1953 em Giruá-RS.

É filho de Leopoldo Aloísio e Denise Sturm, que tiveram outros seis filhos: Gervásio, Maria Bernardete, Vitó Antônio, Sônia Teresinha, José Valdomiro e Feliciano Afonso.

Estudou nos seminários de Capinzal-SC e Irati-PR (1968 a 1973). Emitiu os votos temporários aos 02/03/1975 e aos perpétuos aos 28/10/1978. Cursou Filosofia e Teologia em Ponta Grossa-PR (1975 a 1980). Foi ordenado sacerdote aos 06/01/1980. Concluiu o mestrado e, Filosofia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma em 1985. Especializou-se em Teologia na Suíça (1999-2001).

Serviços: Professor no Seminário Menor em Irati-PR; Professor, Mestre e Diretor do Instituto de Filosofia, em Ponta Grossa-PR; Reitor do Colégio Internacional São Lourenço de Brindes, em Roma; Pároco da Paróquia Imaculada Conceição, Ponta Grossa-PR; Vigário e Ministro Provincial, da província Capuchinha do Paraná e Santa Catarina.

Bispo: Nomeação aos 08/10/2008 pelo Papa Bento XVI; Ordenação aos 05/12/2008 pelos Bispos Ordenantes: Dom Moacyr José Vitti, Dom Sergio Arthur Braschi e Dom Mário Marquez, em Ponta Grossa-PR; Posse aos 04/01/2009 em Patos de Minas-MG.

 

Brasão de Dom Cláudio

O Brasão se apresenta através das formas e cores, apontando para a espiritualidade franciscana que está na origem da vocação de Dom Claudio Nori Sturm, simbolizada no Tau marrom. Ao mesmo tempo, indica a fonte da vida que brota da Palavra de Deus, representada na Bíblia, norteando todo seu ser e agir. A Palavra semeada com Fé, alimenta a esperança, sustenta a caridade e anuncia abundante colheita na messe do Senhor, visualizada no verde e amarelo. Tudo sob a proteção da Virgem do Rosário, Mãe de Deus, que estende seu manto protetor. Na cor azul está simbolizada atenda de Javé que se estende sobre a criação. O bispo, envolvido e abrasado pelo amor de Deus, é conduzido pela luz divina para a vinha do Senhor, comprometido e identificado com o rebanho a ele confiado. Norteado pelo seu lema: “Manete in dilectione mea” (“Permanecei no meu amor”), conclama todos os fiéis a permanecerem unidos em Cristo, que é a videira e o Pai, o agricultor. “Quem permanecer em Mim produzirá muitos frutos” (Jô 15,5).



 

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